<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.meteored.com.br</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Mon, 02 Nov 2026 22:50:14 +0000</lastBuildDate><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 22:50:14 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.meteored.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.meteored.com.br/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.meteored.com.br</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Calor intenso aumenta o risco de temporais em São Paulo; confira o alerta]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/calor-intenso-aumenta-o-risco-de-temporais-em-sao-paulo-confira-o-alerta.html</link><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 21:20:51 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>As temperaturas aumentam no estado de São Paulo nos próximos dias, com calor de mais de 30°C em várias regiões paulistas. A umidade com as temperaturas elevadas ajuda a aumentar o risco de temporais.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbsywnm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbsywnm.jpg" id="xbsywnm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Devido à atuação dos sistemas de chuva mais para o Sul do Brasil, o ar quente no Centro-Norte do país avança pelo Sudeste e<strong> aumenta as temperaturas em todas as regiões do estado de São Paulo nos próximos dias</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Quer ser o primeiro a receber notícias como essa? Graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>canal de Whatsapp</strong></a> você consegue. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>No entanto, áreas de instabilidade continuam atuando sobre o território paulista e levam <strong>risco de pancadas de chuva forte e de temporais nos próximos dias</strong> que, podem ser potencializados em razão das temperaturas mais elevadas, que passam facilmente dos 30°C e <strong>chegam próximas dos 40°C</strong>.</p><h2>Terça-feira: calor e pancadas isoladas, sem potencial para transtornos</h2><p>Na terça-feira (3), o tempo firme predomina com temperaturas em elevação em São Paulo, <strong>com temperaturas máximas de 34 e 35°C</strong> no norte e noroeste do estado. Nas demais regiões, as temperaturas variam de 29 a 31°C, com previsão de 30°C para a região da capital paulista.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-aumenta-o-risco-de-temporais-em-sao-paulo-confira-o-alerta-1793652863967.jpg" data-image="llm58lpeu5lm" alt="chuva" title="chuva"><figcaption>Previsão de chuva para a tarde da terça-feira, 3 de novembro.</figcaption></figure><p><strong>A partir da tarde</strong>, a nebulosidade aumenta e há a formação pontual de instabilidades que provocam pancadas isoladas na porção central do estado, sem potencial para transtornos. <strong>Na faixa leste, as chuvas ocorrem de forma mais abrangente, mas sem proporcionar riscos potenciais</strong>.</p><h2>Quarta-feira: calor e risco de temporais aumenta</h2><p>Os sistemas de chuva no Sul do Brasil ganham força e o transporte de ar quente em direção ao Sudeste continua, aumentando as temperaturas em todo o estado de São Paulo. Assim, <strong>as temperaturas já atingem patamares acima dos 30°C em todo o território paulista</strong>. As máximas previstas devem acontecer entre 12h e 15h, uma vez que a nebulosidade e as chuvas diminuem as temperaturas a partir do meio da tarde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-aumenta-o-risco-de-temporais-em-sao-paulo-confira-o-alerta-1793652907173.jpg" data-image="jon5sy79ddo9" alt="calor intenso" title="calor intenso"><figcaption>Temperaturas máximas que podem ocorrer entre as 12h e 15h na quarta-feira, 4 de novembro.</figcaption></figure><p>A previsão das <strong>temperaturas máximas é de 34 a 38°C</strong> no centro, norte e oeste do estado e 29 a 32°C nas demais regiões, com 30°C na região da capital paulista.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-aumenta-o-risco-de-temporais-em-sao-paulo-confira-o-alerta-1793652971275.jpg" data-image="1muz3saumait" alt="previsão do tempo" title="previsão do tempo"><figcaption>Previsão de chuva para a tarde da quarta-feira, 4 de novembro.</figcaption></figure><p>O sistemas de chuva no Sul, consegue se deslocar uma pouco para norte e <strong>estimular a formação de instabilidades sobre o estado de São Paulo</strong> que, neste cenário de mais calor, podem provocar <strong>temporais pontuais entre o fim da tarde e o início da noite</strong>. Alerta para para o sul, centro, norte e oeste do estado e nas áreas do leste até a região da capital. A faixa litorânea de Santos até o litoral norte não possui previsão de chuva.</p><h2>Quinta-feira: ciclone e frente fria aumenta o risco de chuvas severas</h2><p>O sistema de chuva no Sul do Brasil dá origem a um ciclone extratropical e sua frente fria de fraca intensidade que avança pelo estado de São Paulo.</p><p>A fraca frente fria passa a afetar São Paulo no período da manhã, <strong>com alertas de chuvas intensas e de temporais, que podem ocorrer com severidade</strong>, no centro-sul e oeste do estado. A chegada do sistema pode <strong>provocar intensas rajadas de vento de até 70 km/h</strong> e traz aumento da intensidade dos ventos também no norte e leste do estado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-aumenta-o-risco-de-temporais-em-sao-paulo-confira-o-alerta-1793653135495.jpg" data-image="ommb5e1pxpd8" alt="temporais" title="temporais"><figcaption>Previsão de chuva para a manhã da quinta-feira, 5 de novembro.</figcaption></figure><p><strong>No fim da manhã</strong>, as chuvas intensas e temporais ameaçam o norte e ocorrem de forma pontual no leste. Na faixa leste, há mais risco de transtornos por ventos do que pelas chuvas.</p><p>Por se tratar de um sistema pouco organizado, seu tempo de vida é curto e no decorrer da tarde não há mais um sistema frontal. Mesmo assim, <strong>ainda há risco de temporais e de chuvas intensas,</strong> que deixam em alerta o centro-sul e o leste de São Paulo.</p><h2>Sexta-feira: risco de de chuvas intensas e temperaturas diminuem</h2><p>Apesar de não se tratar de frio, as temperaturas diminuem, como já é previsto no dia anterior por conta das chuvas. No entanto, uma circulação dos ventos de sul e sudeste atuam no sul e leste de São Paulo, <strong>trazendo as temperaturas máximas para 21 a 24°C</strong>. Já no interior do estado ainda faz calor, com máximas de até 37°C.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="796372" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/ciclone-pode-impulsionar-forte-massa-de-ar-frio-em-plena-primavera.html" title="Ciclone pode impulsionar forte massa de ar frio em plena primavera">Ciclone pode impulsionar forte massa de ar frio em plena primavera</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/ciclone-pode-impulsionar-forte-massa-de-ar-frio-em-plena-primavera.html" title="Ciclone pode impulsionar forte massa de ar frio em plena primavera"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-pode-impulsionar-forte-massa-de-ar-frio-em-plena-primavera-1793633819620_320.jpg" alt="Ciclone pode impulsionar forte massa de ar frio em plena primavera"></a></article></aside><p>Em relação às chuvas, as instabilidades atuam a partir da tarde,<strong> com pico do potencial de chuva entre o meio da tarde e o início da noite</strong>, que ocorrem de forma pontual com até forte intensidade no centro, norte e oeste do estado,<strong> com baixo risco para transtornos.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/calor-intenso-aumenta-o-risco-de-temporais-em-sao-paulo-confira-o-alerta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[El Niño segue extremo e com chuvas pelo Brasil; saiba quando muda o padrão]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/el-nino-segue-extremo-e-com-chuvas-pelo-brasil-saiba-quando-muda-o-padrao.html</link><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 20:18:17 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O padrão de chuvas e de temperatura sobre o Brasil está previsto mudar a partir de novembro, com o retorno das chuvas para o Sul e temperaturas em elevação em todo o país.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-segue-extremo-e-com-chuvas-pelo-brasil-saiba-quando-muda-o-padrao-1793636195257.png" data-image="hsvuxlhvo4ow" alt="A anomalia de temperatura da superfície do mar no dia 1° de novembro de 2026 mostra valores acima de +5°C em todo o centro-leste do Pacífico. Créditos: NOAA/Coral Reef Watch." title="A anomalia de temperatura da superfície do mar no dia 1° de novembro de 2026 mostra valores acima de +5°C em todo o centro-leste do Pacífico. Créditos: NOAA/Coral Reef Watch."><figcaption>A anomalia de temperatura da superfície do mar no dia 1° de novembro de 2026 mostra valores acima de +5°C em todo o centro-leste do Pacífico. Créditos: NOAA/Coral Reef Watch.</figcaption></figure><p>O<strong> El Niño continua com níveis excepcionais de aquecimento</strong>, tendo se mantido com anomalia absoluta de <strong>+3,4°C pela segunda semana consecutiva</strong>. Este valor se aproxima do que os modelos vêm prevendo para o pico do fenômeno até o fim do ano, sugerindo que estes valores irão se manter nesta ordem ou superiores até lá. </p><div class="texto-destacado">Quer ser o primeiro a receber notícias como essa? Graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>canal de Whatsapp</strong></a> você consegue. Siga-nos e ative as notificações!</div><p><strong>Desde setembro</strong> o padrão de teleconexão do El Niño esteve deslocado, com as <strong>maiores precipitações afetando o Paraná e suas vizinhanças</strong>, incluindo São Paulo e o Mato Grosso do Sul, trazendo também temperaturas abaixo da média para estas áreas<strong>. Ao longo de novembro, porém, este padrão começará a mudar</strong>. Confira os detalhes.</p><h2>Chuvas retornam para o Sul e temperaturas aumentam</h2><p>O modelo ECMWF, de confiança da Meteored, indica que no decorrer do mês de novembro o <strong>padrão de chuvas relacionado ao El Niño pode mudar</strong>,<strong> voltando a concentrar precipitações acima da média sobre os estados do Sul</strong>, incluindo o estado do Rio Grande do Sul, que mesmo com o El Niño vem apresentando chuvas irregulares, especialmente na metade sul.</p><p>Os mapas abaixo mostram a <strong>previsão de anomalia semanal de chuva</strong> do ECMWF para as próximas quatro semanas. Enquanto na semana entre<strong> </strong><strong>2 a 9 de novembro</strong> as<strong> </strong>chuvas acima da média estão previstas afetar desde a metade norte do Rio Grande do Sul até o sul do Mato Grosso do Sul e São Paulo, <strong>no decorrer do mês este padrão enfraquece.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-segue-extremo-e-com-chuvas-pelo-brasil-saiba-quando-muda-o-padrao-1793636210559.png" data-image="1gjw1qjzo2go" alt="Previsão de anomalia semanal de chuva, segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF." title="Previsão de anomalia semanal de chuva, segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia semanal de chuva, segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF.</figcaption></figure><p><br>Entre <strong>9 e 16 de novembro</strong>, as <strong>maiores chuvas</strong> acima da média estão previstas para uma área entre o <strong>norte do Sudeste e o Nordeste</strong>, provavelmente devido a um corredor de umidade formado pelo avanço de uma frente fria.</p><p><strong>A partir da segunda quinzena</strong> do mês as<strong> chuvas acima da média</strong> começam a se concentrar mais sobre o<strong> Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná</strong>, diminuindo as chuvas acima da média sobre o Sudeste. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-segue-extremo-e-com-chuvas-pelo-brasil-saiba-quando-muda-o-padrao-1793636224106.png" data-image="abe65byxseh7" alt="Previsão de anomalia semanal de temperatura, segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF." title="Previsão de anomalia semanal de temperatura, segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia semanal de temperatura, segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF.</figcaption></figure><p>Enquanto nos <strong>últimos meses </strong>houve um <strong>predomínio de temperaturas abaixo da média no Centro-Sul</strong>, a mudança no padrão de chuvas também irá se refletir no padrão previsto para as temperaturas. A partir de novembro, as <strong>temperaturas irão subir </strong>em praticamente todo o Brasil. </p><p>As<strong> maiores anomalias </strong>previstas estão sobre as regiões <strong>Norte e Nordeste</strong>, principalmente na primeira quinzena do mês, com desvios que podem<strong> superar 6°C acima da média</strong> em alguns pontos. Na segunda semana, entre <strong>9 e 16 de novembro</strong>, uma <strong>massa de ar frio </strong>está prevista atuar entre o <strong>Sul e faixa leste do Sudeste</strong>, trazendo temperaturas ligeiramente abaixo da média.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795766" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/super-el-nino-alcanca-3-4-c-de-anomalia-entenda-o-que-isso-significa-e-o-que-esperar.html" title="Super El Niño alcança recorde de 3,4°C; entenda o que isso significa e o que esperar">Super El Niño alcança recorde de 3,4°C; entenda o que isso significa e o que esperar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/super-el-nino-alcanca-3-4-c-de-anomalia-entenda-o-que-isso-significa-e-o-que-esperar.html" title="Super El Niño alcança recorde de 3,4°C; entenda o que isso significa e o que esperar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-alcanca-3-4-c-de-anomalia-entenda-o-que-isso-significa-e-o-que-esperar-1793285839558_320.png" alt="Super El Niño alcança recorde de 3,4°C; entenda o que isso significa e o que esperar"></a></article></aside><p><strong>Até o final de novembro</strong>, porém,<strong> temperaturas acima da média avançam de norte para Sul,</strong> afetando também os estados do Sul, embora o Rio Grande do Sul possa ter entrada de ar mais frio, especialmente na área de fronteira com o Uruguai. Vale ressaltar que esta previsão pode sofrer atualizações nas próximas semanas, especialmente os padrões previstos para a segunda quinzena, sendo importante continuar monitorando.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/el-nino-segue-extremo-e-com-chuvas-pelo-brasil-saiba-quando-muda-o-padrao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciclone pode impulsionar forte massa de ar frio em plena primavera]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/ciclone-pode-impulsionar-forte-massa-de-ar-frio-em-plena-primavera.html</link><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 18:52:56 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Um ciclone irá impulsionar uma intensa massa de ar polar pelo país, provocando uma queda acentuada nas temperaturas no centro-sul a partir deste fim de semana. Há risco de geadas tardias na Região Sul e em parte do Sudeste.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-pode-impulsionar-forte-massa-de-ar-frio-em-plena-primavera-1793633819620.jpg" data-image="zbkdcu6zkzrs" alt="Previsão de pressão, chuva e nebulosidade (esquerda) e anomalia de temperaturas em 850 hPa (direita)." title="Previsão de pressão, chuva e nebulosidade (esquerda) e anomalia de temperaturas em 850 hPa (direita)."><figcaption>Previsão de pressão, chuva e nebulosidade (esquerda) e anomalia de temperaturas em 850 hPa (direita) mostra um ciclone que irá impulsionar uma massa de ar frio em direção ao Brasil.</figcaption></figure><p>Ao longo desta semana, as previsões indicam que, gradualmente, as <strong>temperaturas tendem a aumentar</strong>, atingindo um pico de intensidade alta na quarta-feira (4). Isso fará com que as temperaturas máximas cheguem a valores muito altos no Brasil, com <strong>máximas de até 45°C</strong> em municípios do Centro-Oeste e do Norte do país.</p><div class="texto-destacado">No entanto, na própria quarta-feira (4), uma região de baixa pressão vai se aprofundar sobre a região Sul, causando tempestades severas sobre o RS, SC e PR conforme se transforma em um ciclone com sua frente fria associada. As tempestades também podem atingir SP e MS.</div><p>O sistema já começará a <strong>fazer as temperaturas caírem no Sul </strong>devido aos grandes volumes de chuva e à nebulosidade, embora grande parte do país continue registrando temperaturas muito altas, especialmente durante a tarde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-pode-impulsionar-forte-massa-de-ar-frio-em-plena-primavera-1793633864935.jpg" data-image="lu5l3uyco3n3" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa (esquerda) e temperaturas máximas (direita) na quarta-feira." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa (esquerda) e temperaturas máximas (direita) na quarta-feira."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa (esquerda) e temperaturas máximas (direita) na quarta-feira mostra que grande parte do país estará registrando um calor intenso.</figcaption></figure><p>Com o desenvolvimento de um ciclone na quarta-feira (4) e a configuração de sua frente fria associada na quinta-feira (5), o sistema ajudará a <strong>impulsionar uma massa de ar frio</strong> em direção ao Brasil na própria quinta-feira (5), embora sua intensidade seja baixa. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Esse sistema fará as temperaturas caírem na região Sul, mas as mudanças mais significativas ocorrerão na sequência: Um <strong>segundo ciclone vai se formar</strong>, ajudando a impulsionar uma<strong> massa de ar polar ainda mais intensa</strong> em direção ao país a partir do sábado (7), como é possível observar na primeira imagem do artigo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-pode-impulsionar-forte-massa-de-ar-frio-em-plena-primavera-1793633922047.jpg" data-image="r4zeky9q7hal" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa na quinta-feira (esquerda) e na sexta-feira (direita)." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa na quinta-feira (esquerda) e na sexta-feira (direita)."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa na quinta-feira (esquerda) e na sexta-feira (direita) mostra as duas massas de ar frio que atuarão sobre o Brasil no final da semana.</figcaption></figure><p>Na imagem acima, é possível observar <strong>ambas as massas de ar frio</strong> que atuarão sobre o Brasil, com destaque para o sistema mais intenso que avançará pelo pais no final de semana. Até a segunda-feira (9), o ar frio terá atingido grande parte do centro-sul, incluindo:</p><ul><li><strong>Região Sul</strong> (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná);</li><li><strong>Região Sudeste</strong> (São Paulo, Rio de Janeiro e parte de Minas Gerais) </li><li><strong>Região Centro-Oeste</strong> (Mato Grosso do Sul, sul de Goiás).</li></ul><h2>Frio pode trazer até mesmo geadas tardias</h2><p>Como resultado disso, as temperaturas vão cair de maneira expressiva ao longo do <strong>sábado (7)</strong>, do <strong>domingo (8)</strong> e da <strong>segunda-feira (9)</strong>, trazendo inclusive <strong>risco de geadas tardias para a região Sul</strong>. As áreas de maior risco são o estado de Santa Catarina e a região da Serra Gaúcha e da Serra Catarinense.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-pode-impulsionar-forte-massa-de-ar-frio-em-plena-primavera-1793633955000.jpg" data-image="dra8qy1jxjz6" alt="Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira da semana que vem." title="Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira da semana que vem."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira da semana que vem mostra que grande parte do Sul registrará temperaturas próximas dos 0°C, ocasionando geadas tardias.</figcaption></figure><p>Na imagem acima, é possível observar que <strong>temperaturas muito próximas dos 0°C </strong>serão registradas entre o norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, e o sul do Paraná, com destaque para as <strong>regiões serranas</strong> - o que justifica o risco de geadas pontuais nessas áreas.</p><p>As temperaturas também vão cair consideravelmente na região da <strong>Serra da Mantiqueira</strong>, entre o extremo leste de São Paulo e o sul de Minas Gerais. Não se descarta a possibilidade de que <strong>geadas pontuais e fracas</strong> também se formem nessa área do Sudeste, especialmente na segunda-feira (9).</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="796335" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/chuva-volumosa-temporais-severos-e-granizo-deixam-em-alerta-varios-estados-nesta-semana.html" title="Chuva volumosa, temporais severos e granizo deixam em alerta vários estados nesta semana">Chuva volumosa, temporais severos e granizo deixam em alerta vários estados nesta semana</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/chuva-volumosa-temporais-severos-e-granizo-deixam-em-alerta-varios-estados-nesta-semana.html" title="Chuva volumosa, temporais severos e granizo deixam em alerta vários estados nesta semana"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-volumosa-temporais-severos-e-granizo-deixam-em-alerta-varios-estados-nesta-semana-1793622104502_320.jpg" alt="Chuva volumosa, temporais severos e granizo deixam em alerta vários estados nesta semana"></a></article></aside><p>O resultado é que, já neste final de semana, a atuação dos ciclones, suas frentes frias e das massas de ar polar trarão <strong>mais um episódio de frio intenso tardio para o centro-sul do Brasil</strong>, mesmo em pleno mês de Novembro e nos aproximando cada vez mais do Verão.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/ciclone-pode-impulsionar-forte-massa-de-ar-frio-em-plena-primavera.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Temporal e granizo causam estragos e destelhamentos em cidades do Paraná]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/temporal-e-granizo-causam-estragos-e-destelhamentos-em-cidades-do-parana.html</link><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 17:12:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Diante dos impactos registrados no perímetro urbano e rural, o Corpo de Bombeiros e voluntários trabalharam na remoção de árvores caídas sobre a pista enquanto a prefeitura avaliava oficializar a situação de emergência. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-e-granizo-causam-estragos-e-destelhamentos-em-cidades-do-parana-1793632178798.jpg" data-image="79ehp0ddntd3" alt="Vendaval e pedras de gelo destelharam barracões e afetaram escolas na região centro-sul do Paraná. Foto: Divulgação" title="Vendaval e pedras de gelo destelharam barracões e afetaram escolas na região centro-sul do Paraná. Foto: Divulgação"><figcaption>Vendaval e pedras de gelo destelharam barracões e afetaram escolas na região centro-sul do Paraná. Foto: Divulgação</figcaption></figure><p><strong>Uma intensa tempestade provocada pela passagem de uma supercélula causou sérios prejuízos na tarde de domingo (1º) no Paraná</strong>. O fenômeno atingiu com força municípios da região centro-sul, deixando ruas bloqueadas, prédios públicos danificados e milhares de moradores sem energia elétrica.</p><p>A formação do evento meteorológico ocorreu devido a um sistema de baixa pressão localizado entre o Paraguai e o norte da Argentina, somado às altas temperaturas e a variações na atmosfera. As cidades de <strong>Marquinho, Laranjal, Nova Laranjeiras, Laranjeiras do Sul e Cândido de Abreu</strong> <strong>registraram os maiores danos</strong>.</p><h2>Estragos estruturais e falta de energia em Marquinho</h2><p>O município de Marquinho, com cerca de 4,4 mil habitantes, foi uma das áreas mais afetadas pela tempestade de granizo e vento forte. A administração local estima que até <strong>70% da localidade tenha sofrido impactos, com registros de árvores caídas em vias públicas, destelhamentos severos e queda de fiação elétrica</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-e-granizo-causam-estragos-e-destelhamentos-em-cidades-do-parana-1793632349334.jpg" data-image="9macu1wq00bg" alt="Tempestade associada a sistema de baixa pressão atingiu municípios paranaenses provocando quedas de árvores e estragos. Foto: Divulgação" title="Tempestade associada a sistema de baixa pressão atingiu municípios paranaenses provocando quedas de árvores e estragos. Foto: Divulgação"><figcaption>Tempestade associada a sistema de baixa pressão atingiu municípios paranaenses provocando quedas de árvores e estragos. Foto: Divulgação</figcaption></figure><p>Entre os prédios danificados estão o <strong>Centro de Eventos, a sede da Prefeitura, unidades de saúde e três escolas municipais:</strong> <strong>Rui Barbosa, Cândido Xavier e Jânio Quadros</strong>. Danos intensos também foram observados nas comunidades rurais de Pedra Branca, Terra Boa, Gleba Nove e Guampará.</p><p>Paralelamente, <strong>a </strong><strong>Companhia Paranaense de Energia (COPEL)</strong> <strong>contabilizou cerca de 2,4 mil unidades consumidoras sem fornecimento elétrico</strong>. O corte abrangeu quase a totalidade dos usuários locais em decorrência da queda de postes e cabos de alta tensão. Em relação a pessoas atingidas, não houve relato imediato de feridos, desabrigados ou desalojados.</p><h2>Prejuízos rurais e mobilização regional</h2><p><strong>Em Laranjal, a cerca de 60 quilômetros de Marquinho, o temporal concentrou prejuízos na área rural</strong>, derrubando árvores e arrancando coberturas inteiras de barracões e imóveis. Estruturas metálicas e telhas ficaram retorcidas pelo chão ao longo de várias propriedades da cidade.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-e-granizo-causam-estragos-e-destelhamentos-em-cidades-do-parana-1793631923619.jpg" data-image="n70lrm9qvj1w" alt="Temporal surpreendeu moradores e provocou estragos. Foto: Reprodução/Atento a Rede" title="Temporal surpreendeu moradores e provocou estragos. Foto: Reprodução/Atento a Rede"><figcaption>Temporal surpreendeu moradores e provocou estragos. Foto: Reprodução/Atento a Rede</figcaption></figure><p><strong>Cândido de Abreu também reportou destruição em vários pontos após chuvas torrenciais</strong> acompanhadas de rajadas de vento intensas. Além disso, a Defesa Civil registrou o deslocamento da supercélula em direção a Guarapuava durante a evolução do sistema convectivo.</p><p>Diante da dimensão dos acontecimentos, o prefeito de Marquinho, Elio Bolzon Junior, acionou equipes de apoio para socorrer os moradores. <strong>A Prefeitura e o Corpo de Bombeiros distribuíram lonas plásticas para proteger as residências</strong> destelhadas enquanto avaliam a homologação de situação de emergência.</p><h2>Avisos meteorológicos e atuação de canais de umidade</h2><p>O <strong>Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)</strong> manteve avisos ativos de níveis amarelo e laranja cobrindo os municípios paranaenses. O alerta laranja apontou risco de<strong> tempestades com granizo localizado e rajadas de vento que chegam a 100 km/h</strong>, enquanto o aviso amarelo indicou perigo potencial de chuvas fortes contínuas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="796335" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/chuva-volumosa-temporais-severos-e-granizo-deixam-em-alerta-varios-estados-nesta-semana.html" title="Chuva volumosa, temporais severos e granizo deixam em alerta vários estados nesta semana">Chuva volumosa, temporais severos e granizo deixam em alerta vários estados nesta semana</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/chuva-volumosa-temporais-severos-e-granizo-deixam-em-alerta-varios-estados-nesta-semana.html" title="Chuva volumosa, temporais severos e granizo deixam em alerta vários estados nesta semana"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-volumosa-temporais-severos-e-granizo-deixam-em-alerta-varios-estados-nesta-semana-1793622104502_320.jpg" alt="Chuva volumosa, temporais severos e granizo deixam em alerta vários estados nesta semana"></a></article></aside><p>De acordo com o INMET, o aprofundamento das instabilidades no interior sul-americano é potencializado por<strong> um canal de umidade que conecta o Norte, Centro-Oeste e Sudeste até o norte da Região Sul</strong>. Essa circulação mantém as condições favoráveis a pancadas com trovoadas isoladas e eleva a sensação de abafamento.</p><p>Para reduzir riscos durante ocorrências com rajadas de vento, <strong>as autoridades recomendam não buscar abrigo debaixo de árvores e desligar aparelhos elétricos</strong> do quadro geral. Em casos urgentes, os cidadãos podem recorrer aos telefones 199, da Defesa Civil, e 193, do Corpo de Bombeiros.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referências da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Camila%20Eloisa" data-year="2026" data-title="Superc%C3%A9lula%20provoca%20temporal%20no%20Paran%C3%A1%2C%20derruba%20%C3%A1rvores%20e%20destelha%20barrac%C3%B5es%20em%20cidades%20do%20estado" data-url="https%3A%2F%2Fndmais.com.br%2Ftempo%2Festragos-do-temporal-no-parana%2F">Camila Eloisa. (2026). <a href="https://ndmais.com.br/tempo/estragos-do-temporal-no-parana/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Supercélula provoca temporal no Paraná, derruba árvores e destelha barracões em cidades do estado</a>.</cite><br><cite data-author="O%20Presente" data-year="2026" data-title="Granizo%20e%20vendaval%20provocam%20estragos%20em%20at%C3%A9%2070%25%20de%20Marquinho%2C%20no%20Paran%C3%A1" data-url="https%3A%2F%2Fwww.opresente.com.br%2Fgeral%2Fgranizo-e-vendaval-provocam-estragos-em-ate-70-de-marquinho-no-parana%2F">O Presente. (2026). <a href="https://www.opresente.com.br/geral/granizo-e-vendaval-provocam-estragos-em-ate-70-de-marquinho-no-parana/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Granizo e vendaval provocam estragos em até 70% de Marquinho, no Paraná</a>.</cite><br><cite data-author="Andr%C3%A9%20Ribeiro" data-year="2026" data-title="Temporal%20atinge%20cidades%20do%20Paran%C3%A1%20e%20causa%20estragos%20em%20C%C3%A2ndido%20de%20Abreu" data-url="https%3A%2F%2Farede.info%2Fcotidiano%2F680551%2Ftemporal-atinge-cidades-do-parana-e-causa-estragos-em-candido-de-abreu%3F_%3Damp">André Ribeiro. (2026). <a href="https://arede.info/cotidiano/680551/temporal-atinge-cidades-do-parana-e-causa-estragos-em-candido-de-abreu?_=amp" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Temporal atinge cidades do Paraná e causa estragos em Cândido de Abreu</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/temporal-e-granizo-causam-estragos-e-destelhamentos-em-cidades-do-parana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuva volumosa, temporais severos e granizo deixam em alerta vários estados nesta semana]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/chuva-volumosa-temporais-severos-e-granizo-deixam-em-alerta-varios-estados-nesta-semana.html</link><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 14:39:42 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Frente fria se forma, aumenta presença e intensidade de nuvens carregadas sobre vários estados ao longo da semana. Há riscos e alertas para a ocorrência de chuva volumosa, temporais severos e potencial queda de granizo.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbsw4l6"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbsw4l6.jpg" id="xbsw4l6"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>No decorrer desta semana, o modelo <strong><em>ECMWF </em></strong>mostra a formação de sistema de <strong>baixa pressão</strong> que atraem o transporte de ar quente e úmido para o Centro-Sul do Brasil. Na Região Norte, as chuvas também acontecem, mas de forma concentrada na porção oeste.</p><div class="texto-destacado"> Quer ser o primeiro a receber notícias como essa? Graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>canal de Whatsapp</strong></a> você consegue. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Nos próximos dias haverá a formação de frente fria, que aumenta o potencial para<strong> chuvas volumosas, tempestades severas e elevação das chances de queda de granizo</strong>. Com isso, municípios do Sul, Sudeste e Centro-Oeste vão ficar em alerta.</p><h2>Terça-feira: tempestades retornam ao Sul do Brasil</h2><p>A partir de terça-feira (3), o cenário meteorológico ganha contornos preocupantes. Um <strong>cavado se intensifica</strong> sobre o Sul do Brasil e a atmosfera fica mais instável. A maior presença de ar quente, umidade e o encontro de massas de ar criam o potencial para fortes levantamentos térmicos, acarretando a formação de <strong>nuvens de tempestade</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-volumosa-temporais-severos-e-granizo-deixam-em-alerta-varios-estados-nesta-semana-1793621137598.jpg" data-image="5yr6u2qjgn5a" alt="Precipitação, pressão a nível médio do mar e ventos" title="Precipitação, pressão a nível médio do mar e ventos"><figcaption>Cavado se forma no Sul e alertas para chuvas volumosas e tempestades retornam a região nesta terça (3).</figcaption></figure><p>Os alertas de <strong>tempestades severas</strong> são altos, bem como as chances de <strong>chuvas volumosas</strong> e os riscos de <strong>queda de granizo</strong> em todo o oeste gaúcho. Santa Catarina e Paraná também devem registrar <strong>chuvas fortes</strong>, principalmente no período da tarde.</p><p>No Norte do Brasil, áreas de instabilidade e até mesmo uma <strong>linha de estabilidade</strong> podem afetar o estado do Amazonas no período da tarde. O leste do Pará também tem previsão de <strong>chuvas intensas e pontuais</strong>.</p><h2>Quarta-feira: frente fria se forma e avança pelo Brasil</h2><p>O <strong>tempo severo</strong> se mantém na madrugada e durante toda a manhã de quarta-feira (4). Os riscos de <strong>chuvas volumosas</strong> e o potencial para gerar transtornos são elevados, deixando o Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina em alerta constante.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-volumosa-temporais-severos-e-granizo-deixam-em-alerta-varios-estados-nesta-semana-1793621043592.jpg" data-image="ts1qfuwvyu47" alt="Rios atmosféricos" title="Rios atmosféricos"><figcaption>Canal de umidade transporta ar quente e úmido para o Centro-Sul do Brasil nesta semana.</figcaption></figure><p>À tarde, a precipitação ganha força e municípios entram em estado de alerta, em uma faixadesde a região central do Rio Grande do Sul até o sul do Paraná. As chuvas virão acompanhadas de <strong>descargas elétricas</strong>, <strong>rajadas de vento</strong> e potencial <strong>queda de granizo</strong>, com riscos de queda de árvores, alagamentos e transbordamento de rios.</p><p>A noite, o centro de <strong>baixa pressão</strong> se consolida sobre o leste da Região Sul, gerando <strong>tempestades severas</strong>. Até o final da quarta-feira (4), a <strong>frente fria</strong> se desloca vagarosamente e atinge o sudoeste do Paraná com <strong>chuvas intensas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-volumosa-temporais-severos-e-granizo-deixam-em-alerta-varios-estados-nesta-semana-1793621981434.jpg" data-image="37zhu7d89zd8" alt="Nebulosidade e chuva" title="Nebulosidade e chuva"><figcaption>Frente fria começa a avançar pelo Sul e alcança áreas do Centro-Oeste e Sudeste no dia seguinte.</figcaption></figure><p>Por outro lado, o restante do Centro-Sul do Brasil segue registrando <strong>chuvas pontuais</strong> no leste do Sudeste e no norte de Goiás. O Centro-Norte também terá precipitações após uma manhã abafada, com Rondônia e Amazonas registrando a formação de <strong>nuvens carregadas</strong>.</p><h2>Quinta-feira: temporais ocorrem em estados do Centro-Sul e Centro-Norte</h2><p>A <strong>frente fria</strong> avança, afeta todo o estado do Paraná e alcança o sul do Sudeste e o Centro-Oeste ainda durante a madrugada de quinta-feira (5). O cenário mais preocupante permanece sobre o território paranaense, onde as chuvas marcam presença em todo o estado com intensidade entre <strong>moderada e forte</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-volumosa-temporais-severos-e-granizo-deixam-em-alerta-varios-estados-nesta-semana-1793622104502.jpg" data-image="xtdmuyzqty0t" alt="Água precipitável" title="Água precipitável"><figcaption>A previsão é de que, com o avanço da frente fria a presença de água precipitável se concentre na faixa entre o oeste do Amazonas e o leste do Sudeste.</figcaption></figure><p>Durante a manhã, as chuvas perdem força sobre a Região Sul, mas o <strong>tempo permanece fechado</strong>. Os alertas de <strong>chuvas intensas com trovoadas</strong> concentram-se no centro e oeste paulista, no Triângulo Mineiro e no leste de Mato Grosso do Sul.</p><p>Os riscos de <strong>tempestades</strong> aumentam no período da tarde, quando a <strong>frente fria</strong> organiza o <strong>canal de umidade</strong> e o encontro das massas de ar proporciona o mecanismo necessário para a formação de <strong>nuvens carregadas</strong>. Sendo assim, desde a divisa entre Rio de Janeiro e São Paulo até o norte de Goiás, há potencial para <strong>temporais e transtornos</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-volumosa-temporais-severos-e-granizo-deixam-em-alerta-varios-estados-nesta-semana-1793621093676.jpg" data-image="f5mssg48ww12" alt="Densidade de raios" title="Densidade de raios"><figcaption>Previsão mostra áreas com maior possibilidade de tempestades nesta quinta-feira (5), segundo o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>Potencial para <strong>tempestades</strong> também está previsto em Rondônia, Amazonas e Pará. A presença de umidade e o calor característico da região permitem o desenvolvimento de <strong>nuvens convectivas</strong>, deixando os três estados em alerta.</p><h2>Sexta-feira: chuvas perdem intensidade e o sol volta a aparecer</h2><p>Na sexta-feira (6), uma mudança no tempo é esperada. As chuvas diminuem de intensidade, a <strong>frente fria</strong> avança em direção ao Atlântico e o <strong>sol volta a aparecer</strong> nos estados do Centro-Sul do Brasil durante o período da manhã.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="796222" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul.html" title="Tempestades severas e chuvas de até 200 mm voltam a ameaçar os estados do Sul">Tempestades severas e chuvas de até 200 mm voltam a ameaçar os estados do Sul</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul.html" title="Tempestades severas e chuvas de até 200 mm voltam a ameaçar os estados do Sul"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul-1793549112770_320.jpg" alt="Tempestades severas e chuvas de até 200 mm voltam a ameaçar os estados do Sul"></a></article></aside><p>A partir da tarde, a nebulosidade aumenta e as chances de chuva retornam de maneira fraca e isolada, sem alertas para <strong>grandes temporais</strong> como os previstos para os dias anteriores da semana.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/chuva-volumosa-temporais-severos-e-granizo-deixam-em-alerta-varios-estados-nesta-semana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A Via Láctea não possui a "esfera luminosa" que estabiliza outras galáxias: como ela sobreviveu a 7 bilhões de anos?]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/a-via-lactea-nao-possui-a-esfera-luminosa-que-estabiliza-outras-galaxias-como-ela-sobreviveu-a-7-bilhoes-de-anos.html</link><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 12:07:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Um estudo investigou como galáxias espirais como a Via Láctea conseguiram preservar sua estrutura ao longo de bilhões de anos, apesar das colisões cósmicas. A análise de 54 galáxias revelou mecanismos que podem explicar a sobrevivência de galáxias sem bojos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-via-lactea-nao-possui-a-esfera-luminosa-que-estabiliza-outras-galaxias-como-ela-sobreviveu-a-7-bilhoes-de-anos-1793558337436.png" data-image="rkhgsl3bgmie" alt="Bojos clássicos são regiões centrais densas e aproximadamente esféricas, formadas por grandes concentrações de estrelas em galáxias. Crédito: ESO" title="Bojos clássicos são regiões centrais densas e aproximadamente esféricas, formadas por grandes concentrações de estrelas em galáxias. Crédito: ESO"><figcaption>Bojos clássicos são regiões centrais densas e aproximadamente esféricas, formadas por grandes concentrações de estrelas em galáxias. Crédito: ESO</figcaption></figure><p>A Via Láctea apresenta uma característica que intriga os astrônomos: diferentemente de muitas galáxias espirais, ela não possui um bojo central clássico.<strong> Essa estrutura, geralmente formada por uma concentração densa de estrelas no centro galáctico,</strong> está associada à evolução e às interações gravitacionais entre galáxias. </p><p><strong>O projeto internacional BEARD analisou 54 galáxias sem bojo clássico, usando mais de 600 horas de observações astronômicas. </strong>Os pesquisadores investigaram como esses sistemas evoluíram diante das colisões e interações gravitacionais que marcaram a história do Universo. </p><p>Os resultados apontam dois caminhos possíveis para preservar seus discos: evitar grandes fusões ou passar por encontros entre galáxias com configurações orbitais específicas. <strong>Esses resultados ajudam a compreender como a Via Láctea pode ter preservado sua estrutura e como foi a evolução ao longo do tempo.</strong></p><h2>Esferas Luminosas</h2><p>As esferas luminosas também são chamadas de bojos clássicos e são regiões de alta concentração de estrelas. <strong>Geralmente, elas tem formato aproximadamente esférico e se destacam pelo brilho intenso em relação ao disco ao redor.</strong> Essas estruturas são compostas por populações estelares mais antigas.</p><div class="texto-destacado">Sua formação está associada a diferentes processos evolutivos, incluindo fusões galácticas, instabilidades gravitacionais e redistribuição de estrelas e gás.</div><p><strong>Em galáxias espirais, o bojo ocupa a região central, cercada por um disco achatado onde se distribuem braços espirais, gás e poeira.</strong> Nem todos os bojos, porém, possuem a mesma origem ou estrutura: os clássicos tendem a apresentar uma distribuição mais esférica e movimentos estelares desordenados.</p><h2>Via Láctea não possui uma </h2><p><strong>A Via Láctea não apresenta um bojo clássico grande e proeminente como o observado em muitas outras galáxias espirais</strong>. Em seu centro existe uma estrutura alongada de estrelas, conhecida como barra, além de uma região central mais compacta e densa.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780562" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/por-que-as-galaxias-tem-bracos-espirais-cientistas-ainda-buscam-a-resposta.html" title="Por que as galáxias têm braços espirais? Cientistas ainda buscam a resposta">Por que as galáxias têm braços espirais? Cientistas ainda buscam a resposta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/por-que-as-galaxias-tem-bracos-espirais-cientistas-ainda-buscam-a-resposta.html" title="Por que as galáxias têm braços espirais? Cientistas ainda buscam a resposta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-as-galaxias-tem-bracos-espirais-cientistas-ainda-buscam-a-resposta-1785099366317_320.png" alt="Por que as galáxias têm braços espirais? Cientistas ainda buscam a resposta"></a></article></aside><p>Essa característica também está relacionada à história evolutiva da nossa galáxia.<strong> Um bojo clássico pode se formar por processos violentos, como grandes fusões entre galáxias</strong>, que redistribuem as órbitas das estrelas e produzem estruturas mais esféricas. </p><h2>54 galáxias sem bojo</h2><p>O projeto internacional BEARD foi desenvolvido para investigar como galáxias espirais sem bojos conseguiram preservar suas estruturas ao longo de sua evolução. Para isso, uma equipe de pesquisadores analisou <strong>54 galáxias com essas características, reunindo mais de 600 horas de observações astronômicas. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-via-lactea-nao-possui-a-esfera-luminosa-que-estabiliza-outras-galaxias-como-ela-sobreviveu-a-7-bilhoes-de-anos-1793558268232.png" data-image="l7k2hcfro0b0" alt="O projeto BEARD analisou 54 galáxias sem bojos clássicos para investigar como esses sistemas preservaram seus discos estelares ao longo da evolução cósmica. Crédito: Projeto BEARD" title="O projeto BEARD analisou 54 galáxias sem bojos clássicos para investigar como esses sistemas preservaram seus discos estelares ao longo da evolução cósmica. Crédito: Projeto BEARD"><figcaption>O projeto BEARD analisou 54 galáxias sem bojos clássicos para investigar como esses sistemas preservaram seus discos estelares ao longo da evolução cósmica. Crédito: Projeto BEARD</figcaption></figure><p><strong>O objetivo foi compreender como esses sistemas atravessaram bilhões de anos de interações gravitacionais, colisões e possíveis fusões com outras galáxias</strong>. A pesquisa investigou os mecanismos capazes de preservar os discos estelares, estruturas achatadas que concentram grande parte das estrelas e dos braços espirais. </p><h2>Mecanismos de sobrevivência</h2><p><strong>Os pesquisadores identificaram dois mecanismos que podem explicar como galáxias sem bojo clássico sobrevivera</strong>m. No primeiro cenário, esses sistemas simplesmente evitaram encontros próximos com galáxias muito massivas, escapando de colisões capazes de desorganizar suas estruturas. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-via-lactea-nao-possui-a-esfera-luminosa-que-estabiliza-outras-galaxias-como-ela-sobreviveu-a-7-bilhoes-de-anos-1793558202967.png" data-image="s5o6avxekh4d" alt="O estudo identificou dois possíveis mecanismos de sobrevivência: evitar grandes colisões ou passar por interações gravitacionais com alinhamentos orbitais favoráveis. Crédito: NASA" title="O estudo identificou dois possíveis mecanismos de sobrevivência: evitar grandes colisões ou passar por interações gravitacionais com alinhamentos orbitais favoráveis. Crédito: NASA"><figcaption>O estudo identificou dois possíveis mecanismos de sobrevivência: evitar grandes colisões ou passar por interações gravitacionais com alinhamentos orbitais favoráveis. Crédito: NASA</figcaption></figure><p><strong>O segundo mecanismo envolve a geometria das interações entre galáxias.</strong> Quando dois sistemas se aproximam com seus discos girando em sentidos e planos orbitalmente favoráveis, a interação gravitacional pode ser menos destrutiva, permitindo que suas estruturas sobrevivam à colisão. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Cardona-Barrero%20et%20al" data-year="2026" data-title="Bulgeless%20Evolution%20And%20the%20Rise%20of%20Discs%20(BEARD)%20III.%20A%20numerical%20simulation%20view%20of%20satellites%20around%20Milky-Way%20analogues" data-url="https%3A%2F%2Farxiv.org%2Fabs%2F2605.18975">Cardona-Barrero et al. (2026). <a href="https://arxiv.org/abs/2605.18975" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Bulgeless Evolution And the Rise of Discs (BEARD) III. A numerical simulation view of satellites around Milky-Way analogues</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/a-via-lactea-nao-possui-a-esfera-luminosa-que-estabiliza-outras-galaxias-como-ela-sobreviveu-a-7-bilhoes-de-anos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O animal mexicano que consegue andar sobre a água graças às suas patas]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/o-animal-mexicano-que-consegue-andar-sobre-a-agua-gracas-as-suas-patas-eis-como-o-faz.html</link><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 10:18:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Este inseto, conhecido como alfaiate, consegue deslizar sem esforço pela superfície da água graças a pêlos especializados e à tensão superficial, que o ajuda a manter-se à tona.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-animal-mexicano-que-puede-caminar-sobre-el-agua-gracias-a-sus-patas-asi-lo-consigue-1792723731737.jpg" data-image="wvonggr2rewb" alt="El zapatero tiene un cuerpo largo y esbelto de color oscuro, a menudo negro o marrón, sostenido por seis patas excepcionalmente largas y delgadas." title="El zapatero tiene un cuerpo largo y esbelto de color oscuro, a menudo negro o marrón, sostenido por seis patas excepcionalmente largas y delgadas."><figcaption>O alfaiate tem um corpo longo e esguio, de cor escura, frequentemente preto ou castanho, sustentado por seis patas excecionalmente longas e finas.</figcaption></figure><p>Quando lê sobre um animal mexicano que anda sobre a água, podes pensar em muitos, mas neste artigo vamos falar de um inseto, o <em>Gerridae</em>, mais conhecido como inseto sapateiro. O <em>Gerris lacustris</em>, também conhecido como sapateiro,<em> </em>é um inseto aquático fascinante.</p><p><strong>Este inseto não pica nem faz mal às pessoas</strong>. O alfaiate tem um corpo longo e esguio, de cor escura, frequentemente preto ou castanho, sustentado por seis patas excecionalmente longas e finas. <strong>As suas patas médias e traseiras estão muito afastadas, o que o torna visualmente distinto enquanto desliza pela superfície da água</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Embora esta seja uma das espécies mais conhecidas, existem mais de 1.700 variedades de alfaiates no mundo, das quais cerca de 10 por cento habitam em ambientes marinhos. O que permite ao alfaiate deslocar-se à superfície sem afundar é a sua anatomia sofisticada, que inclui um manto de micropêlos hidrofugantes. </div><p>Todo o seu corpo e patas estão cobertos por minúsculos pêlos repelentes à água que retêm ar. Isto reduz o seu peso efetivo e, juntamente com a tensão superficial da água, permite-lhe manter-se a flutuar apenas com o apoio das suas extremidades. <strong>São também insetos pequenos, com entre 2 e 12 milímetros de comprimento, sendo as fêmeas geralmente maiores do que os machos</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-animal-mexicano-que-puede-caminar-sobre-el-agua-gracias-a-sus-patas-asi-lo-consigue-1792724225046.jpg" data-image="261aarms1epe" alt="Se alimentan de mosquitos adultos que aterrizan en el agua. Los zapateros viven en estanques, lagos y aguas de movimiento lento." title="Se alimentan de mosquitos adultos que aterrizan en el agua. Los zapateros viven en estanques, lagos y aguas de movimiento lento."><figcaption>Alimentam-se de mosquitos adultos que pousam na água. Os alfaiates vivem em lagoas, lagos e águas de corrente lenta.</figcaption></figure><p>Na sua cabeça destacam-se umas antenas longas e segmentadas. O<em> Gerris lacustris</em> não só é capaz de andar sobre a água, como também consegue detectar o ponto exato onde outro inseto cai para o transformar na sua presa. <strong>O inseto sapateiro detecta as vibrações e ondulações da água </strong>graças aos micropêlos que possui tanto nas patas como no corpo.</p><p>A sua anatomia proporciona-lhe a tração necessária para se impulsionar a grande velocidade ou fugir dos seus predadores. <strong>O alfaiate habita principalmente em águas doces e calmas, como lagoas, ribeiros ou pântanos, sobretudo em zonas costeiras</strong>. No entanto, algumas espécies da família <em>Gerridae</em>, como as do género Halobates, habitam em alto mar. </p><h2>Para prosperar, o seu ambiente deve cumprir duas condições fundamentais</h2><ul><li><strong>Abundância de alimento</strong>: Necessita da presença de zooplâncton e outros insetos.</li></ul><ul><li><strong>Vegetação e rochas</strong>: Elementos indispensáveis onde depositar os seus ovos durante a fase reprodutiva.</li></ul><ul></ul><p>Apesar da sua aparência frágil e tranquila, <strong>o alfaiate é um predador ágil e agressivo</strong>. O seu método de caça consiste em, assim que localiza a presa, agarrá-la com as garras e injetar-lhe enzimas salivares mortais para a consumir.</p><ul><li><strong>Territorialidade e canibalismo</strong>: É um inseto territorial que marca o seu território através de ondas na água. Após a época de acasalamento, costumam ser solitários ou viver em pequenos grupos; no entanto, se a densidade populacional aumentar demasiado, podem chegar a praticar o canibalismo.</li></ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-animal-mexicano-que-puede-caminar-sobre-el-agua-gracias-a-sus-patas-asi-lo-consigue-1792724471831.jpg" data-image="evk52bts34fe" alt="¡El zapatero es un insecto fascinante que puede caminar sobre el agua! Tienen patas largas ya menudo se les ve deslizándose por los estanques." title="¡El zapatero es un insecto fascinante que puede caminar sobre el agua! Tienen patas largas ya menudo se les ve deslizándose por los estanques."><figcaption>O alfaiate é um inseto fascinante que consegue andar sobre a água! Tem patas compridas e é frequente vê-lo a deslizar pelas lagoas.</figcaption></figure><p>Quando chega o inverno, hibernam para reaparecer na primavera. Migram se a salinidade da água aumentar abruptamente ou para procurar zonas mais adequadas para alimentar as suas ninfas<strong>. O ciclo reprodutivo decorre entre a primavera e o início do verão</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/este-animal-mexicano-pode-passar-anos-debaixo-da-terra-e-sair-apenas-quando-chegam-as-chuvas.html" title="Este animal mexicano pode passar anos debaixo da terra e sair apenas quando chegam as chuvas">Este animal mexicano pode passar anos debaixo da terra e sair apenas quando chegam as chuvas</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/este-animal-mexicano-pode-passar-anos-debaixo-da-terra-e-sair-apenas-quando-chegam-as-chuvas.html" title="Este animal mexicano pode passar anos debaixo da terra e sair apenas quando chegam as chuvas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/este-animal-mexicano-puede-pasar-anos-bajo-tierra-y-salir-unicamente-cuando-llegan-las-lluvias-1792079702979_320.png" alt="Este animal mexicano pode passar anos debaixo da terra e sair apenas quando chegam as chuvas"></a></article></aside><p>Devido ao seu pequeno tamanho e ao facto de as suas ninfas se manterem frequentemente imóveis à superfície, <strong>são uma presa fácil no ecossistema</strong>. Os seus principais predadores incluem peixes, tritões, rãs e sapos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/o-animal-mexicano-que-consegue-andar-sobre-a-agua-gracas-as-suas-patas-eis-como-o-faz.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[10 plantas e flores secas perfeitas para decorar a casa ]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/plantas/10-plantas-e-flores-secas-perfeitas-para-decorar-a-casa-no-outono.html</link><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 08:17:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Flores e folhas que mantêm o seu encanto mesmo depois de secas: 10 plantas ideais para criar composições naturais e trazer as cores do outono para dentro de casa.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/10-piante-e-fiori-essiccati-perfetti-per-decorare-casa-in-autunno-1792965594900.jpeg" data-image="nbz5qzjyk4xm"><figcaption>10 plantas e flores secas perfeitas para decorar a casa no outono</figcaption></figure><p><strong>As plantas verdejantes e as flores coloridas são as protagonistas das casas, dos jardins, dos varandas e dos ramos cortados durante a sua época mais bonita</strong>. É difícil imaginá-las como elementos decorativos quando o seu ciclo de vida já terminou; no entanto, algumas plantas e flores conservam as suas formas, cores e até mesmo aromas, mesmo depois de secas. São perfeitas para criar composições capazes de trazer aos ambientes domésticos um toque natural e evocativo durante o outono. Aqui estão 10 plantas que, uma vez secas, mantêm intacto o seu encanto.</p><h2>1. Limónio</h2><p>O limónio é muito<strong> apreciado em arranjos de flores secas</strong> devido às suas numerosas pequenas inflorescências, disponíveis em vários tons, desde o roxo ao rosa e até ao branco.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/10-piante-e-fiori-essiccati-perfetti-per-decorare-casa-in-autunno-1792965629951.jpeg" data-image="pow7c30r1k2g"><figcaption>Limónio.</figcaption></figure><p>Depois de secas, as flores mantêm a sua forma e cor durante muito tempo, tornando-se um elemento leve e versátil para ramos e decorações.</p><h2>2. Hortênsia</h2><p>As grandes inflorescências da hortênsia <strong>são particularmente adequadas para a secagem</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/10-piante-e-fiori-essiccati-perfetti-per-decorare-casa-in-autunno-1792965646406.jpeg" data-image="3lupamjbo9iq"><figcaption>Hortênsia.</figcaption></figure><p>Com o passar do tempo, as cores vivas podem adquirir <strong>tons mais delicados e vintage</strong>, enquanto a característica forma esférica permanece intacta.</p><p>Sozinhas ou acompanhadas de outras flores, são ideais para arranjos outonais com um aspecto natural e elegante.</p><h2>3. Cardo azul</h2><p>O eríngio, também conhecido como cardo azul<strong>, distingue-se pelas suas inflorescências</strong> com a característica forma pontiaguda e pelos tons azulados ou prateados.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/10-piante-e-fiori-essiccati-perfetti-per-decorare-casa-in-autunno-1792965664895.jpeg" data-image="27v8xmx8op3v"><figcaption>Cardo-azul.</figcaption></figure><p>Mesmo depois de seco,<strong> conserva muito bem a sua estrutura e cor</strong>, tornando-se um elemento original para composições rústicas ou de estilo mais contemporâneo.</p><h2>4. Helicriso</h2><p>O helicriso é também conhecido como "flor de papel" <strong>devido à textura particular dos seus pétalas</strong>, que parecem quase feitas de papel.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/10-piante-e-fiori-essiccati-perfetti-per-decorare-casa-in-autunno-1792965685854.jpeg" data-image="bgdovmizbiid"><figcaption>Helicriso.</figcaption></figure><p>Após a secagem, mantém a forma das flores e as cores intensas, que vão do amarelo ao laranja e do rosa ao vermelho.<strong> É uma das flores mais características para criar decorações destinadas a durar no tempo</strong>.</p><h2>5. Eucalipto</h2><p>Não são só as flores: também a folhagem de algumas plantas<strong> é perfeita para composições secas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/10-piante-e-fiori-essiccati-perfetti-per-decorare-casa-in-autunno-1792965704569.jpeg" data-image="pkwz0z9044rn"><figcaption>Eucalipto.</figcaption></figure><p>O eucalipto mantém durante muito tempo as suas folhas arredondadas e o seu característico aspecto verde prateado, para além do seu aroma. Os seus <strong>ramos podem ser utilizados sozinhos ou combinados com flores secas</strong> para conferir volume e movimento à composição.</p><h2>6. Alfazema</h2><p>A alfazema mantém, mesmo seca, as suas <strong>características espigas florais e parte do seu aroma intenso</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/10-piante-e-fiori-essiccati-perfetti-per-decorare-casa-in-autunno-1792965722624.jpeg" data-image="zhgwqdfhrrlq"><figcaption>Alfazema.</figcaption></figure><p>A cor tende a tornar-se mais suave, mas as inflorescências mantêm o seu aspecto decorativo durante muito tempo. As suas pequenas flores <strong>são perfeitas para ramos, guirlandas e arranjos com um delicado toque outonal</strong>.</p><h2>7. Gipsófila</h2><p>Com as suas inúmeras pequenas flores brancas, <strong>a gipsófila cria um efeito leve e etéreo, particularmente adequado para arranjos florais</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/10-piante-e-fiori-essiccati-perfetti-per-decorare-casa-in-autunno-1792965744864.jpeg" data-image="lr7bptamnfkd"><figcaption>Gipsófila.</figcaption></figure><p>Depois de seca, mantém a ramificação e a forma das inflorescências, tornando-se um elemento ideal para preencher os ramos e acompanhar flores maiores. </p><h2>8. Algodão</h2><p>As características das sementes do algodão estão entre os elementos mais curiosos que se podem encontrar nas composições de flores secas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/10-piante-e-fiori-essiccati-perfetti-per-decorare-casa-in-autunno-1792965764610.jpeg" data-image="pgf7nh6p6jtf"><figcaption>Algodão.</figcaption></figure><p>Quando se abrem, <strong>revelam a fibra branca e macia que envolve as sementes</strong>. A forma mantém-se estável e a cor clara cria um contraste agradável com as flores e as folhas em tons outonais.</p><h2>9. Urze</h2><p>A urze produz inúmeras <strong>flores pequenas ao longo dos seus ramos</strong>, criando massas floridas delicadas e compactas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/10-piante-e-fiori-essiccati-perfetti-per-decorare-casa-in-autunno-1792965783044.jpeg" data-image="ntuov7ee0skz"><figcaption>Urze.</figcaption></figure><p>Mesmo após a secagem, mantém bem a sua estrutura e as tonalidades rosadas, violáceas ou brancas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="794308" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/plantas/ideais-para-esta-primavera-5-plantas-que-adoram-umidade-e-aproveitam-os-dias-chuvosos.html" title="Ideais para esta primavera: 5 plantas que adoram umidade e aproveitam os dias chuvosos">Ideais para esta primavera: 5 plantas que adoram umidade e aproveitam os dias chuvosos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/plantas/ideais-para-esta-primavera-5-plantas-que-adoram-umidade-e-aproveitam-os-dias-chuvosos.html" title="Ideais para esta primavera: 5 plantas que adoram umidade e aproveitam os dias chuvosos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ideales-para-esta-primavera-5-plantas-que-aman-la-humedad-y-aprovechan-los-dias-lluviosos-1792185959644_320.jpg" alt="Ideais para esta primavera: 5 plantas que adoram umidade e aproveitam os dias chuvosos"></a></article></aside><p>É particularmente adequada para composições simples e de aspecto natural, nas quais também pode ser utilizada em conjunto com ramos e folhas secas.</p><h2>10. Protea</h2><p>A protea é provavelmente uma das <strong>plantas mais espetaculares para utilizar em composições secas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/10-piante-e-fiori-essiccati-perfetti-per-decorare-casa-in-autunno-1792965800957.jpeg" data-image="qr8adr0w56w0"><figcaption>Protea.</figcaption></figure><p>As suas grandes inflorescências, caracterizadas por formas incomuns e invólucros coriáceos, <strong>mantêm muito bem a sua estrutura após a secagem</strong>. Mesmo sozinha, pode tornar-se o ponto focal de um vaso, graças ao seu aspecto exótico e original.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/plantas/10-plantas-e-flores-secas-perfeitas-para-decorar-a-casa-no-outono.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Um vulcão próximo à capital da Nicarágua tem um sistema magmático mais complexo do que os cientistas pensavam]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/um-vulcao-proximo-a-capital-da-nicaragua-tem-um-sistema-magmatico-mais-complexo-do-que-os-cientistas-pensavam.html</link><pubDate>Sun, 01 Nov 2026 23:47:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Pesquisadores utilizaram dados de satélite de seis anos para descobrir indícios de duas fontes de magma distintas sob o vulcão Masaya, na Nicarágua, que se encontra próximo a cerca de dois milhões de pessoas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/volcano-near-nicaragua-s-capital-has-a-more-complex-magma-system-than-scientists-thought-1793027733731.png" data-image="r5m6gvh6gg9x" alt="Pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia encontraram evidências de dois depósitos de magma ativos sob o vulcão Masaya, na Nicarágua, o que revela um sistema subterrâneo mais complexo do que se acreditava até agora." title="Pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia encontraram evidências de dois depósitos de magma ativos sob o vulcão Masaya, na Nicarágua, o que revela um sistema subterrâneo mais complexo do que se acreditava até agora."><figcaption>Pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia encontraram evidências de dois depósitos de magma ativos sob o vulcão Masaya, na Nicarágua, o que revela um sistema subterrâneo mais complexo do que se acreditava até agora.</figcaption></figure><p>Descobriu-se que um enorme vulcão, situado a apenas 21 quilômetros de Manágua — a capital da Nicarágua,<strong> onde vivem mais de dois milhões de pessoas</strong> —, tem algo borbulhando sob sua superfície que, até agora, era totalmente desconhecido pelos cientistas.</p><div class="texto-destacado">O vulcão Masaya é conhecido por seu lago de lava e é um destino turístico popular, além de ser um parque nacional. Embora não tenha registrado uma erupção significativa desde 1772, ele emite regularmente altas concentrações de dióxido de enxofre, um gás vulcânico que pode ser perigoso para os visitantes e para as pessoas que vivem nas proximidades.</div><p>Relacionado a isso está o movimento do magma através de seus depósitos subterrâneos. <strong>Esse processo nunca foi totalmente compreendido</strong>; por isso, os pesquisadores têm se esforçado para entender melhor o perigo potencial que ele representa.</p><p>Pois bem,<strong> um novo estudo da Universidade Estadual da Pensilvânia encontrou evidências de que pode haver duas fontes de magma distintas sob o vulcão</strong>, em vez de uma única, como os cientistas pensavam originalmente.</p><h2>O terreno se move em direções opostas</h2><p>A equipe utilizou dados do satélite Sentinel-1, que sobrevoa Masaya aproximadamente a cada 12 dias, para rastrear pequenas alterações na altitude do terreno entre 2018 e 2024. A técnica empregada, chamada InSAR, <strong>utiliza um radar capaz de penetrar as nuvens</strong>,<strong> o que é importante para vulcões em regiões tropicais, onde a nebulosidade é comum</strong>.</p><p>O que descobriram foi que o terreno sobre a caldeira principal do vulcão afundou durante a primeira parte do período de estudo e, depois, começou a se elevar novamente. Segundo os pesquisadores,<strong> isso poderia significar que o magma estava sendo drenado inicialmente</strong> e que, em seguida, magma novo começou a se deslocar para um reservatório mais profundo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/volcano-near-nicaragua-s-capital-has-a-more-complex-magma-system-than-scientists-thought-1793027760482.jpg" data-image="zhbmzec2oa9p" alt="Ao analisar seis anos de dados de satélite, os cientistas detectaram mudanças no terreno ao redor do vulcão Masaya que poderiam ajudar a melhorar o monitoramento vulcânico e a previsão de futuras erupções." title="Ao analisar seis anos de dados de satélite, os cientistas detectaram mudanças no terreno ao redor do vulcão Masaya que poderiam ajudar a melhorar o monitoramento vulcânico e a previsão de futuras erupções."><figcaption>Ao analisar seis anos de dados de satélite, os cientistas detectaram mudanças no terreno ao redor do vulcão Masaya que poderiam ajudar a melhorar o monitoramento vulcânico e a previsão de futuras erupções.</figcaption></figure><p>No entanto, a zona ao redor da cratera ativa de Santiago não seguiu o mesmo padrão: <strong>continuou afundando durante os seis anos, mesmo enquanto o restante da caldeira se elevava</strong>.</p><p>“Isso indica que o sistema de condutos é mais complexo e poderia ser decorrente de uma diminuição do magma em um segundo reservatório menos profundo”, disse a autora principal, Lizzie Johnson, que ajudou a realizar a pesquisa.</p><h2>Segundo os pesquisadores, não há perigo imediato.</h2><p>Os pesquisadores ressaltaram que suas descobertas não indicavam nenhuma ameaça imediata para as pessoas que vivem nos arredores de Masaya. No entanto, segundo a equipe, <strong>conhecer o comportamento habitual do vulcão deve facilitar a detecção de mudanças incomuns no futuro</strong>.</p><p>Young Cheol Kim, que trabalhou no estudo como estudante de doutorado na Penn State, disse que o monitoramento contínuo foi fundamental para estabelecer essa linha de base. “<strong>E, se surgir a necessidade de alertar as pessoas, podemos fazê-lo de maneira oportuna</strong>”, disse ele.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776327" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/lazer/resort-no-interior-de-sp-atrai-turistas-com-piscina-de-aguas-quentes-dentro-de-um-vulcao.html" title="Resort no interior de SP atrai turistas com piscina de águas quentes dentro de um vulcão">Resort no interior de SP atrai turistas com piscina de águas quentes dentro de um vulcão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/lazer/resort-no-interior-de-sp-atrai-turistas-com-piscina-de-aguas-quentes-dentro-de-um-vulcao.html" title="Resort no interior de SP atrai turistas com piscina de águas quentes dentro de um vulcão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/resort-no-interior-de-sp-atrai-turistas-com-piscina-de-aguas-quentes-dentro-de-um-vulcao-1782757605634_320.jpg" alt="Resort no interior de SP atrai turistas com piscina de águas quentes dentro de um vulcão"></a></article></aside><p>Johnson afirmou que a realização de estudos adicionais de longo prazo <strong>ajudaria a monitorar os riscos em Masaya e em outros vulcões semelhantes</strong> com lagos de lava.</p><div><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Double%20trouble%3A%20Two%20active%20magma%20reservoirs%20indicated%20at%20Masaya%20volcano" data-year="October%202026" data-title="Penn%20State%20University%20via%20Science%20Daily" data-url="https%3A%2F%2Fwww.psu.edu%2Fnews%2Fearth-and-mineral-sciences%2Fstory%2Fdouble-trouble-two-active-magma-reservoirs-indicated-masaya">Double trouble: Two active magma reservoirs indicated at Masaya volcano. (October 2026). <a href="https://www.psu.edu/news/earth-and-mineral-sciences/story/double-trouble-two-active-magma-reservoirs-indicated-masaya" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Penn State University via Science Daily</a>.</cite></p></section><br></div>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/um-vulcao-proximo-a-capital-da-nicaragua-tem-um-sistema-magmatico-mais-complexo-do-que-os-cientistas-pensavam.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Com o tamanho de uma mão e o peso de um celular: pequenos escudos que prometem parar detritos espaciais a 7 km/s]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/com-o-tamanho-de-uma-mao-e-o-peso-de-um-celular-pequenos-escudos-que-prometem-parar-detritos-espaciais-a-7-km-s.html</link><pubDate>Sun, 01 Nov 2026 22:21:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Uma nova tecnologia de blindagem espacial promete proteger satélites contra detritos que viajam a velocidades de até 7 km/s. Desenvolvidos pela empresa Atomic-6, os pequenos módulos de proteção têm o tamanho de uma mão e o peso de um celular.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/com-o-tamanho-de-uma-mao-e-o-peso-de-um-celular-pequenos-escudos-que-prometem-parar-detritos-espaciais-a-7-km-s-1793557270455.png" data-image="akdmillkcb2d" alt="A Space Armor, desenvolvida pela Atomic-6, é uma blindagem modular projetada para proteger satélites contra impactos de detritos espaciais em alta velocidade. Crédito: Atomic 6" title="A Space Armor, desenvolvida pela Atomic-6, é uma blindagem modular projetada para proteger satélites contra impactos de detritos espaciais em alta velocidade. Crédito: Atomic 6"><figcaption>A Space Armor, desenvolvida pela Atomic-6, é uma blindagem modular projetada para proteger satélites contra impactos de detritos espaciais em alta velocidade. Crédito: Atomic 6</figcaption></figure><p>O acúmulo de lixo espacial representa um risco crescente para satélites e espaçonaves. Isso porque fragmentos de poucos milímetros podem atingir velocidades de vários quilômetros por segundo. <strong>Para enfrentar esse problema, a empresa Atomic-6 desenvolveu uma blindagem chamada de Space Armor.</strong></p><p><strong>A tecnologia já foi enviada ao espaço em 20 de outubro de 2026, instalada na nave Starburst-1 para iniciar sua avaliação em condições reais. </strong>Diferentemente dos escudos metálicos, a Space Armor foi projetada para absorver os impactos e limitar a produção de detritos secundários. </p><p><strong>Segundo a empresa, testes em laboratório demonstraram resistência a projéteis de alumínio de 3 milímetros disparados a mais de 7 km/s.</strong> O material também permite a passagem de ondas de radiofrequência, característica que possibilita sua instalação próxima a antenas e sistemas de comunicação.</p><h2>O perigo do lixo espacial</h2><p><strong>A órbita terrestre está cada vez mais lotada com satélites desativados, fragmentos de foguetes e resíduos produzidos por colisões anteriores. </strong>Mesmo partículas milimétricas representam riscos, pois podem atingir espaçonaves a velocidades de vários quilômetros por segundo. </p><div class="texto-destacado">Com uma velocidade muito alta, um fragmento muito pequeno pode perfurar estruturas, danificar instrumentos ou comprometer sistemas essenciais de uma missão.</div><p>Enquanto satélites maiores podem ser acompanhados e, em alguns casos, realizar manobras de desvio, partículas microscópicas quase não são observadas. Por isso, <strong>desenvolver materiais capazes de resistir a impactos tornou-se um tópico importante da engenharia aeroespacial</strong>.</p><h2>Como funciona a nova blindagem Space Armor</h2><p>Desenvolvida pela empresa Atomic-6, a Space Armor é uma tecnologia de proteção baseada em materiais compostos, <strong>combinando fibras e resinas em uma estrutura projetada para absorver a energia de impactos.</strong> Seus módulos têm dimensões aproximadas às de uma mão e peso comparável ao de um celular.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/com-o-tamanho-de-uma-mao-e-o-peso-de-um-celular-pequenos-escudos-que-prometem-parar-detritos-espaciais-a-7-km-s-1793557336614.png" data-image="95iyd5942qep" alt="Com dimensões próximas às de uma mão e peso semelhante ao de um celular, os módulos da Space Armor utilizam materiais compostos para absorver a energia de colisões. Crédito: Atomic 6" title="Com dimensões próximas às de uma mão e peso semelhante ao de um celular, os módulos da Space Armor utilizam materiais compostos para absorver a energia de colisões. Crédito: Atomic 6"><figcaption>Com dimensões próximas às de uma mão e peso semelhante ao de um celular, os módulos da Space Armor utilizam materiais compostos para absorver a energia de colisões. Crédito: Atomic 6</figcaption></figure><p>Um dos diferenciais do sistema é tentar limitar a formação de fragmentos secundários durante uma colisão. <strong>Em blindagens tradicionais, o impacto pode provocar a fragmentação do projétil e do próprio material protetor, produzindo detritos adicionais. </strong>A Space Armor busca dissipar a energia do impacto por meio de sua estrutura.</p><h2>Os testes de resistência e a chegada ao espaço</h2><p>Segundo a Atomic-6, os protótipos foram submetidos a testes de impacto em laboratório <strong>com projéteis de alumínio de aproximadamente 3 milímetros, lançados a velocidades superiores a 7 km/s. </strong>Essa velocidade corresponde a mais de 25 mil km/h, próxima das condições encontradas em determinadas colisões orbitais.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="790166" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/pentagono-divulga-novos-arquivos-sobre-ufos-eles-provam-a-existencia-de-naves-espaciais-extraterrestres.html" title="Pentágono divulga novos arquivos sobre UFOs: eles provam a existência de naves espaciais extraterrestres?">Pentágono divulga novos arquivos sobre UFOs: eles provam a existência de naves espaciais extraterrestres?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/pentagono-divulga-novos-arquivos-sobre-ufos-eles-provam-a-existencia-de-naves-espaciais-extraterrestres.html" title="Pentágono divulga novos arquivos sobre UFOs: eles provam a existência de naves espaciais extraterrestres?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/pentagono-desclasifica-nuevos-archivos-ovni-1789963262325_320.png" alt="Pentágono divulga novos arquivos sobre UFOs: eles provam a existência de naves espaciais extraterrestres?"></a></article></aside><p><strong>Em outubro de 2026, a tecnologia foi enviada ao espaço a bordo da Starburst-1, uma espaçonave da<em> Portal Space Systems</em>.</strong> A missão representa uma etapa importante porque permitirá avaliar o comportamento do método em condições reais de operação orbital. </p><h2>O futuro da proteção </h2><p>Se a tecnologia demonstrar desempenho em órbita, <strong>poderá ser usada na proteção de satélites, plataformas espaciais e outros equipamentos expostos a impactos</strong>. A possibilidade de instalar módulos leves também pode ser relevante para missões que precisam equilibrar proteção estrutural e restrições de massa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/com-o-tamanho-de-uma-mao-e-o-peso-de-um-celular-pequenos-escudos-que-prometem-parar-detritos-espaciais-a-7-km-s-1793557396142.png" data-image="deyw8a35qrd7" alt="A tecnologia foi enviada ao espaço a bordo da nave Starburst-1 para avaliar seu desempenho em órbita e sua capacidade de reduzir a formação de novos fragmentos. Crédito: Atomic 6" title="A tecnologia foi enviada ao espaço a bordo da nave Starburst-1 para avaliar seu desempenho em órbita e sua capacidade de reduzir a formação de novos fragmentos. Crédito: Atomic 6"><figcaption>A tecnologia foi enviada ao espaço a bordo da nave Starburst-1 para avaliar seu desempenho em órbita e sua capacidade de reduzir a formação de novos fragmentos. Crédito: Atomic 6</figcaption></figure><p><strong>A redução de fragmentos secundários é importante diante do risco chamado de síndrome de Kessler. </strong>Esse cenário descreve uma possível reação em cadeia na qual colisões geram novos detritos.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Scaliter" data-year="2026" data-title="Atomic-6%3A%20el%20nuevo%20escudo%20contra%20la%20basura%20espacial" data-url="https%3A%2F%2Fwww.larazon.es%2Fciencia%2Fatomic6-nuevo-escudo-basura-espacial_202610256ade45f9658beb674b288060.html">Scaliter. (2026). <a href="https://www.larazon.es/ciencia/atomic6-nuevo-escudo-basura-espacial_202610256ade45f9658beb674b288060.html" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Atomic-6: el nuevo escudo contra la basura espacial</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/com-o-tamanho-de-uma-mao-e-o-peso-de-um-celular-pequenos-escudos-que-prometem-parar-detritos-espaciais-a-7-km-s.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Feriado de Finados será com chuva e alerta de temporais em vários estados; confira a previsão]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/feriado-de-finados-sera-com-chuva-e-alerta-de-temporais-em-varios-estados-confira-a-previsao.html</link><pubDate>Sun, 01 Nov 2026 20:47:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste têm previsão de chuvas fortes e alertas para temporais severos neste feriado de Finados. O aumento do teor de umidade e as temperaturas elevadas são os principais motivadores para a formação de nuvens carregadas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbsr0jm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbsr0jm.jpg" id="xbsr0jm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Após um domingo (1) com tempo abafado, <strong>pancadas de chuva forte</strong> acompanhadas de trovoadas foram registradas em áreas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Essas características meteorológicas devem se manter neste <strong>Feriado de Finados</strong>, 2 de novembro, mantendo <strong>alertas de temporais</strong> que podem provocar transtornos em diferentes regiões.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p> As chances de precipitação são maiores em áreas do Centro-Sul, pois um <strong>canal de umidade</strong> estará ativo e terá a presença de ar quente. Desta forma, os ingredientes principais para a formação de <strong>nuvens carregadas </strong>estarão disponíveis, deixando áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e São Paulo em <strong>alerta para chuvas intensas</strong>.</p><h2>Feriado de Finados sob chuva e alerta de temporais</h2><p>Desde o período da manhã há previsão de <strong>chuvas intensas</strong> e avisos de <strong>temporais </strong>sobre estados do Centro-Sul. Na Região Sul, o <strong>tempo encoberto</strong> predomina, e as precipitações devem afetar o norte do Rio Grande do Sul, áreas de Santa Catarina e o oeste do Paraná.</p><p>A presença de uma <strong>área de baixa pressão</strong> entre a Argentina, Paraguai e Bolívia colabora com o aumento de vapor de água, deixando a <strong>atmosfera instável</strong>. O tempo em Mato Grosso do Sul também é influenciado por essa baixa pressão, gerando <strong>alerta de temporais</strong> já nas primeiras horas do dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/feriado-de-finados-sera-com-chuva-e-alerta-de-temporais-em-varios-estados-confira-a-previsao-1793560773330.jpg" data-image="xbs0o903r5op" alt="Rios atmosféricos" title="Rios atmosféricos"><figcaption>Canal de umidade reforça presença de nuvens carregadas sobre Centro-Sul do Brasil e dá suporte para a formação de células convectivas.</figcaption></figure><p>Por outro lado, o <strong>tempo firme</strong> predomina sobre o restante do Centro-Oeste, áreas da Região Norte e por todo o Nordeste do Brasil durante as primeiras horas do feriado.</p><p>Com o passar das horas, a presença de chuva diminui temporariamente e o <strong>sol entre nuvens</strong> pode aparecer em áreas pontuais do Centro-Sul. Em São Paulo e Minas Gerais, o céu fica parcialmente encoberto, mas não estão descartadas <strong>pancadas de chuva leve</strong> em ambos os territórios.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/feriado-de-finados-sera-com-chuva-e-alerta-de-temporais-em-varios-estados-confira-a-previsao-1793560711636.jpg" data-image="xovlaq4xelwg" alt="Precipitação e nebulosidade." title="Precipitação e nebulosidade."><figcaption>Mapa de precipitação e nebulosidade para a tarde desta segunda (2).</figcaption></figure><p>A elevação gradual das temperaturas e o <strong>transporte de umidade</strong> para os estados do Centro-Sul deixam a região em estado de <strong>atenção</strong>. Isso ocorre porque a combinação das duas variáveis fornece energia suficiente para a formação de <strong>células de tempestade </strong>com potencial para transtornos como<strong> </strong>alagamentos em áreas pontuais e formação de enxurradas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="796222" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul.html" title="Tempestades severas e chuvas de até 200 mm voltam a ameaçar os estados do Sul">Tempestades severas e chuvas de até 200 mm voltam a ameaçar os estados do Sul</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul.html" title="Tempestades severas e chuvas de até 200 mm voltam a ameaçar os estados do Sul"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul-1793549112770_320.jpg" alt="Tempestades severas e chuvas de até 200 mm voltam a ameaçar os estados do Sul"></a></article></aside><p>Na Região Sul, os <strong>alertas de temporais</strong> valem especialmente para o Paraná, onde as chuvas podem vir acompanhadas de <strong>descargas elétricas e trovoadas</strong>. Já no Centro-Oeste, além de Mato Grosso do Sul, o estado de Goiás também entra na rota de <strong>risco para tempestades</strong> neste feriado de Finados.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/feriado-de-finados-sera-com-chuva-e-alerta-de-temporais-em-varios-estados-confira-a-previsao-1793560670588.jpg" data-image="8xxyz00894x3" alt="Densidade de raios." title="Densidade de raios."><figcaption>Mapa de densidade de raios apresenta áreas com maior potencial para tempestades na tarde desta segunda-feira (2).</figcaption></figure><p>No Sudeste, as <strong>chuvas de forte intensidade</strong> podem gerar diversos transtornos urbanos e rurais. Os estados de São Paulo, Minas Gerais e o sul do Rio de Janeiro devem ser os mais atingidos no decorrer da tarde desta segunda-feira (2).</p><p>Nas demais regiões do país, a <strong>precipitação isolada</strong> concentra-se em pontos de Rondônia, Acre, Amazonas, Pará e Tocantins. O Nordeste segue com <strong>tempo predominantemente seco</strong>, embora pancadas rápidas de chuva possam ocorrer no litoral.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/feriado-de-finados-sera-com-chuva-e-alerta-de-temporais-em-varios-estados-confira-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tem chifres, parece um extraterrestre e se chama Loki: as criaturas mais estranhas das profundezas do Mar Argentino]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/tem-chifres-parece-um-extraterrestre-e-se-chama-loki-as-criaturas-mais-estranhas-das-profundezas-do-mar-argentino.html</link><pubDate>Sun, 01 Nov 2026 19:06:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Corais vermelhos, copépodes inéditos e um pepino-do-mar com chifres: o fundo do Mar Argentino revelou 57 espécies novas para a ciência em um cânion que quase duplica o tamanho do Grand Canyon.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tiene-cuernos-parece-extraterrestre-y-se-llama-loki-las-criaturas-mas-extranas-de-las-profundidades-del-mar-argentino-1791987410929.jpg" data-image="a5947444o4bp" alt="Pepino de mar" title="Pepino de mar"><figcaption>Uma nova espécie, descoberta durante a expedição Talud Continental IV — liderada por especialistas do CONICET a bordo do navio R/V Falkor (too), do Schmidt Ocean Institute —, foi batizada de Loki, devido à sua semelhança com o deus nórdico e conhecido personagem do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU).</figcaption></figure><p>Possui dois apêndices que parecem chifres, percorre um ambiente onde a luz do sol jamais chega e vive a 2.577 metros de profundidade. <strong>Foi batizado de Loki</strong>, como o deus trapaceiro da mitologia nórdica, e é a face visível de uma descoberta que coloca o Mar Argentino no mapa da biodiversidade mundial:<strong> 57 espécies marinhas novas para a ciência e cinco gêneros, revelados no cânion submarino de Mar del Plata</strong>.</p><p>Se o lugar lhe parece familiar, há um motivo. Em agosto de 2025, a expedição Talud Continental IV, liderada por cientistas do CONICET a bordo do navio Falkor (too), foi<strong> transmitida ao vivo durante 21 dias e chegou perto de 22 milhões de visualizações</strong>.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/n7WrQMKRGoc/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=n7WrQMKRGoc" id="n7WrQMKRGoc"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Houve aulas inteiras diante da tela e até uma estrela-do-mar alaranjada que virou meme nacional. Ao encerrar a campanha, <strong>estimava-se a descoberta de cerca de 40 novas espécies</strong>. O número final superou todas as apostas.</p><h2>Um choque de correntes que alimenta o abismo</h2><p>O segredo começa na superfície. Diante da costa de Buenos Aires e do Uruguai ocorre a <strong>Confluência Brasil-Malvinas</strong>, onde as águas quentes que descem dos trópicos se chocam com as águas frias e ricas em nutrientes que chegam da região subantártica.</p><p><strong>Esse encontro funciona como um fertilizante gigante</strong>: impulsiona a produção de plâncton e torna a região uma das mais produtivas do Atlântico Sul. O cânion — uma fenda que ultrapassa 3.500 metros, quase o dobro do Grand Canyon do Colorado —<strong> atua como um funil que conduz alimento para as profundezas</strong>.</p><p>O que resultou de uma oficina de duas semanas em Buenos Aires, em julho de 2026, é surpreendente. Há 20 copépodes — minúsculos crustáceos fundamentais nas redes alimentares —, 22 equinodermos (incluindo pepinos-do-mar e crinoides), 14 cnidários (como octocorais, penas-do-mar e corais pétreos) e um molusco escafópode com formato de presa.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/aeyXkvsHjiA/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=aeyXkvsHjiA" id="aeyXkvsHjiA"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Mas o dado que preocupa é outro: os especialistas analisaram apenas <strong>10% das amostras de copépodes,</strong> <strong>e todos os exemplares revelaram-se novos</strong>. Quantos mais estarão à espera nos frascos?</p><h2>Por que um pepino-do-mar com chifres é importante para todos nós?</h2><p>Por trás de cada espécie, há muito mais do que um nome exótico. Os corais e as penas-do-mar de águas frias formam <strong>florestas que oferecem refúgio e alimento a outros organismos</strong>, e sua presença é um fator relevante na definição de áreas marinhas protegidas. Conhecer o que vive lá embaixo é o primeiro passo para não destruir tudo sem saber.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tiene-cuernos-parece-extraterrestre-y-se-llama-loki-las-criaturas-mas-extranas-de-las-profundidades-del-mar-argentino-1791986107645.jpg" data-image="4k3awyonftxr" alt="Loki Mar Argentino" title="Loki Mar Argentino"><figcaption>Loki (Peniagone sp.), um equinodermo de águas profundas encontrado no cânion submarino de Mar del Plata, batizado assim por causa de seus chifres semelhantes aos do deus da lenda nórdica. Créditos: ROV SuBastian / Schmidt Ocean Institute.</figcaption></figure><p>A descoberta também revaloriza amostras que permaneciam guardadas em coleções, como as das expedições Talud Continental I a III, de 2012 e 2013. <strong>Todos os exemplares ficarão preservados no Museu Argentino de Ciências Naturais Bernardino Rivadavia</strong> e, agora, deverão ser formalmente descritos — uma tarefa lenta a cargo da taxonomia, disciplina que conta com poucos especialistas e que se torna cada vez mais estratégica.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="668994" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/as-7-criaturas-marinhas-mais-estranhas-do-mundo.html" title="As 7 criaturas marinhas mais estranhas do mundo">As 7 criaturas marinhas mais estranhas do mundo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/as-7-criaturas-marinhas-mais-estranhas-do-mundo.html" title="As 7 criaturas marinhas mais estranhas do mundo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/las-7-criaturas-marinas-mas-extranas-del-mundo-1723070562442_320.jpg" alt="As 7 criaturas marinhas mais estranhas do mundo"></a></article></aside><p>Para fevereiro e março de 2027, está prevista a expedição Talud Continental V, que explorará os cânions Ameghino e Almirante Brown, a cerca de 600 quilômetros da costa de Chubut — novamente com transmissão ao vivo. Se o cânion de Mar del Plata escondia 57 surpresas, ninguém se arrisca a adivinhar o que aparecerá mais ao sul. É bom ir preparando o mate.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/tem-chifres-parece-um-extraterrestre-e-se-chama-loki-as-criaturas-mais-estranhas-das-profundezas-do-mar-argentino.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tempestades severas e chuvas de até 200 mm voltam a ameaçar os estados do Sul]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul.html</link><pubDate>Sun, 01 Nov 2026 17:47:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>As chuvas voltam a ganhar força no Sul do Brasil, com alertas de tempestades severas e de chuvas intensas nos próximos dias nos três estados da Região. Os acumulados podem chegar aos 200 mm em algumas localidades.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbsppca"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbsppca.jpg" id="xbsppca"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>As chuvas continuam recorrentes no Sul do Brasil, mas vêm ocorrendo de forma mais irregular sem resultar em eventos intensos. No entanto, nos próximos dias, <strong>as instabilidades voltam a se desenvolver com maior intensidade e a provocar chuvas intensas com risco de tempestades severas</strong> no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>O potencial das chuvas começa a aumentar neste feriado do Dia de Finados, mas o maior risco está entre a terça-feira (3) e a quinta-feira (5), <strong>quando há risco de tempestades severas e acumulados de até 200 mm</strong>.</p><h2>Segunda-feira, Dia de Finados: chuvas aumentam começam a aumentar no Sul do Brasil</h2><p>Nesta segunda-feira (2), as instabilidades se formam e ganham força ao longo da madrugada no oeste da Região Sul, <strong>com potencial de chuvas intensas e de tempestades já no início da manhã </strong>do sudoeste ao noroeste do Paraná. Pancadas de <strong>chuva de até forte intensidade com descargas elétricas são previstas </strong>no sul do Paraná, no meio-oeste de Santa Catarina e no norte do Rio Grande do Sul.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795806" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/como-sera-o-clima-em-novembro-com-super-el-nino.html" title="Como será o clima em novembro com Super El Niño">Como será o clima em novembro com Super El Niño</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/como-sera-o-clima-em-novembro-com-super-el-nino.html" title="Como será o clima em novembro com Super El Niño"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-sera-o-clima-em-novembro-com-super-el-nino-1793297756261_320.jpg" alt="Como será o clima em novembro com Super El Niño"></a></article></aside><p><strong>No decorrer da manhã</strong>, as instabilidades se espalham pelo Paraná e <strong>levam potencial e chuvas intensas e de tempestades </strong>para todas as regiões do estado. Há risco de eventos severos para o oeste, norte e noroeste. Em Santa Catarina, a chuvas ocorrem na forma de pancadas isoladas, bem como no norte do Rio Grande do Sul, com baixo risco para transtornos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul-1793548264288.jpg" data-image="fngpczv0x1u2" alt="alerta de chuva" title="alerta de chuva"><figcaption>Previsão de chuva para o período da manhã da segunda-feira, 2 de novembro.</figcaption></figure><p><strong>A partir da tarde</strong>, a área instável na Região Sul migra para para o Mato Grosso do Sul e Região Sudeste, <strong>diminuindo o risco de eventos intensos</strong> no Sul, mas ainda com alertas para o noroeste e oeste do Paraná, onde há potencial de tempestades severas. Pancadas isoladas e chuvas pontuais ainda são previstas para o norte do Rio Grande do Sul, para o meio-oeste e sul de Santa Catarina.</p><h2>Terça-feira: chuvas intensas e tempestades severas a partir da tarde</h2><p>Ao longo da terça-feira (3), <strong>o tempo firme predomina em boa parte da Região Sul</strong>, com tempo mais fechado somente no sul do Rio Grande do Sul e no extremo oeste do Paraná, mas ainda com possibilidade do surgimento do sol.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul-1793548420559.jpg" data-image="x23xecc47wgp" alt="alerta de tempestades severas" title="alerta de tempestades severas"><figcaption>Previsão de chuva para a tarde da terça-feira, 3 de novembro.</figcaption></figure><p><strong> A partir da tarde</strong>, uma nova região mais instável passa a atuar sobre o Sul, mas agora, com maiores efeitos sobre a metade sul da Região. Assim, <strong>há alertas de chuvas intensas e para o risco de tempestades severas</strong> no Oeste, Campanha, região Central, Missões e Norte do Rio Grande do Sul, em praticamente todo o estado de Santa Catarina, com exceção do sul do estado, e no leste do Paraná.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul-1793548524515.jpg" data-image="oytdil5mto4y" alt="alerta de tempestades severas" title="alerta de tempestades severas"><figcaption>Previsão de densidade de raios para a tarde da terça-feira, 3 de novembro. A variável realça as regiões com maior potencial de tempestades.</figcaption></figure><p><strong>A atenção se mantém para o período da noite</strong>, com o aumento do risco de tempo severo sobre o Rio Grande do Sul, <strong>um alerta que abrange todas as regiões</strong>, mas com maior probabilidade de transtornos no Norte, Missões, Região Central, Campanha e regiões próximas à Pelotas e à região de Porto Alegre. Em Santa Catarina e no Paraná, as chuvas reduzem ou cessam.</p><h2>Quarta-feira: alertas de tempestades severas para o RS, SC e PR</h2><p>Na quarta-feira (4), <strong>o tempo instável continua e com alertas de chuvas intensas e de tempestade severas</strong> para os três estados do Sul do Brasil.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul-1793548678943.jpg" data-image="mv5204k45c0w" alt="alerta de chuvas intensas e de tempestades" title="alerta de chuvas intensas e de tempestades"><figcaption>Previsão de chuva para a tarde da quarta-feira, 4 de novembro.</figcaption></figure><p> <strong>No período da manhã</strong>, há alertas para norte, nordeste e noroeste do Rio Grande do Sul, para o sul e oeste de Santa Catarina. No oeste do Paraná, ainda não há potencial de eventos intensos, mas chuva de fraca a moderada intensidade com trovoadas já podem ocorrer. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul-1793548794772.jpg" data-image="5gfby2cmfarb" alt="alerta de chuvas intensas e de tempestades severas" title="alerta de chuvas intensas e de tempestades severas"><figcaption>Acumulado de chuva até a sexta-feira, 6 de novembro.</figcaption></figure><p> <strong>No período da tarde</strong>, as instabilidades entre o norte do Rio Grande do Sul e o estado de Santa Catarina ganham intensidade, aumentando o <strong>risco de chuvas intensas e de tempestades severas</strong>, que se estendem até o oeste catarinense. Nas demais regiões de Santa Catarina, há potencial de pancadas de chuva isoladas de até forte intensidade. No Paraná, o risco fica para as localidades do extremo oeste e sudoeste do estado. </p><div class="texto-destacado">Os acumulados totais, até a quarta-feira (4), podem atingir os 200 mm entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o que pode resultar em alagamentos e inundações.</div><p>No período da noite, <strong>as instabilidades se espalham e deixam em alerta para eventos tempestivos severos</strong> o norte do Rio Grande do Sul, todo o estado de Santa Catarina, o oeste, sul e oeste do Paraná.</p><h2>Quinta-feira: alertas ainda para SC e o PR, calmaria para o RS</h2><p>Na quinta-feira (5), as instabilidades migram para entre as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, diminuindo as chuvas sobre o Rio Grande do Sul, onde não há mais alertas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul-1793548878392.jpg" data-image="jrg89sm0fy7j" alt="chuvas intensa e de tempestades" title="chuvas intensa e de tempestades"><figcaption>Previsão de chuva para o período da manhã da quinta-feira, 5 de novembro.</figcaption></figure><p><strong>Os alertas se concentram na madrugada e no período da manhã</strong> no oeste, região central, leste e norte de Santa Catarina, no sul, leste e oeste do Paraná.<strong> A partir da tarde, as chuvas ocorrem de forma mais pontual</strong>, mas mantendo o risco de chuva forte e de tempestades no norte, noroeste e leste do Paraná, e no norte de Santa Catarina.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/tempestades-severas-e-chuvas-de-ate-200-mm-voltam-a-ameacar-os-estados-do-sul.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Temporais voltam ao Sul e podem dificultar o desenvolvimento do milho na primeira semana de novembro]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/temporais-no-sul-podem-atingir-milho-em-desenvolvimento-no-inicio-de-novembro.html</link><pubDate>Sun, 01 Nov 2026 14:28:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Temporais podem atingir o milho no Sul entre segunda e quinta-feira. Em Cascavel, são previstos aproximadamente 62 mm no período, enquanto vento, granizo e excesso de umidade exigem atenção ao desenvolvimento das lavouras e às operações agrícolas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-no-sul-podem-atingir-milho-em-desenvolvimento-no-inicio-de-novembro-1793529784644.jpg" data-image="sgfvfx2nezkg" alt="milho, chuva" title="milho, chuva"><figcaption>Nova instabilidade pode dificultar manejo do milho em três estados do Sul</figcaption></figure><p>A chuva volta a ganhar força no Sul a partir de segunda-feira, 2 de novembro, e encontra boa parte do milho de verão já no campo. Entre o feriado de Finados e quinta-feira, dia 5, são esperados <strong>cerca de 62 mm em Cascavel</strong>, no oeste do Paraná. Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, novos temporais também podem interromper operações e atingir lavouras em desenvolvimento. </p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O primeiro aumento da instabilidade ocorre entre o Paraná e o oeste catarinense, ainda pela manhã de segunda.<strong> Na terça-feira, as tempestades voltam a alcançar o centro-norte gaúcho </strong>e se espalham por Santa Catarina. Para o milho, a preocupação envolve tanto os danos localizados por vento e granizo quanto a repetição da chuva em terrenos que já apresentam excesso de umidade.</p><h2>Finados começa com chuva no Paraná e no oeste catarinense</h2><p>Na segunda-feira, as pancadas podem ocorrer desde cedo no centro-oeste do Paraná e no Grande Oeste de Santa Catarina, avançando para outras áreas ao longo do dia. Em Cascavel, o volume previsto é de <strong>23 mm, acompanhado por rajadas de até 56 km/h</strong>. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A combinação pode dificultar a entrada de máquinas e interromper a adubação de cobertura nas propriedades atingidas pelos temporais.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Mais ao norte e a leste do Paraná, a chuva prevista para o feriado é menor: aproximadamente 13 mm em Londrina e 8 mm em Ponta Grossa. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-no-sul-podem-atingir-milho-em-desenvolvimento-no-inicio-de-novembro-1793531050087.jpg" data-image="k9fbxsd38rcf" alt="chuva, acumulada" title="chuva, acumulada"><figcaption>Previsão de chuva acumulada de 2 a 5 de novembro.</figcaption></figure><p>Isso não significa uma semana inteira favorável ao trabalho nessas áreas, porque outras pancadas aparecem nos dias seguintes. Somando as previsões diárias de 2 a 5 de novembro, os volumes ficam assim:</p><ul><li><strong>Cascavel:</strong> cerca de 62 mm, com maior contribuição das chuvas de segunda e quinta-feira.</li><li><strong>Londrina:</strong> aproximadamente 23 mm, intercalados com uma redução da instabilidade na terça-feira.</li><li><strong>Ponta Grossa:</strong> perto de 23 mm, distribuídos ao longo dos quatro dias.</li></ul><h2>Na terça-feira, temporais avançam sobre lavouras em crescimento </h2><p>Na terça-feira, dia 3, a instabilidade aumenta novamente no centro-norte do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, com possibilidade de chuva forte e granizo localizado. O episódio encontra o milho gaúcho predominantemente em crescimento: no levantamento de 29 de outubro, <strong>95% das lavouras estabelecidas estavam em desenvolvimento vegetativo e 5% em florescimento</strong>. O plantio havia alcançado 80% da área prevista. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-no-sul-podem-atingir-milho-em-desenvolvimento-no-inicio-de-novembro-1793531170879.jpg" data-image="j9in83jhap1r" alt="precipitação, chuva, sudeste, sul" title="precipitação, chuva, sudeste, sul"><figcaption>Previsão de precipitação para a tarde de 3 de novembro.</figcaption></figure><p>Nas áreas mais úmidas, <strong>a nova chuva pode prolongar as dificuldades já registradas no início do ciclo,</strong> como crescimento lento e falhas na população de plantas. O excesso de água reduz a aeração das raízes e prejudica o aproveitamento de nutrientes. </p><p>Já os danos por granizo dependem da fase do milho e da integridade do ponto de crescimento, por isso folhas rasgadas, isoladamente, não permitem concluir que será necessário replantar. </p><h2>Quinta-feira traz nova chuva ao oeste paranaense </h2><p>A quarta-feira, dia 4, ainda terá condições para temporais em setores de Santa Catarina e do norte gaúcho, embora haja possibilidade de melhora em parte do território catarinense. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-no-sul-podem-atingir-milho-em-desenvolvimento-no-inicio-de-novembro-1793531388298.jpg" data-image="6s9bcf3li6lu" alt="chuva, paraná, região sul" title="chuva, paraná, região sul"><figcaption>Previsão de probabilidade de chuva para quarta-feira (4) as 15 horas.</figcaption></figure><p>No Paraná, Cascavel tem aproximadamente <strong>10 mm previstos na quarta e 26 mm na quinta-feira</strong>. Em Ponta Grossa, o vento merece atenção: as rajadas podem alcançar 60 km/h na quarta e 67 km/h na quinta, ampliando o risco de tombamento nas lavouras mais expostas. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795934" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/chuvas-e-temporais-durante-o-feriadao-do-dia-de-finados-deixam-em-alerta-varios-estados-confira.html" title="Chuvas e temporais durante o feriadão do Dia de Finados deixam em alerta vários estados; confira">Chuvas e temporais durante o feriadão do Dia de Finados deixam em alerta vários estados; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/chuvas-e-temporais-durante-o-feriadao-do-dia-de-finados-deixam-em-alerta-varios-estados-confira.html" title="Chuvas e temporais durante o feriadão do Dia de Finados deixam em alerta vários estados; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-e-temporais-durante-o-feriadao-do-dia-de-finados-deixam-em-alerta-varios-estados-confira-1793372385936_320.jpg" alt="Chuvas e temporais durante o feriadão do Dia de Finados deixam em alerta vários estados; confira"></a></article></aside><p><strong>A redução da chuva também não será simultânea no Paraná.</strong> Na sexta-feira, dia 6, Cascavel passa para cerca de 8 mm, enquanto Ponta Grossa tem aproximadamente 17 mm previstos. Nessas áreas, a persistência das pancadas ainda pode adiar operações no milho.</p><ul> </ul>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/temporais-no-sul-podem-atingir-milho-em-desenvolvimento-no-inicio-de-novembro.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Novembro terá chuvas de meteoros, conjunções e fenômenos para observar no céu]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/novembro-tera-chuvas-de-meteoros-conjuncoes-e-fenomenos-para-observar-no-ceu.html</link><pubDate>Sun, 01 Nov 2026 12:09:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Novembro de 2026 terá vários eventos astronômicos para acompanhar no céu, incluindo chuvas de meteoros, conjunções planetárias e outros fenômenos celestes. Confira as principais datas e condições dos eventos previstos para o mês.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/novembro-tera-chuvas-de-meteoros-conjuncoes-e-fenomenos-para-observar-no-ceu-1793476827101.png" data-image="5ilcslv5eszx" alt="Novembro de 2026 terá chuvas de meteoros, uma superlua e lançamentos de missões espaciais entre os principais destaques do calendário astronômico." title="Novembro de 2026 terá chuvas de meteoros, uma superlua e lançamentos de missões espaciais entre os principais destaques do calendário astronômico."><figcaption>Novembro de 2026 terá chuvas de meteoros, uma superlua e lançamentos de missões espaciais entre os principais destaques do calendário astronômico.</figcaption></figure><p>Novembro de 2026 terá uma agenda diversificada de eventos astronômicos e espaciais, com fenômenos visíveis no céu e marcos da exploração espacial. <strong>Entre os destaques estão as chuvas de meteoros Táuridas e Leônidas, além de uma superlua prevista para o dia 24. </strong></p><p><strong>O calendário também inclui lançamentos de missões espaciais, como a The Sea God Surveys (WADATSUMI-II)</strong>, dedicada à observação da superfície terrestre por radar. Outras operações previstas envolvem a expansão de constelações de satélites e o envio de suprimentos para a Estação Espacial Internacional. </p><p>Outro marco previsto para novembro é <strong>a chegada da sonda Voyager 1 à distância de um dia-luz da Terra, uma escala equivalente a aproximadamente 25,9 bilhões de quilômetros. </strong>Lançada em 1977, a espaçonave segue pelo espaço interestelar e representa um dos maiores feitos da exploração espacial. </p><h2>Chuva de meteoros</h2><p>Novembro terá três chuvas de meteoros em destaque no calendário astronômico: as Táuridas do Sul, com pico em 5 de novembro, as Táuridas do Norte, em 12 de novembro, e as Leônidas, em 17 de novembro. <strong>As duas primeiras são conhecidas pela ocorrência de meteoros lentos e brilhantes</strong>, incluindo bolas de fogo.</p><div class="texto-destacado">No entanto, a taxa de meteoros é baixa, em comparação com outras famosas, com apenas cinco meteoros por hora. </div><p><strong>Já as Leônidas podem atingir uma taxa de até 15 meteoros por hora durante seu pico. </strong>Elas são produzidas por detritos deixados pelo cometa 55P/Tempel-Tuttle, que atravessam a atmosfera terrestre em alta velocidade e geram os rastros luminosos. A chuva é conhecida por grandes tempestades de meteoros.</p><h2>Superlua</h2><p><strong>A superlua de novembro ocorrerá em 24 de novembro de 2026, quando a Lua cheia estará próxima do perigeu, o ponto de sua órbita mais próximo da Terra.</strong> Nesse período, o satélite estará a 361 mil quilômetros do planeta, com a distância diminuindo para cerca de 359 mil quilômetros no dia seguinte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novembro-tera-chuvas-de-meteoros-conjuncoes-e-fenomenos-para-observar-no-ceu-1793476926634.png" data-image="glh7c26bi4ey" alt="A superlua de 24 de novembro poderá ser observada após o pôr do Sol, quando a Lua cheia estará próxima do perigeu, seu ponto mais próximo da Terra. Crédito: NASA" title="A superlua de 24 de novembro poderá ser observada após o pôr do Sol, quando a Lua cheia estará próxima do perigeu, seu ponto mais próximo da Terra. Crédito: NASA"><figcaption>A superlua de 24 de novembro poderá ser observada após o pôr do Sol, quando a Lua cheia estará próxima do perigeu, seu ponto mais próximo da Terra. Crédito: NASA</figcaption></figure><p><strong>Como o instante da Lua cheia ocorrerá durante o dia, a melhor oportunidade de observação será após o pôr do Sol, quando o satélite estará visível no horizonte.</strong> A diferença de tamanho e luminosidade em relação a uma Lua cheia pode ser percebida em condições boas de observação. </p><h2>Missões espaciais</h2><p>Novembro de 2026 terá uma agenda movimentada de lançamentos espaciais também. <strong>O mês começa com a missão <em>The Sea God Surveys</em>, da Rocket Lab, com a janela de lançamento abrindo dia 3.</strong> O foguete levará ao espaço um satélite para produzir imagens da superfície terrestre mesmo durante a noite ou sob cobertura de nuvens. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="764115" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/esa-se-prepara-para-lancar-sonda-em-direcao-a-asteroide-que-passara-perto-da-terra-em-abril-de.html" title="ESA se prepara para lançar sonda em direção a asteroide que passará perto da Terra em abril de 2029">ESA se prepara para lançar sonda em direção a asteroide que passará perto da Terra em abril de 2029</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/esa-se-prepara-para-lancar-sonda-em-direcao-a-asteroide-que-passara-perto-da-terra-em-abril-de.html" title="ESA se prepara para lançar sonda em direção a asteroide que passará perto da Terra em abril de 2029"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/incroyable-l-europe-va-lancer-une-sonde-sur-un-asteroide-qui-frolera-la-terre-dans-3-ans-1775078153336_320.jpeg" alt="ESA se prepara para lançar sonda em direção a asteroide que passará perto da Terra em abril de 2029"></a></article></aside><p><strong>Entre os lançamentos seguintes estão duas missões da constelação de internet Amazon Leo: dia 13 com 40 satélites e não antes do dia 23 com 36 satélites.</strong> O calendário também inclui a nave de carga Progress MS-36, prevista para dia 24, com suprimentos para a Estação Espacial Internacional.</p><h2>1 dia-luz da Voyager</h2><p><strong>A exploração espacial também irá comemorar que a sonda Voyager 1 está prestes a alcançar um marco inédito: ficar a 1 dia-luz de distância da Terra. </strong>A previsão é que isso aconteça em 18 de novembro de 2026, quando a espaçonave estará a aproximadamente 25,9 bilhões de quilômetros do nosso planeta. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novembro-tera-chuvas-de-meteoros-conjuncoes-e-fenomenos-para-observar-no-ceu-1793476991312.png" data-image="osvttco3ggpg" alt="A Voyager 1 deve atingir a distância de um dia-luz da Terra em novembro de 2026, percorrendo cerca de 25,9 bilhões de quilômetros desde nosso planeta. Crédito: NASA" title="A Voyager 1 deve atingir a distância de um dia-luz da Terra em novembro de 2026, percorrendo cerca de 25,9 bilhões de quilômetros desde nosso planeta. Crédito: NASA"><figcaption>A Voyager 1 deve atingir a distância de um dia-luz da Terra em novembro de 2026, percorrendo cerca de 25,9 bilhões de quilômetros desde nosso planeta. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Um dia-luz corresponde à distância percorrida pela luz no intervalo de 24 horas. <strong>Lançada em setembro de 1977, a Voyager 1 é o objeto construído por seres humanos mais distante da Terra e entrou no espaço interestelar em agosto de 2012</strong>, ao ultrapassar a heliopausa, limite da influência do vento solar.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/novembro-tera-chuvas-de-meteoros-conjuncoes-e-fenomenos-para-observar-no-ceu.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cientistas brasileiros desenvolvem instrumentos para investigar anomalia no campo magnético da Terra]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/cientistas-brasileiros-desenvolvem-instrumentos-para-investigar-anomalia-no-campo-magnetico-da-terra.html</link><pubDate>Sun, 01 Nov 2026 10:23:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Região de proteção magnética enfraquecida sobre o Brasil pode comprometer satélites e sistemas de comunicação. Projeto do Inpe busca monitorar partículas espaciais e aprimorar estratégias de prevenção contra danos tecnológicos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/cientistas-brasileiros-desenvolvem-instrumentos-para-investigar-anomalia-no-campo-magnetico-da-terra-1793460081765.jpg" data-image="a3lnghqcsoqf" alt="Imagem mostrando a força do campo magnético terrestre com escala em nanoteslas. A mancha azul representa a Anomalia Magnética do Atlântico Sul. No Brasil, seus efeitos abrangem sobretudo as regiões Sul e Sudeste, mas se estendem pela maior parte do território nacional ESA/DTU Space" title="Imagem mostrando a força do campo magnético terrestre com escala em nanoteslas. A mancha azul representa a Anomalia Magnética do Atlântico Sul. No Brasil, seus efeitos abrangem sobretudo as regiões Sul e Sudeste, mas se estendem pela maior parte do território nacional ESA/DTU Space"><figcaption>Imagem mostrando a força do campo magnético terrestre com escala em nanoteslas. A mancha azul representa a Anomalia Magnética do Atlântico Sul. Crédito: ESA/DTU Space</figcaption></figure><p>Pesquisadores do <strong>Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)</strong> estão desenvolvendo instrumentos para investigar a <strong>Anomalia Magnética do Atlântico Sul (Sama)</strong>, região onde o campo magnético terrestre apresenta intensidade reduzida. O fenômeno abrange parte da América do Sul, do oceano Atlântico e da África, com efeitos especialmente relevantes sobre o território brasileiro.</p><p>O campo magnético funciona como um<strong> escudo natural contra partículas carregadas emitidas pelo Sol</strong>, protegendo a atmosfera e equipamentos tecnológicos. Na região da anomalia, entretanto, essa proteção é menor, permitindo que partículas energéticas alcancem altitudes mais baixas e aumentem os riscos para satélites.</p><p>Entre os sistemas vulneráveis estão <strong>serviços de telecomunicações, navegação e geolocalização.</strong> Durante tempestades geomagnéticas, provocadas por perturbações na atividade solar, as partículas podem alterar as condições da ionosfera, prejudicando a transmissão de sinais e reduzindo a precisão de sistemas como o GPS.</p><h2>Novos instrumentos para prever riscos espaciais</h2><p>Para compreender melhor esses efeitos, pesquisadores do Inpe trabalham no <strong>projeto Sama-Suite</strong>, voltado ao desenvolvimento de equipamentos capazes de medir o fluxo de elétrons e outras partículas que atravessam a atmosfera na região da anomalia.</p><div class="texto-destacado">Coordenada pela pesquisadora Livia Ribeiro Alves, a iniciativa pretende identificar a quantidade, a frequência e a localização dessas partículas, além de investigar como seu comportamento muda durante tempestades geomagnéticas. Os resultados poderão contribuir para previsões mais precisas do clima espacial.</div><p>Segundo os pesquisadores, conhecer antecipadamente as condições de maior risco permitirá<strong> adotar medidas preventivas, como desligar temporariamente instrumentos sensíveis ou modificar procedimentos operacionais dos satélites</strong>. A estratégia é semelhante à previsão meteorológica, que permite reduzir danos mesmo sem impedir fenômenos naturais.</p><h2>Tecnologia nacional e desafios científicos</h2><p>O Sama-Suite ainda está nas etapas iniciais de desenvolvimento. Atualmente, os cientistas definem os requisitos técnicos dos instrumentos, que precisarão <strong>operar em órbitas baixas e resistir à exposição elevada à radiação.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cientistas-brasileiros-desenvolvem-instrumentos-para-investigar-anomalia-no-campo-magnetico-da-terra-1793460281861.jpg" data-image="e1n8h9cwyh5q" alt="Novos instrumentos devem ajudar a entender o ponto mais fraco no campo magnético da Terra, localizado acima do território do Brasil" title="Novos instrumentos devem ajudar a entender o ponto mais fraco no campo magnético da Terra, localizado acima do território do Brasil"><figcaption>Novos instrumentos devem ajudar a entender o ponto mais fraco no campo magnético da Terra, localizado acima do território do Brasil. Crédito: Revista Fapesp</figcaption></figure><p>Os equipamentos passarão por testes de temperatura, resistência eletrônica e detecção de partículas antes de serem considerados aptos para missões espaciais. Entre as possibilidades de utilização estão o <strong>programa sino-brasileiro CBERS e a missão Galileo</strong>, dedicada à observação solar.</p><p>A pesquisa também investiga a interação entre partículas aprisionadas nos <strong>cinturões de radiação terrestres e ondas eletromagnéticas conhecidas como whistler.</strong> Essas interações podem provocar a precipitação de elétrons em direção à atmosfera, especialmente na área da anomalia.</p><h2>Fenômeno pode persistir por milhões de anos</h2><p>A origem da Sama está relacionada aos movimentos do <strong>ferro líquido no núcleo externo terrestre</strong>, responsáveis pela geração do campo magnético. Variações nessa dinâmica produzem regiões de polaridade invertida, reduzindo localmente a intensidade da proteção magnética.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784389" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/terremotos-fortes-estao-realmente-se-tornando-mais-frequentes-ao-redor-do-mundo.html" title="Terremotos fortes estão realmente se tornando mais frequentes ao redor do mundo?">Terremotos fortes estão realmente se tornando mais frequentes ao redor do mundo?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/terremotos-fortes-estao-realmente-se-tornando-mais-frequentes-ao-redor-do-mundo.html" title="Terremotos fortes estão realmente se tornando mais frequentes ao redor do mundo?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/i-forti-terremoti-stanno-davvero-aumentando-nel-mondo-1786828117399_320.jpg" alt="Terremotos fortes estão realmente se tornando mais frequentes ao redor do mundo?"></a></article></aside><p>Estudos indicam que essas estruturas se deslocam gradualmente para oeste e <strong>podem permanecer ativas por milhões de anos</strong>. Portanto, a anomalia não representa um evento passageiro, mas uma característica duradoura do ambiente espacial terrestre.</p><p>Para os cientistas, ampliar a capacidade brasileira de monitoramento será fundamental para p<strong>roteger infraestruturas tecnológicas, fortalecer a pesquisa espacial nacional e reduzir vulnerabilidades </strong>dos serviços que dependem de satélites.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Revista%20Fapesp" data-year="2026" data-title="Um%20mapa%20do%20calcanhar%20de%20aquiles%20celeste" data-url="https%3A%2F%2Frevistapesquisa.fapesp.br%2Fum-mapa-do-calcanhar-de-aquiles-celeste%2F">Revista Fapesp. (2026). <a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/um-mapa-do-calcanhar-de-aquiles-celeste/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Um mapa do calcanhar de aquiles celeste</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/cientistas-brasileiros-desenvolvem-instrumentos-para-investigar-anomalia-no-campo-magnetico-da-terra.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Morcegos: esta medida reduziria a mortalidade destes animais relacionada com as turbinas eólicas em 80%]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/morcegos-esta-medida-reduziria-a-mortalidade-destes-animais-relacionada-com-as-turbinas-eolicas-em.html</link><pubDate>Sun, 01 Nov 2026 08:22:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O impacto dos parques eólicos na fauna voadora é significativo. Um novo estudo francês demonstra que um método específico poderia reduzir consideravelmente as colisões dos morcegos com as pás em movimento.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chauves-souris-cette-mesure-permettrait-de-reduire-de-80-leur-mortalite-liee-aux-eoliennes-nature-1793211852897.jpeg" data-image="j2yjsp15db4a" alt="Los murciélagos se encuentran entre los animales más vulnerables a este tipo de mortalidad accidental." title="Los murciélagos se encuentran entre los animales más vulnerables a este tipo de mortalidad accidental."><figcaption>Os morcegos estão entre os animais mais vulneráveis a este tipo de mortalidade acidental.</figcaption></figure><p>Cientistas do Museu de História Natural demonstraram que a paragem temporária das turbinas eólicas <strong>durante o período de maior atividade dos morcegos </strong>reduziria a sua mortalidade em mais de 80%, sem prejudicar a produtividade dos parques eólicos.</p><h2> As turbinas eólicas representam um perigo para os morcegos</h2><p>Como explica Jeanne Bourdier, editora científica do Museu Nacional de História Natural, <strong>"os parques eólicos têm um impacto significativo na fauna voadora</strong>, que, além de ver o seu habitat degradado por estas infraestruturas, <strong>por vezes colide diretamente com as pás giratórias"</strong>.</p><p>Os morcegos desempenham um <strong>papel vital nos ecossistemas</strong>, especialmente na regulação das populações de insetos, incluindo certas pragas agrícolas. Por conseguinte, é necessário, e até essencial, ter em conta<strong> a proteção do habitat e da biodiversidade </strong>ao desenvolver projetos de energias renováveis.</p><h3>Uma redução da mortalidade superior a 80% graças às restrições</h3><p>Graças aos <strong>dados de mais de 600 parques eólicos</strong>, os investigadores conseguiram medir os efeitos da redução da produção, ou seja, <strong>a paragem temporária das turbinas eólica</strong><strong>s</strong>, adaptada às condições de atividade dos morcegos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chauves-souris-cette-mesure-permettrait-de-reduire-de-80-leur-mortalite-liee-aux-eoliennes-nature-1793261058528.jpeg" data-image="86t67quwmee9" alt="La limitación de la velocidad de los aerogeneradores, basada en los períodos de actividad de los murciélagos, permite reducir su mortalidad en más del 80 %." title="La limitación de la velocidad de los aerogeneradores, basada en los períodos de actividad de los murciélagos, permite reducir su mortalidad en más del 80 %."><figcaption>A limitação da velocidade das turbinas eólicas, com base nos períodos de atividade dos morcegos, permite reduzir a sua mortalidade em mais de 80%.</figcaption></figure><p>Os resultados, publicados a 20 de outubro de 2026 na revista <em>Journal of Applied Ecology</em>, mostram que a restrição da população de morcegos em função dos seus períodos de atividade reduz <strong>a sua mortalidade em mais de 80%</strong>.</p><p>"Estes resultados dizem respeito tanto<strong> aos morcegos com ecolocalização de longo alcance</strong>, que voam mais em prados abertos ou por cima da copa das árvores, como aos morcegos <strong>com ecolocalização de alcance intermédio</strong>, que frequentam as orlas das florestas e a vegetação rasteira", explica Andréas Ravache, investigador do CESCO e coautor do estudo.</p><h2> Será que podemos proteger os morcegos sem prejudicar a produção de eletricidade? <br></h2><p>Embora a eficácia da adaptação da restrição à atividade dos morcegos pareça inegável, cabe questionar <strong>o impacto dessa mesma restrição na produção de energia</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chauves-souris-cette-mesure-permettrait-de-reduire-de-80-leur-mortalite-liee-aux-eoliennes-nature-1793261803738.jpeg" data-image="tyvo7bmfludz" alt="Aerogeneradores de noche." title="Aerogeneradores de noche."><figcaption>Turbinas eólicas à noite.</figcaption></figure><p><strong>“Os morcegos só estão ativos à noite e movimentam-se sobretudo quando há pouco vento”</strong>, responde Andréas Ravache. “Por isso, limitar a velocidade das turbinas eólicas nestas condições não só é muito eficaz para preservar a fauna voadora, como, em última análise, <strong>tem pouco impacto na produtividade</strong>, uma vez que estes períodos correspondem a uma baixa produção de energia.”</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/um-tornado-de-morcegos-emerge-de-uma-gruta-no-mexico-este-e-o-fenomeno-natural-que-fascina-o-mundo.html" title="Um “tornado de morcegos” emerge de uma gruta no México: este é o fenômeno natural que fascina o mundo">Um “tornado de morcegos” emerge de uma gruta no México: este é o fenômeno natural que fascina o mundo</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/um-tornado-de-morcegos-emerge-de-uma-gruta-no-mexico-este-e-o-fenomeno-natural-que-fascina-o-mundo.html" title="Um “tornado de morcegos” emerge de uma gruta no México: este é o fenômeno natural que fascina o mundo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/video-impresionante-tornado-de-murcielagos-en-mexico-un-fenomeno-natural-que-fascina-al-mundo-1775565647040_320.jpg" alt="Um “tornado de morcegos” emerge de uma gruta no México: este é o fenômeno natural que fascina o mundo"></a></article></aside><p>Segundo um estudo posterior, "proteger 90% da atividade dos morcegos poderia equivaler a uma <strong>perda de produção anual entre 3,5% e 4,9%"</strong>. Além disso, as paragens das turbinas eólicas poderiam ser geridas com maior precisão <strong>através de algoritmos</strong> capazes de fornecer informações sobre o clima, a estação do ano e o habitat.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Jeanne%20Bourdier" data-year="20%2F10%2F2026" data-title="Comment%20r%C3%A9duire%20la%20mortalit%C3%A9%20des%20chauves-souris%20dans%20les%20parcs%20%C3%A9oliens%20%3F" data-url="https%3A%2F%2Fwww.mnhn.fr%2Ffr%2Factualites%2Fcomment-reduire-la-mortalite-des-chauves-souris-dans-les-parcs-eoliens">Jeanne Bourdier. (20/10/2026). <a href="https://www.mnhn.fr/fr/actualites/comment-reduire-la-mortalite-des-chauves-souris-dans-les-parcs-eoliens" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Comment réduire la mortalité des chauves-souris dans les parcs éoliens ?</a>.</cite></p></section><ul></ul><ul></ul>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/morcegos-esta-medida-reduziria-a-mortalidade-destes-animais-relacionada-com-as-turbinas-eolicas-em.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Alertam que a geleira do Juízo Final continuará derretendo por 150 anos, mesmo que os oceanos voltem a esfriar]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/alertam-que-a-geleira-do-juizo-final-continuara-derretendo-por-150-anos-mesmo-que-os-oceanos-voltem-a-esfriar.html</link><pubDate>Sun, 01 Nov 2026 00:02:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um experimento com três modelos computacionais eliminou completamente o derretimento oceânico sob duas geleiras da Antártica. Uma reagiu como esperado, e a outra não.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/advierten-que-el-glaciar-del-juicio-final-seguira-derritiendose-por-150-anos-aunque-los-oceanos-se-vuelvan-a-enfriar-1792677141295.jpg" data-image="oflljmni4bzy" alt="geleira" title="geleira"><figcaption>Um experimento testou o que aconteceria com duas das principais geleiras da Antártida se o oceano deixasse de derretê-las.</figcaption></figure><p>Um grupo de cientistas quis responder a uma pergunta simples: o que aconteceria com duas geleiras da Antártica se o mar parasse de derretê-las? Para descobrir, utilizaram três programas de computador que simulam como o gelo se move e derrete. Nessas simulações, <strong>eliminaram completamente o derretimento causado pela água morna do oceano ao chegar por baixo do gelo</strong>. Fizeram exatamente o mesmo com as duas geleiras, Pine Island e Thwaites, e acompanharam a simulação por 150 anos.</p><p>É um experimento impossível na vida real, <strong>porque a água do mar que penetra sob o gelo sempre derrete algo</strong>. Mas ele serve para medir quanto da perda atual depende do oceano e quanto não. Os resultados foram publicados na revista Geophysical Research Letters, em um trabalho liderado pelo British Antarctic Survey, o serviço antártico britânico.</p><h2>Dois glaciares vizinhos, dois resultados distintos</h2><p>Pine Island reagiu como se esperava. Em menos de sete anos, parou de perder gelo e começou a ganhá-lo, chegando a avançar novamente até a crista submarina onde estava apoiado antes da década de 1940. Thwaites, <strong>conhecido como a geleira do Juízo Final e com um tamanho semelhante ao da Grã-Bretanha, não se recuperou</strong>. Continuou perdendo gelo ao longo de 150 anos, embora cada vez mais lentamente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/advierten-que-el-glaciar-del-juicio-final-seguira-derritiendose-por-150-anos-aunque-los-oceanos-se-vuelvan-a-enfriar-1792677285089.jpg" data-image="rncgwn8douq7" alt="antartica" title="antartica"><figcaption>Um deles se recuperou em 7 anos. O outro, nunca.</figcaption></figure><p>A glaciologista Rosie Williams, autora principal do estudo, explicou que o que ocorreu no oceano no passado já colocou Thwaites em um caminho sem volta, e que <strong>resfriar a água não é suficiente para mudar isso</strong>.</p><p>Por que Thwaites não se recupera? As duas geleiras começaram a recuar na década de 1940, e o estudo sugere que Thwaites ainda está reagindo a esse antigo impacto. Além disso, <strong>seu tronco principal está cada vez mais fino</strong>. Soma-se a isso o fato de que a parte da geleira que flutua sobre o mar oferece pouca resistência ao avanço do gelo. <strong>Essa língua flutuante funciona como uma espécie de tampão para o gelo que desce do interior do continente</strong>. A de Pine Island oferece uma resistência considerável, enquanto a de Thwaites, muito pouca. É como uma bola que já começou a rolar ladeira abaixo e continua avançando, mesmo sem ninguém empurrá-la.</p><div class="texto-destacado"><strong>O colapso total da camada de gelo contribuiria com aproximadamente 65 cm para a elevação do nível do mar em escala global. Para colocar isso em perspectiva, a cada centímetro de aumento do nível do mar, cerca de seis milhões de pessoas a mais no planeta ficam expostas a inundações costeiras.</strong></div><p>Para quem vive no litoral, isso significa que uma parte da elevação do nível do mar já está definida, independentemente de quanto o planeta esfrie. Atualmente, Pine Island contribui com 0,16 milímetros por ano para o nível do mar, e Thwaites, com 0,11 — com base em dados de 2003 a 2019 utilizados no estudo. Parece pouco, mas, se Thwaites derretesse completamente, <strong>o nível do mar subiria cerca de 65 centímetros</strong>. Estima-se que, para cada centímetro de elevação, cerca de seis milhões de pessoas a mais fiquem expostas a inundações na costa.</p><h2>O que o estudo não diz</h2><p>O trabalho não prevê que a geleira Thwaites vá derreter completamente. Também não analisa se existe um ponto de não retorno, pois, para isso, seriam necessários modelos que combinassem o comportamento do gelo com o do oceano.<strong> Os autores esclarecem que simularam um caso extremo</strong>. Nas simulações, não encontraram mecanismos que acelerem a perda de gelo, embora não os descartem sob condições mais realistas.</p><p>O estudo traz, sim, uma conclusão clara. Parte do gelo que se perde hoje é consequência do que aconteceu há décadas, e reverter esse processo exigiria muito mais do que apenas resfriar o mar. O oceanógrafo Paul Holland, coautor do estudo, acrescentou que ainda não se sabe se outras geleiras importantes da Antártica estão passando por uma mudança irreversível. <strong>Ele defendeu que é preciso agir o quanto antes sobre as atividades humanas que causam esse fenômeno</strong>, e alertou que a perda será ainda maior se as emissões não forem reduzidas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795963" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/antartica-espaco-sideral-belgica-e-argentina-conectados-pelo-nobel-de-fisica-e-um-megalaboratorio-de-gelo.html" title="Antártica, espaço sideral, Bélgica e Argentina conectados pelo Nobel de Física e um megalaboratório de gelo">Antártica, espaço sideral, Bélgica e Argentina conectados pelo Nobel de Física e um megalaboratório de gelo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/antartica-espaco-sideral-belgica-e-argentina-conectados-pelo-nobel-de-fisica-e-um-megalaboratorio-de-gelo.html" title="Antártica, espaço sideral, Bélgica e Argentina conectados pelo Nobel de Física e um megalaboratório de gelo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-antartida-el-espacio-exterior-belgica-y-argentina-conectados-por-el-premio-nobel-de-fisica-1791424679251_320.png" alt="Antártica, espaço sideral, Bélgica e Argentina conectados pelo Nobel de Física e um megalaboratório de gelo"></a></article></aside><p>Além disso, um resfriamento rápido do mar não parece próximo. No dia 22 de agosto, <strong>a temperatura média da superfície do mar</strong><strong>, sem contar as regiões polares, atingiu 21,1°C, segundo o serviço Copernicus</strong>. Foi um recorde diário, que superou por pouco os 21,09 °C de março de 2024. Como o El Niño continua se fortalecendo no Pacífico, é pouco provável que esse valor caia de forma acentuada tão cedo.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Williams%2C%20C.%20R.%2C%20Trevers%2C%20M.%2C%20Sun%2C%20S.%2C%20Holland%2C%20P.%20R.%2C%20Bett%2C%20D.%20T.%2C%20Arthern%2C%20R.%20J.%2C%20%26%20Bradley%2C%20A.%20T." data-year="" data-title="Mass%20loss%20from%20Thwaites%20Glacier%20continues%20even%20without%20ocean%20melting" data-url="https%3A%2F%2Fagupubs.onlinelibrary.wiley.com%2Fdoi%2F10.1029%2F2026GL122843">Williams, C. R., Trevers, M., Sun, S., Holland, P. R., Bett, D. T., Arthern, R. J., & Bradley, A. T.. <a href="https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1029/2026GL122843" target="_blank" rel="" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Mass loss from Thwaites Glacier continues even without ocean melting</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/alertam-que-a-geleira-do-juizo-final-continuara-derretendo-por-150-anos-mesmo-que-os-oceanos-voltem-a-esfriar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Meteorito de Marte está entre os mais antigos já encontrados, revela estudo financiado pela NASA]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/meteorito-de-marte-esta-entre-os-mais-antigos-ja-encontrados-revela-estudo-financiado-pela-nasa.html</link><pubDate>Sat, 31 Oct 2026 22:41:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Um meteorito encontrado no deserto do Saara revelou ser um fragmento de Marte com mais de 4,1 bilhões de anos. Batizada de Teghaza 001, a rocha de 800 gramas preserva registros da crosta marciana primitiva.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/meteorito-de-marte-esta-entre-os-mais-antigos-ja-encontrados-revela-estudo-financiado-pela-nasa-1793476388447.png" data-image="ycdqfdccgrbp" alt="O meteorito Teghaza 001 preserva pistas sobre a crosta de Marte há mais de 4,1 bilhões de anos e sobre a interação entre água e rochas no planeta primitivo. Crédito: NASA" title="O meteorito Teghaza 001 preserva pistas sobre a crosta de Marte há mais de 4,1 bilhões de anos e sobre a interação entre água e rochas no planeta primitivo. Crédito: NASA"><figcaption>O meteorito Teghaza 001 preserva pistas sobre a crosta de Marte há mais de 4,1 bilhões de anos e sobre a interação entre água e rochas no planeta primitivo. Crédito: NASA</figcaption></figure><p><strong>Um meteorito de coloração rosada encontrado no deserto do Saara, em 2022, tem origem marciana e possui mais de 4,1 bilhões de anos.</strong> A idade foi determinada por pesquisadores financiados pela NASA, que analisaram os minerais da rocha, com aproximadamente 800 gramas. </p><p>Um estudo publicado na revista <em>Science</em> apresenta o <strong>primeiro estudo detalhado do Teghaza 001 e tem informações sobre a crosta marciana em seus estágios iniciais. </strong>Por ter se originado há mais de 4,1 bilhões de anos, a rocha preserva registros de processos geológicos que ocorreram no Marte primitivo. </p><p><strong>Um outro estudo publicado analisou o conteúdo de água do meteorito e trouxe pistas sobre a interação entre líquidos e materiais rochosos </strong>no início da história de Marte. Em conjunto, as pesquisas podem contribuir para compreender como a água alterou a crosta de Marte.</p><h2>Teghaza 001</h2><p><strong>O meteorito Teghaza 001 é um dos fragmentos de Marte mais antigos já encontrados na Terra, com idade superior a 4,1 bilhões de anos. </strong>Com aproximadamente 800 gramas, a rocha apresenta uma combinação incomum de minerais formados a partir do resfriamento do magma no interior do planeta. </p><div class="texto-destacado">As características encontradas fazem da amostra um registro raro da formação da crosta marciana e dos primeiros processos geológicos de Marte.</div><p><strong>O Teghaza 001 preserva uma diversidade mineralógica que permite reconstruir diferentes etapas de sua evolução.</strong> Sua composição indica que a crosta se formou pelo resfriamento de material magmático e foi posteriormente modificada pela interação com água subterrânea.</p><h2>Descoberta no Saara</h2><p>A rocha foi encontrada em 2022 no deserto do Saara, em uma região do Mali conhecida como planície salina de Teghaza, que deu origem ao seu nome. <strong>O meteorito integra um grupo de aproximadamente 435 fragmentos de Marte reconhecidos na Terra </strong>e está entre os três mais antigos já identificados.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/meteorito-de-marte-esta-entre-os-mais-antigos-ja-encontrados-revela-estudo-financiado-pela-nasa-1793476309946.png" data-image="yv96bn1qkl1y" alt="Esta seção do meteorito marciano Teghaza 001 foi utilizada pelos pesquisadores para analisar sua mineralogia e composição química. Crédito: NASA" title="Esta seção do meteorito marciano Teghaza 001 foi utilizada pelos pesquisadores para analisar sua mineralogia e composição química. Crédito: NASA"><figcaption>Esta seção do meteorito marciano Teghaza 001 foi utilizada pelos pesquisadores para analisar sua mineralogia e composição química. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Como outros meteoritos marcianos,<strong> o Teghaza 001 foi lançado ao espaço após um impacto de grandes proporções na superfície do planeta</strong>, atravessou o espaço interplanetário e chegou à Terra. Sua origem pode ser confirmada pela comparação de sua composição mineral e química com dados obtidos sobre Marte.</p><h2>Novas pistas sobre Marte</h2><p>A composição do meteorito Teghaza 001 revelou informações importantes sobre a formação da crosta primitiva de Marte.<strong> Entre as características identificadas estão alguns minerais capazes de preservar registros da formação das rochas. </strong>A análise revelou que o fragmento se originou há mais de 4,1 bilhões de anos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795810" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/nasa-reorganiza-artemis-para-voltar-a-lua-em-2028-spacex-e-blue-origin-competem-para-levar-astronautas.html" title="NASA reorganiza Artemis para voltar à Lua em 2028: SpaceX e Blue Origin competem para levar astronautas">NASA reorganiza Artemis para voltar à Lua em 2028: SpaceX e Blue Origin competem para levar astronautas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/nasa-reorganiza-artemis-para-voltar-a-lua-em-2028-spacex-e-blue-origin-competem-para-levar-astronautas.html" title="NASA reorganiza Artemis para voltar à Lua em 2028: SpaceX e Blue Origin competem para levar astronautas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-reorganiza-artemis-para-volver-a-pisar-la-luna-en-2028-spacex-y-blue-origin-compiten-por-llevar-los-astronautas-1793045132904_320.png" alt="NASA reorganiza Artemis para voltar à Lua em 2028: SpaceX e Blue Origin competem para levar astronautas"></a></article></aside><p><strong>Para determinar sua idade, a equipe utilizou uma técnica de datação in situ analisando grãos minerais individualmente</strong>. Diferentemente dos métodos convencionais, que exigem a dissolução de uma amostra inteira, a abordagem preserva praticamente todo o material para outros estudos e análises.</p><h2>Sobre água em Marte</h2><p><strong>A análise também revelou evidências de que o Teghaza 001 foi alterado pela presença de água em Marte há aproximadamente 4,1 bilhões de anos.</strong> As assinaturas de oxigênio, a textura e a composição química indicam que o ciclo de água de Marte primitivo pode ter sido mais dinâmico do que se imaginava.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/meteorito-de-marte-esta-entre-os-mais-antigos-ja-encontrados-revela-estudo-financiado-pela-nasa-1793476277244.png" data-image="ps1u66oeberr" alt="A NASA já identificou 13 regiões em Marte cuja composição mineralógica e química corresponde às características do meteorito Teghaza 001." title="A NASA já identificou 13 regiões em Marte cuja composição mineralógica e química corresponde às características do meteorito Teghaza 001."><figcaption>A NASA já identificou 13 regiões em Marte cuja composição mineralógica e química corresponde às características do meteorito Teghaza 001. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Essas evidências ajudam a entender como a água circulava e modificava os materiais da superfície e do interior da crosta marciana. <strong>Os pesquisadores esperam que novas análises do Teghaza 001 permitam reconstruir melhor as condições ambientais </strong>e compreender como Marte perdeu parte de sua água ao longo de sua evolução.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="NASA" data-year="2026" data-title="NASA-funded%20Study%20Details%20One%20of%20Oldest%20Mars%20Meteorites%20Ever%20Found" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nasa.gov%2Fsolar-system%2Fplanets%2Fmars%2Fnasa-funded-study-details-one-of-oldest-mars-meteorites-ever-found%2F">NASA. (2026). <a href="https://www.nasa.gov/solar-system/planets/mars/nasa-funded-study-details-one-of-oldest-mars-meteorites-ever-found/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">NASA-funded Study Details One of Oldest Mars Meteorites Ever Found</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/meteorito-de-marte-esta-entre-os-mais-antigos-ja-encontrados-revela-estudo-financiado-pela-nasa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Fóssil de 237 milhões de anos revela anfíbio adaptado à vida no mar]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/fossil-de-237-milhoes-de-anos-revela-anfibio-adaptado-a-vida-no-mar.html</link><pubDate>Sat, 31 Oct 2026 20:52:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Descoberta de dois fósseis na China revela espécie pré-histórica com adaptações para viver permanentemente em água salgada, desafiando conhecimentos sobre a evolução dos anfíbios e sua relação com ambientes marinhos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/fossil-de-237-milhoes-de-anos-revela-anfibio-adaptado-a-vida-no-mar-1793459120581.jpg" data-image="9394v7y0czhq" alt="Gerrothorax maritimus possuía brânquias, pele blindada e se alimentava por sucção • Chen Geng/Universidade de Guizhou" title="Gerrothorax maritimus possuía brânquias, pele blindada e se alimentava por sucção • Chen Geng/Universidade de Guizhou"><figcaption>Gerrothorax maritimus possuía brânquias, pele blindada e se alimentava por sucção. Crédito: Chen Geng/Universidade de Guizhou</figcaption></figure><p>Uma <strong>nova espécie de anfíbio</strong> que viveu há aproximadamente <strong>237 milhões de anos </strong>foi identificada por pesquisadores na China. Batizado de <em>Gerrothorax maritimus</em>, o animal pode ter sido o primeiro anfíbio conhecido capaz de viver permanentemente em água salgada, uma característica incomum entre os representantes desse grupo.</p><p>A descoberta foi realizada a partir de dois fósseis encontrados na<strong> província de Guizhou, no sudoeste chinês</strong>. Os resultados foram publicados na revista científica Nature Ecology & Evolution, em estudo divulgado em 26 de outubro de 2026.</p><p>Com aproximadamente 75 centímetros de comprimento e corpo achatado, o animal apresentava <strong>características anatômicas que permitiam sua sobrevivência no ambiente marinho</strong>. Entre elas estavam uma estrutura corporal semelhante a uma armadura óssea, brânquias e adaptações para capturar presas por sucção.</p><h2>Estrutura corporal permitia sobrevivência em água salgada</h2><p>Diferentemente dos anfíbios atuais, como rãs e salamandras, que possuem pele permeável, o <em>Gerrothorax maritimus</em> apresentava uma cobertura corporal mais rígida. Essa característica teria<strong> reduzido a perda de água para o ambiente salgado</strong>, favorecendo sua permanência no oceano.</p><div class="texto-destacado">Nos anfíbios modernos, a permeabilidade da pele permite absorver água e realizar trocas gasosas. Entretanto, essa característica também facilita a desidratação em ambientes marinhos, devido à diferença de concentração de sais entre o organismo e a água.</div><p>Os pesquisadores apontam que o animal possuía<strong> brânquias para respirar debaixo d'água.</strong> A combinação dessas estruturas com a proteção corporal representa uma adaptação importante, que teria permitido explorar ambientes inacessíveis à maioria dos anfíbios conhecidos.</p><h2>Animal vivia no fundo do mar e capturava presas por sucção</h2><p>Segundo a reconstrução dos cientistas, o<em> Gerrothorax maritimus</em> provavelmente permanecia próximo ao fundo marinho, <strong>parcialmente camuflado</strong> entre os sedimentos. Seu corpo achatado favorecia esse comportamento, enquanto a boca larga permitia capturar pequenos animais aquáticos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fossil-de-237-milhoes-de-anos-revela-anfibio-adaptado-a-vida-no-mar-1793458989944.jpg" data-image="xdun93odxtu0" alt="Pele do Gerrothorax maritimus era similar a uma armadura óssea que protegia a água do corpo de ser sugada pela água do mar • Ryosuke Motani" title="Pele do Gerrothorax maritimus era similar a uma armadura óssea que protegia a água do corpo de ser sugada pela água do mar • Ryosuke Motani"><figcaption>Pele do Gerrothorax maritimus era similar a uma armadura óssea que protegia a água do corpo de ser sugada pela água do mar. Crédito: Ryosuke Motani</figcaption></figure><p>O mecanismo de alimentação funcionava por sucção, utilizando movimentos rápidos da boca e estruturas associadas às brânquias para atrair presas. <strong>Estratégias semelhantes são observadas atualmente</strong> em determinados peixes adaptados à vida no fundo do mar.</p><p>A espécie habitou os oceanos durante o <strong>Triássico Superior</strong>, período marcado pela diversificação de diferentes grupos de vertebrados. A descoberta amplia o conhecimento sobre a variedade de ambientes ocupados pelos anfíbios ao longo da história evolutiva.</p><h2>Análises químicas confirmam origem marinha dos fósseis</h2><p>Para determinar se o animal realmente vivia no oceano, os pesquisadores <strong>analisaram a composição química dos ossos</strong>. Os resultados identificaram uma assinatura de estrôncio compatível com o ambiente marinho onde os fósseis foram encontrados.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785004" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/maior-macaco-das-americas-agora-tem-antepassados-conhecidos.html" title="Maior macaco das Américas agora tem antepassados conhecidos">Maior macaco das Américas agora tem antepassados conhecidos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/maior-macaco-das-americas-agora-tem-antepassados-conhecidos.html" title="Maior macaco das Américas agora tem antepassados conhecidos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ameacado-maior-macaco-das-americas-agora-tem-antepassados-conhecidos-1787407233197_320.jpg" alt="Maior macaco das Américas agora tem antepassados conhecidos"></a></article></aside><p>As características das rochas e dos sedimentos também reforçaram essa interpretação. Além disso, pequenos ossos dos dedos permaneceram conectados ao esqueleto, indicando que<strong> os restos não foram transportados por grandes distâncias após a morte.</strong></p><p>Os fósseis estavam em uma região situada a aproximadamente 30 quilômetros da ilha mais próxima existente naquele período, próximos a vestígios de ictiossauros. As evidências sustentam a hipótese de que o <em>Gerrothorax maritimus</em> habitava permanentemente o mar, revelando uma<strong> adaptação evolutiva até então desconhecida entre os anfíbios.</strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="CNN%20Brasil" data-year="2026" data-title="Anf%C3%ADbio%20de%20237%20milh%C3%B5es%20de%20anos%20que%20teria%20sido%20o%20primeiro%20a%20viver%20s%C3%B3%20no%20mar%20%C3%A9%20descoberto%20na%20China" data-url="https%3A%2F%2Fwww.cnnbrasil.com.br%2Fciencia%2Fanfibio-que-teria-237-milhoes-de-anos-e-teria-sido-o-primeiro-a-viver-so-no-mar-e-descoberto-na-china%2F">CNN Brasil. (2026). <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/anfibio-que-teria-237-milhoes-de-anos-e-teria-sido-o-primeiro-a-viver-so-no-mar-e-descoberto-na-china/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Anfíbio de 237 milhões de anos que teria sido o primeiro a viver só no mar é descoberto na China</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/fossil-de-237-milhoes-de-anos-revela-anfibio-adaptado-a-vida-no-mar.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como uma pequena água-viva está ajudando a ciência a estudar o envelhecimento]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/como-uma-pequena-agua-viva-esta-a-ajudar-a-ciencia-a-estudar-o-envelhecimento.html</link><pubDate>Sat, 31 Oct 2026 19:33:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Capaz de reverter o seu próprio ciclo de vida e regressar a uma fase juvenil, a água-viva imortal intriga os cientistas e pode revelar novas pistas sobre o envelhecimento humano. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-uma-pequena-agua-viva-esta-a-ajudar-a-ciencia-a-estudar-o-envelhecimento-1793116182346.jpg" data-image="zdqxvhxv15y5" alt="Água viva rejuvenesce" title="Água viva rejuvenesce"><figcaption>A Turritopsis dohrnii consegue reverter o seu ciclo de vida e regressar a uma fase juvenil. Fonte: Wikimedia Commons</figcaption></figure><p>Envelhecer é-nos um <strong>destino inevitável</strong>, contudo existe uma pequena criatura marinha capaz de contrariar esta regra: a <em>Turritopsis dohrnii</em>, conhecida como água-viva imortal.</p><p>A sua extraordinária <strong>capacidade de regressar a uma fase juvenil do ciclo de vida </strong>está a despertar o interesse da comunidade científica, que procura compreender se os seus <strong>mecanismos biológicos podem vir a ajudar a combater doenças associadas ao envelhecimento humano</strong>.</p><p>Quase transparente e de dimensões reduzidas, esta água-viva esconde uma capacidade invulgar. <strong>Quando enfrenta condições adversas, como a falta de alimento ou alterações ambientais</strong>, pode abandonar a sua forma adulta e transformar-se numa estrutura celular muito diferente.</p><p>Em vez de seguir o percurso habitual até à morte, regressa a uma fase inicial do desenvolvimento, permitindo que <strong>surjam novos organismos</strong>.</p><h2>O segredo de voltar atrás no tempo</h2><p>A transformação da <em>Turritopsis dohrnii</em> começa quando a água-viva adulta, também <strong>conhecida como medusa</strong>, deixa de apresentar a sua forma característica, semelhante a um pequeno guarda-chuva com tentáculos.</p><p>O organismo transforma-se numa <strong>massa de células que dá origem a um pólipo</strong>, uma fase juvenil que pode desenvolver-se numa colónia e produzir novas medusas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-uma-pequena-agua-viva-esta-a-ajudar-a-ciencia-a-estudar-o-envelhecimento-1793116239704.jpg" data-image="7j5qu0jc1il8" alt="Ciclo de vida" title="Ciclo de vida"><figcaption>Os cientistas estudam os mecanismos celulares e genéticos que permitem a esta espécie renovar os seus tecidos. Fonte: Reddit </figcaption></figure><p> Este processo está associado à <strong>transdiferenciação celular</strong>, um mecanismo através do qual células já especializadas conseguem alterar a sua identidade e assumir funções diferentes. Em vez de permanecerem limitadas ao papel que desempenham no organismo adulto, <strong>algumas células regressam a um estado menos especializado, permitindo a reconstrução de tecidos </strong>e estruturas de uma fase anterior da vida. </p><p>Esta capacidade foi <strong>identificada na década de 1990</strong>, quando um investigador italiano encontrou novos pólipos num recipiente onde mantinha estas águas-vivas. A descoberta abriu caminho a <strong>estudos sobre um fenómeno que continua a intrigar os cientistas</strong>.</p><p>Embora outras espécies consigam regenerar partes do corpo, a possibilidade de reverter o ciclo de vida adulto para uma fase juvenil torna esta <strong>pequena criatura particularmente interessante para a biologia</strong>.</p><h2>O que pode esta medusa ensinar sobre o envelhecimento humano?</h2><p>Segundo a pesquisa descrita pela <em>BBC Future</em>, os cientistas procuram agora <strong>compreender os mecanismos genéticos e moleculares</strong> que permitem este rejuvenescimento.</p><p>Um estudo publicado em 2022 na revista PNAS por investigadores da Universidade de Oviedo, identificou diferenças genéticas entre a <em>Turritopsis dohrnii</em> e uma espécie próxima. Entre elas, destacam-se cópias adicionais de <strong>genes relacionados com a reparação do ADN</strong>, o material genético que contém as instruções necessárias ao funcionamento das células.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-uma-pequena-agua-viva-esta-a-ajudar-a-ciencia-a-estudar-o-envelhecimento-1793116567313.jpg" data-image="vqyqairg30t3" alt="Organismo do oceano" title="Organismo do oceano"><figcaption>Compreender esta criatura marinha poderá abrir novas pistas sobre a regeneração celular e o envelhecimento humano. Fonte: A-Z Animals</figcaption></figure><p>Os investigadores encontraram também <strong>características associadas à manutenção dos telômeros</strong>, estruturas localizadas nas extremidades dos cromossomas que protegem o ADN. Estes tendem a encurtar ao longo das divisões celulares, estando associados a alguns dos processos de envelhecimento.</p><p>Compreender como esta água-viva <strong>protege o seu material genético e reorganiza as suas células poderá ajudar a identificar mecanismos</strong> relevantes para a medicina regenerativa. </p><div class="texto-destacado"><strong>"Esse conhecimento poderá contribuir para melhorar a recuperação de tecidos danificados, acelerar a cicatrização de feridas ou desenvolver novas abordagens para doenças relacionadas com a idade, incluindo algumas doenças neurodegenerativas."</strong></div><p>Contudo, transformar estas descobertas em tratamentos humanos continua a ser um desafio. Os cientistas ainda precisam de <strong>perceber como funcionam estes mecanismos e se será possível reproduzi-los em células humanas</strong> de forma segura e eficaz.</p><h2>Imortal não significa invencível</h2><p>Apesar do nome, a água-viva imortal <strong>não é indestrutível</strong>. Alguns exemplares estudados em laboratório parecem não conseguir rejuvenescer, e permanece por esclarecer se os que conseguem realizar esta transformação têm um <strong>limite para o número de vezes que a repetem</strong>.</p><p>Na natureza, <strong>estes animais continuam vulneráveis aos predadores, à escassez de alimento e às alterações das condições ambientais</strong>. Podem morrer muito antes de terem oportunidade de reiniciar o seu ciclo de vida.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="770317" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/sera-que-a-arte-ajuda-a-retardar-o-envelhecimento-humano.html" title="Será que a arte ajuda a retardar o envelhecimento humano?">Será que a arte ajuda a retardar o envelhecimento humano?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/sera-que-a-arte-ajuda-a-retardar-o-envelhecimento-humano.html" title="Será que a arte ajuda a retardar o envelhecimento humano?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/l-art-permet-il-de-ralentir-le-vieillissement-humain-1779182389945_320.jpeg" alt="Será que a arte ajuda a retardar o envelhecimento humano?"></a></article></aside><p>A <em>Turritopsis dohrnii</em> não oferece, por enquanto, uma fórmula para travar o envelhecimento humano. O seu verdadeiro valor reside na <strong>possibilidade de revelar que determinados processos biológicos</strong> considerados irreversíveis podem, em circunstâncias específicas, ser alterados.</p><p>Ao estudar esta criatura, a ciência procura <strong>compreender melhor os limites da regeneração e descobrir novas formas de preservar a saúde ao longo da vida</strong>. Por vezes, uma das pistas mais promissoras para o futuro da medicina encontra-se num dos organismos mais pequenos dos oceanos.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referências da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Maria%20Pascoal%2C%C2%A0Dido%C2%A0Carrero%2C%C2%A0Jos%C3%A9%20G.%C2%A0P%C3%A9rez-Silva%2C%20and%C2%A0Carlos%C2%A0L%C3%B3pez-Ot%C3%ADn" data-year="2021" data-title="Comparative%20genomics%20of%20mortal%20and%20immortal%20cnidarians%20unveils%20novel%20keys%20behind%20rejuvenation" data-url="https%3A%2F%2Fwww.pnas.org%2Fdoi%2F10.1073%2Fpnas.2118763119">Maria Pascoal, Dido Carrero, José G. Pérez-Silva, and Carlos López-Otín. (2021). <a href="https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2118763119" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Comparative genomics of mortal and immortal cnidarians unveils novel keys behind rejuvenation</a>.</cite><br><cite data-author="Katarina%20Zimmer" data-year="2026" data-title="The%20immortal%20jellyfish%20can%20beat%20ageing.%20It%20could%20inspire%20treatments%20for%20diseases%20of%20old%20age" data-url="https%3A%2F%2Fwww.bbc.com%2Ffuture%2Farticle%2F20261016-the-rejuvenating-secrets-of-the-immortal-jellyfish">Katarina Zimmer. (2026). <a href="https://www.bbc.com/future/article/20261016-the-rejuvenating-secrets-of-the-immortal-jellyfish" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">The immortal jellyfish can beat ageing. It could inspire treatments for diseases of old age</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/ciencia/como-uma-pequena-agua-viva-esta-a-ajudar-a-ciencia-a-estudar-o-envelhecimento.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O projeto de Jason Momoa para proteger o ambiente: um sistema inovador para eliminar as garrafas de plástico]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/o-projeto-de-jason-momoa-para-proteger-o-ambiente-um-sistema-inovador-para-eliminar-as-garrafas-de-plastico.html</link><pubDate>Sat, 31 Oct 2026 18:02:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O conhecido ator Jason Momoa sempre lutou pela proteção do ambiente e, agora, lançou um projeto para reutilizar o plástico de forma mais eficaz do que a reciclagem comum.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-nuovo-progetto-di-jason-momoa-per-proteggere-l-ambiente-un-sistema-innovativo-per-eliminare-le-bottiglie-di-plastica-1793112428007.jpg" data-image="sk7a1xlrf31f" alt="Jason Momoa" title="Jason Momoa"><figcaption>Jason Momoa, ator também conhecido pelo seu empenho na defesa do ambiente - Gage Skidmore / Wikimedia Commons, licença CC BY-SA 2.0</figcaption></figure><p>Jason Momoa, ator e produtor norte-americano natural do Havai, <strong>sempre teve em conta as questões ambientais, com especial atenção à poluição</strong> causada pelo plástico e à defesa dos ecossistemas marinhos.</p><p>Em 2019, Momoa fundou a <strong>Mananalu, uma empresa dedicada a encontrar alternativas às garrafas de água de plástico</strong>. Agora, a empresa evoluiu ainda mais, disponibilizando novos sistemas para reduzir os resíduos plásticos, além de retirar as garrafas usadas do mar.</p><h2>Mananalu e a luta contra o plástico</h2><p>Mananalu é um termo havaiano que significa "espírito sagrado da vida" e <strong>a marca de Momoa nasceu em torno do princípio do mālama honua</strong>, que também provém da cultura havaiana e se centra no cuidado da Terra.</p><p>A missão da Mananalu é precisamente esta: <strong>ajudar o planeta a recuperar-se após décadas de exploração</strong> indiscriminada e poluição desenfreada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-nuovo-progetto-di-jason-momoa-per-proteggere-l-ambiente-un-sistema-innovativo-per-eliminare-le-bottiglie-di-plastica-1793113629738.jpg" data-image="yf4srwmhhpgy" alt="Momoa Hawaii" title="Momoa Hawaii"><figcaption>Uma praia no Havai ao pôr-do-sol.</figcaption></figure><p><strong>O primeiro passo, em 2019, foi criar garrafas de água de alumínio para substituir as de plástico</strong>. Além disso, por cada garrafa de alumínio comprada, uma parte do valor era destinada a financiar a recuperação das garrafas descartadas no mar. A iniciativa foi um sucesso, tendo conseguido retirar seis milhões de garrafas dos oceanos.</p><h2>Em que consiste o projeto de Jason Momoa?</h2><p>O próximo passo da Mananalu, que iniciou uma colaboração com a Boomerang Water em 2025, é <strong>explicar às pessoas para que comprem menos garrafas e reutilizem as que já têm</strong>, em vez de simplesmente substituir os materiais.</p><p>Para tal, foram concebidas máquinas que podem ser instaladas em estabelecimentos onde habitualmente se vende água engarrafada, como, por exemplo, hotéis. Estas máquinas funcionam como distribuidores de garrafas normais, mas <strong>as embalagens podem ser devolvidas para serem desinfetadas, reenchidas e redistribuídas</strong>.</p><div class="texto-destacado">As máquinas estão ligadas à rede de água local e podem realizar de forma autónoma e rápida todas as operações necessárias para recuperar os recipientes in situ.</div><p><strong>Cada máquina pode processar até 500 garrafas por hora, ou 4000 por dia</strong>. A utilização desta tecnologia também simplifica a compra, o transporte e o armazenamento de água para as instalações que acolhem as novas máquinas, uma vez que estas já não precisarão de comprar água engarrafada.</p><h2>Reutilização e reciclagem: qual é o sistema mais eficiente?</h2><p>No caso das garrafas de plástico, <strong>o sistema de reutilização é mais eficiente do que a reciclagem</strong>, porque não é necessário recolher, transportar nem processar as embalagens. Segundo a <strong>Manalalu, nem sequer é necessária uma nova embalagem ou rotulagem</strong>, o que representa uma redução de 95% nas emissões de carbono.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">If youre thirsty from doing stuff here on Earth, & also happen to be a fan of that very same planet, then youre gonna love #Mananalu. Because for every bottle of Mananalu you drink, well remove one gnarly, plastic bottle from ocean-going wasteevery single one of us wins https://t.co/n1bcY00ikW</p>— Mananalu (@MananaluWater) <a href="https://x.com/MananaluWater/status/1481296317574004740?ref_src=twsrc%5Etfw">January 12, 2022</a></blockquote></figure><p><strong>Este valor inclui também a poupança relacionada com a utilização da rede local de água</strong> e, sobretudo, com a compra de garrafas de água para os hotéis, que, no caso do Havai, é quase sempre feita a partir do continente.</p><p><strong>O arquipélago não possui grandes fábricas</strong>, pelo que comprar água engarrafada em grandes quantidades representa uma perda de tempo, dinheiro e energia.</p><h3>O Havai, um paraíso sob constante ameaça</h3><p><strong>O projeto de Momoa teve início na ilha de Oahu, onde, numa primeira fase, aderiram quatro hotéis</strong>. Agora, a esperança é alargar o sistema a escolas, escritórios, etc., e, posteriormente, levá-lo para fora do Havai.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-nuovo-progetto-di-jason-momoa-per-proteggere-l-ambiente-un-sistema-innovativo-per-eliminare-le-bottiglie-di-plastica-1793113575542.jpg" data-image="7fdzut9ei2yn"><figcaption>Seja debaixo de água ou debaixo da areia, o plástico constitui um perigo constante para os habitats costeiros.</figcaption></figure><p><strong>Abordar o problema das garrafas de plástico na sua origem, através da reutilização, é especialmente importante para estas belas ilhas</strong> do Pacífico, e não apenas devido ao envolvimento pessoal do fundador do projeto. O Havaí está constantemente ameaçado pelo plástico e, entre os estados costeiros da América do Norte, é o mais afetado pela poluição marinha.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/um-sucesso-historico-a-ocean-cleanup-retirou-45-milhoes-de-quilos-de-lixo-dos-oceanos.html" title="Um sucesso histórico! A Ocean Cleanup retirou 45 milhões de quilos de lixo dos oceanos">Um sucesso histórico! A Ocean Cleanup retirou 45 milhões de quilos de lixo dos oceanos</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/um-sucesso-historico-a-ocean-cleanup-retirou-45-milhoes-de-quilos-de-lixo-dos-oceanos.html" title="Um sucesso histórico! A Ocean Cleanup retirou 45 milhões de quilos de lixo dos oceanos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/logro-historico-the-ocean-cleanup-retira-45-millones-de-kilogramos-de-basura-de-los-oceanos-1767741854341_320.png" alt="Um sucesso histórico! A Ocean Cleanup retirou 45 milhões de quilos de lixo dos oceanos"></a></article></aside><p>A localização geográfica do Havaí coloca estas ilhas <strong>no centro das correntes oceânicas que transportam resíduos plásticos desde locais tão distantes como a Ásia até às suas costas</strong>. Estes resíduos põem em risco os ecossistemas marinhos e podem ficar enterrados na areia até um metro de profundidade.</p><p>Além disso, <strong>uma elevada percentagem dos resíduos plásticos que contaminam o Havai provém das atividades da população local</strong> e do elevado afluxo de turistas. As ilhas carecem de infraestruturas de reciclagem de resíduos e os aterros estão há muito tempo a transbordar.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="TOI%20Science%20Desk" data-year="2026" data-title="jason%20momoa%20launched%20a%20water%20brand%20to%20fight%20plastic%20pollution%20after%20reporting%20more%20than%206%20million%20plastic%20bottles%20removed%20his%20company%20introduced%20hotel%20machines%20that%20can%20refill%20up%20to%20500%20bottles%20an%20hour" data-url="https%3A%2F%2Ftimesofindia.indiatimes.com%2Fscience%2Fnature%2Fjason-momoa-launched-a-water-brand-to-fight-plastic-pollution-after-reporting-more-than-6-million-plastic-bottles-removed-his-company-introduced-hotel-machines-that-can-refill-up-to-500-bottles-an-hour%2Farticleshow%2F135119843.cms">TOI Science Desk. (2026). <a href="https://timesofindia.indiatimes.com/science/nature/jason-momoa-launched-a-water-brand-to-fight-plastic-pollution-after-reporting-more-than-6-million-plastic-bottles-removed-his-company-introduced-hotel-machines-that-can-refill-up-to-500-bottles-an-hour/articleshow/135119843.cms" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">jason momoa launched a water brand to fight plastic pollution after reporting more than 6 million plastic bottles removed his company introduced hotel machines that can refill up to 500 bottles an hour</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/o-projeto-de-jason-momoa-para-proteger-o-ambiente-um-sistema-inovador-para-eliminar-as-garrafas-de-plastico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Catedral de Petrópolis abriga os restos mortais de Dom Pedro II, Teresa Cristina e Princesa Isabel; veja como visitar]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/catedral-de-petropolis-abriga-os-restos-mortais-de-dom-pedro-ii-teresa-cristina-e-princesa-isabel-veja-como-visitar.html</link><pubDate>Sat, 31 Oct 2026 16:37:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Antes de falecer na França após a Proclamação da República, o imperador manifestou formalmente o desejo pessoal de descansar em solo serrano, sonho que demandou anos para se materializar. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/catedral-de-petropolis-abriga-os-restos-mortais-de-dom-pedro-ii-teresa-cristina-e-princesa-isabel-veja-como-visitar-1793375085450.jpg" data-image="hwv8rwagfhbt" alt="A torre imponente de 70 metros de altura no centro serrano resume décadas de esforços que atravessaram duas fases políticas brasileiras. Foto: Reprodução/ Dani Curioni" title="A torre imponente de 70 metros de altura no centro serrano resume décadas de esforços que atravessaram duas fases políticas brasileiras. Foto: Reprodução/ Dani Curioni"><figcaption>A torre imponente de 70 metros de altura no centro serrano resume décadas de esforços que atravessaram duas fases políticas brasileiras. Foto: Reprodução/ Dani Curioni</figcaption></figure><p>A <strong>Catedral São Pedro de Alcântara</strong> desponta na paisagem de Petrópolis, na região serrana fluminense, como um testemunho vivo das mudanças políticas nacionais. Projetada ainda no período imperial e concluída durante a República, <strong>a edificação abriga o mausoléu que preserva os restos mortais de Dom Pedro II</strong>, Teresa Cristina, princesa Isabel e Conde d'Eu.</p><p>Atualmente, <strong>o espaço histórico permanece de portas abertas à visitação diariamente, entre 9h e 16h</strong>, além de manter celebrações religiosas regulares ao longo da semana. Conforme a Associação de Guias de Turismo local, "A Catedral é essencial porque nasceu junto com a própria cidade, tendo sido sonhada, planejada e projetada como parte fundamental da fundação de Petrópolis".</p><h2>Construção secular e elo com o Cristo Redentor</h2><p><strong>O planejamento inicial começou em 1884 sob a assinatura do arquiteto Francisco Caminhoá</strong>, que buscou inspiração direta nas imponentes catedrais do norte da França. As obras enfrentaram uma paralisação em 1901 e ganharam novo ritmo em 1918 pelas mãos de Heitor da Silva Costa, responsável por reformular a planta arquitetônica em 1914.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/catedral-de-petropolis-abriga-os-restos-mortais-de-dom-pedro-ii-teresa-cristina-e-princesa-isabel-veja-como-visitar-1793374633643.jpg" data-image="n6ze9tbcba0g" alt="Erguida no Império e finalizada na República a bela catedral de Petrópolis impressiona com traços franceses e guarda restos mortais da corte imperial. Foto: Diocese de Petrópolis" title="Erguida no Império e finalizada na República a bela catedral de Petrópolis impressiona com traços franceses e guarda restos mortais da corte imperial. Foto: Diocese de Petrópolis"><figcaption>Erguida no Império e finalizada na República a bela catedral de Petrópolis impressiona com traços franceses e guarda restos mortais da corte imperial. Foto: Diocese de Petrópolis</figcaption></figure><p>A abertura das portas ocorreu em 29 de novembro de 1925, mesmo com diversos acabamentos pendentes. <strong>A torre principal, projetada com cerca de 70 metros de altura, teve os trabalhos inteiramente finalizados apenas no ano de 1969</strong>, consolidando o visual que domina a paisagem urbana da serra.</p><p>A atuação de Heitor da Silva Costa gerou uma ligação direta com outro patrimônio mundialmente famoso: <strong>o Cristo Redentor</strong>. Tempos após assumir a edificação do templo católico em Petrópolis, o mesmo engenheiro <strong>chefiou o projeto da monumental estátua fincada sobre o morro do Corcovado</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/catedral-de-petropolis-abriga-os-restos-mortais-de-dom-pedro-ii-teresa-cristina-e-princesa-isabel-veja-como-visitar-1793374848475.jpg" data-image="q8v6uuxs9vh1" alt="Os vitrais coloridos e as portas monumentais refletem a tradição neogótica inspirada em referências francesas. Foto: Wilfredor/Wikimedia Commons" title="Os vitrais coloridos e as portas monumentais refletem a tradição neogótica inspirada em referências francesas. Foto: Wilfredor/Wikimedia Commons"><figcaption>Os vitrais coloridos e as portas monumentais refletem a tradição neogótica inspirada em referências francesas. Foto: Wilfredor/Wikimedia Commons</figcaption></figure><p>O interior do templo reúne elementos característicos da escola neogótica, destacando-se pela<strong> iluminação proporcionada por vitrais coloridos e pelas imponentes portas monumentais</strong>. Essa combinação de verticalidade marcante e detalhes ornamentais foi elaborada para conduzir o olhar dos visitantes em direção ao alto.</p><h2>O retorno da família imperial ao território brasileiro</h2><p>O banimento da família governante aconteceu logo após a<strong> Proclamação da República</strong>, formalizada no ano de 1889. Durante o exílio na Europa, a imperatriz Teresa Cristina faleceu em Portugal, enquanto Dom Pedro II viveu até 1891 na França, <strong>onde manifestou o desejo de ter seus restos mortais sepultados na serra fluminense</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795926" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/feriado-de-finados-sera-com-risco-de-temporais-e-chuvas-intensas-em-sp.html" title="Feriado de Finados será com risco de temporais e chuvas intensas em SP">Feriado de Finados será com risco de temporais e chuvas intensas em SP</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/previsao/feriado-de-finados-sera-com-risco-de-temporais-e-chuvas-intensas-em-sp.html" title="Feriado de Finados será com risco de temporais e chuvas intensas em SP"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/feriado-de-finados-sera-com-risco-de-temporais-e-chuvas-intensas-em-sp-1793366793471_320.jpg" alt="Feriado de Finados será com risco de temporais e chuvas intensas em SP"></a></article></aside><p>A repatriação das cinzas dependia da revogação das normas republicanas que impediam a presença dos membros da corte no território brasileiro, medida que foi cancelada oficialmente em 1920. <strong>O processo de traslado teve início em 1923, encerrou-se em 1925 e destinou os corpos em definitivo ao templo em 1939</strong>.</p><div class="texto-destacado">A igreja faz parte do roteiro de turismo histórico da cidade, erguida a partir da colonização alemã e consolidada como refúgio de verão da monarquia. A catedral forma um circuito patrimonial integrado ao lado de outros atrativos de destaque, como o Museu Imperial e o Palácio de Cristal.</div><p>Além da função litúrgica continuada, a estrutura permanece plenamente integrada ao cotidiano dos moradores e ao fluxo contínuo de viajantes. <strong>O monumento preserva viva a memória do passado soberano brasileiro</strong>, perpetuando o legado arquitetônico e documental no Centro Histórico de Petrópolis.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Bianca%20de%20Mattos" data-year="2026" data-title="Conhe%C3%A7a%20a%20catedral%20neog%C3%B3tica%20que%20abriga%20os%20restos%20mortais%20de%20Dom%20Pedro%20II" data-url="https%3A%2F%2Frevistacasaejardim.globo.com%2Fcuriosidades%2Fnoticia%2F2026%2F10%2Fconheca-a-catedral-neogotica-que-abriga-os-restos-mortais-de-dom-pedro-ii.ghtml">Bianca de Mattos. (2026). <a href="https://revistacasaejardim.globo.com/curiosidades/noticia/2026/10/conheca-a-catedral-neogotica-que-abriga-os-restos-mortais-de-dom-pedro-ii.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Conheça a catedral neogótica que abriga os restos mortais de Dom Pedro II</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/catedral-de-petropolis-abriga-os-restos-mortais-de-dom-pedro-ii-teresa-cristina-e-princesa-isabel-veja-como-visitar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Costa Rica: uma jornada pela natureza, biodiversidade e por um modo de vida diferente, em harmonia com a terra]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/lazer/costa-rica-uma-jornada-pela-natureza-biodiversidade-e-por-um-modo-de-vida-diferente-em-harmonia-com-a-terra.html</link><pubDate>Sat, 31 Oct 2026 14:23:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>O país centro-americano combina uma biodiversidade excepcional com um histórico notável de longevidade na Península de Nicoya, reconhecida como uma das "Zonas Azuis" do mundo e que atrai atenção internacional.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/costa-rica-y-un-viaje-a-lo-natural-biodiversidad-longevidad-turismo-responsable-1791857392639.jpg" data-image="m9iieptmkx1g"><figcaption>Praia Quesera, na Península de Nicoya.</figcaption></figure><p>Lar de uma biodiversidade excepcional e de <strong>uma das cinco "Zonas Azuis" reconhecidas no mundo</strong>, a <strong>Costa Rica</strong> convida os visitantes a explorar uma relação única com a natureza, refletida tanto em seus ecossistemas quanto nas tradições das comunidades da <strong>Península de Nicoya</strong>. Nessa região, a alimentação, a atividade física e as conexões sociais estão sendo estudadas como possíveis fatores que contribuem para a longevidade.</p><p>Para a Costa Rica, abrigar uma das cinco Zonas Azuis do mundo é motivo de <strong>orgulho nacional</strong>. É, também, um diferencial frequentemente destacado na promoção das atrações desse país centro-americano. No entanto, esse reconhecimento levanta questões importantes sobre como a região e seus habitantes devem ser apresentados aos visitantes.</p><p>"Não se trata de uma atração turística, e isso não deveria ser comercializado como um produto turístico, porque não é o que é", afirma Evelyn Figueroa, executiva para o mercado sul-americano do Instituto Costarriquenho de Turismo, durante uma entrevista exclusiva na Feira Internacional de Turismo (FIT), realizada em Buenos Aires no final de setembro.</p><h2>Península de Nicoya: um exemplo de vida em harmonia com a natureza</h2><p>"Buscam reconhecer um costa-riquenho de 119 anos como o homem mais velho da história", diziam as manchetes na mídia nacional e internacional há algumas semanas, despertando um novo interesse pela notável longevidade na região. O protagonista dessa história é José Flores Flores, morador de Sardinal, um distrito no cantão de Carrillo, em Guanacaste.</p><p>Para além dos <strong>casos de longevidade extrema que atraem a atenção da mídia</strong>, essas histórias oferecem uma oportunidade de conhecer Nicoya por meio de seus habitantes. Por trás das estatísticas, há pessoas, trajetórias de vida e tradições que ajudam a explicar o cotidiano daqueles que chamam esta região de lar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/costa-rica-y-un-viaje-a-lo-natural-biodiversidad-longevidad-turismo-responsable-1791857486038.jpg" data-image="pa39drkjuilg"><figcaption>Nicoya é uma das cinco Zonas Azuis do mundo.</figcaption></figure><p>A longevidade em Nicoya não pode ser explicada por um único segredo. Em vez disso, ela parece envolver <strong>uma combinação de hábitos de estilo de vida, dieta, atividade física, relações sociais e condições de vida</strong>. Inúmeros estudos examinaram os hábitos e as circunstâncias dos moradores de Nicoya para identificar possíveis fatores associados à sua longevidade, embora os pesquisadores não tenham estabelecido uma causa única.</p><div class="texto-destacado">Segundo o Ministério da Saúde da Costa Rica, mais de 900 pessoas com mais de 90 anos e mais de 60 centenários vivem na Península de Nicoya; muitas delas levam uma vida ativa e independente.</div><p>"Foram realizados estudos, e há vários fatores que contribuem para isso. Todos eles se somam. O primeiro é que se trata de uma<strong> população fisicamente ativa</strong>. São pessoas que acordam às quatro ou cinco da manhã, andam a cavalo; homens que pegam um facão e gostam de cortar o mato; mulheres mais velhas que se levantam para preparar tortilhas logo cedo. São pessoas ativas", explica Figueroa, descrevendo rotinas diárias que, naturalmente, envolvem movimento e atividade física.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="793261" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/japao-supera-pela-primeira-vez-a-marca-de-100-mil-pessoas-centenarias-um-marco-mundial-de-longevidade.html" title="Japão supera pela primeira vez a marca de 100 mil pessoas centenárias, um marco mundial de longevidade">Japão supera pela primeira vez a marca de 100 mil pessoas centenárias, um marco mundial de longevidade</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/actualidade/japao-supera-pela-primeira-vez-a-marca-de-100-mil-pessoas-centenarias-um-marco-mundial-de-longevidade.html" title="Japão supera pela primeira vez a marca de 100 mil pessoas centenárias, um marco mundial de longevidade"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/japon-supera-por-primera-vez-las-100-000-personas-centenarias-en-un-hito-de-longevidad-mundial-1791835130138_320.jpg" alt="Japão supera pela primeira vez a marca de 100 mil pessoas centenárias, um marco mundial de longevidade"></a></article></aside><p><strong>A alimentação é outro fator importante</strong>, segundo o representante do setor de turismo. "<strong>Arroz e feijão são a base da dieta costarriquenha</strong> — já que somos um país agrícola —, juntamente com uma grande variedade de frutas e vegetais. Por sermos uma nação agrícola, essas comunidades descendem de gerações para as quais comprar fontes de proteína, como frango ou carne, era algo muito caro. Como resultado, elas estruturaram sua alimentação em torno de determinados produtos agrícolas. Foi assim que desenvolveram uma dieta equilibrada, saudável e com baixo teor de gordura, praticamente sem carnes processadas ou alimentos industrializados. Eles estão acostumados a consumir o que a terra produz, e muitos, inclusive, possuem suas próprias pequenas propriedades agrícolas".</p><div class="texto-destacado">Hábitos diários, alimentação e laços comunitários oferecem uma perspectiva sobre um modo de vida cuja importância vai além do número de anos que uma pessoa vive.</div><p>Um terceiro fator destacado pelo Instituto Costarriquenho de Turismo é a <strong>vida comunitária</strong>, as relações intergeracionais, o sentimento de pertencimento e as sólidas redes de apoio. Muitos moradores mais velhos vivem com suas famílias e permanecem fortemente conectados às suas comunidades, mantendo um <strong>profundo sentimento de pertencimento por meio de suas relações sociais</strong>.</p><p>Esses hábitos e tradições oferecem uma <strong>perspectiva valiosa sobre a vida na região</strong>, mas não estabelecem uma causa única para a longevidade, nem provam que viver em um determinado ambiente natural garanta uma vida mais longa. Compreender o fenômeno exige, também, analisar o contexto mais amplo em que essas comunidades estão inseridas.</p><h2>Costa Rica: a biodiversidade como parte de sua identidade nacional</h2><p>A relação entre o estilo de vida e o meio ambiente oferece uma perspectiva mais ampla sobre a Costa Rica. Embora seja um país relativamente pequeno, sua localização entre o Oceano Pacífico e o Mar do Caribe, somada à diversidade de seus ecossistemas, faz dele <strong>um destino importante para a conservação da natureza</strong>.</p><p>"Somos um país pequeno, mas estamos situados em uma área de biodiversidade extraordinária", explica Figueroa. Segundo o representante do setor de turismo, a <strong>Costa Rica abriga uma parcela significativa da biodiversidade mundial </strong>(6,5%) e conta com mais de 600 praias naturais, muitas delas margeadas por florestas que se estendem até a linha da costa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/costa-rica-y-un-viaje-a-lo-natural-biodiversidad-longevidad-turismo-responsable-1791858294370.jpg" data-image="nt737w1kla43"><figcaption>Estande da Costa Rica na Feira Internacional de Turismo (FIT) de 2026, em Buenos Aires.</figcaption></figure><p>Essa variedade de paisagens é complementada por uma<strong> rede de áreas protegidas que abrange quase 26% do território nacional</strong>, constituindo uma parte importante da identidade ambiental da Costa Rica. A conservação está intimamente ligada tanto à proteção dos ecossistemas quanto à forma como o país apresenta seu patrimônio natural aos visitantes.</p><p><strong>Florestas, parques nacionais, litorais e a vida selvagem</strong> são elementos centrais da oferta turística da Costa Rica, ajudando a diferenciar o país como um destino voltado para a natureza. Contudo, essas paisagens são mais do que locais para contemplação ou experiências para turistas; são também espaços onde as comunidades locais desenvolvem suas tradições, relações e modos de vida.</p><h3>Uma conexão com a natureza que vai além da paisagem</h3><p>A extraordinária biodiversidade da Costa Rica e a longevidade observada em Nicoya destacam dois aspectos distintos, porém complementares, do país: <strong>a riqueza de seus ecossistemas e os estilos de vida de suas comunidades</strong>.</p><p>Embora não existam evidências suficientes para concluir que viver em um <strong>ambiente biodiverso</strong>, por si só, prolongue a vida humana, visitar Nicoya oferece a oportunidade de ir além das estatísticas excepcionais de longevidade e compreender melhor o contexto cultural e social de seus habitantes. Conhecer um destino envolve mais do que explorar suas paisagens; significa também reconhecer a história, as tradições e as relações que moldam sua identidade.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/lazer/costa-rica-uma-jornada-pela-natureza-biodiversidade-e-por-um-modo-de-vida-diferente-em-harmonia-com-a-terra.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[NASA reorganiza Artemis para voltar à Lua em 2028: SpaceX e Blue Origin competem para levar astronautas]]></title><link>https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/nasa-reorganiza-artemis-para-voltar-a-lua-em-2028-spacex-e-blue-origin-competem-para-levar-astronautas.html</link><pubDate>Sat, 31 Oct 2026 12:13:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A NASA avaliará os sistemas de pouso lunar da <em>SpaceX </em>e da <em>Blue Origin</em> antes de escolher qual utilizará na missão Artemis IV. Ambas as empresas deverão demonstrar que suas tecnologias estão preparadas para levar humanos de volta à superfície lunar.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-reorganiza-artemis-para-volver-a-pisar-la-luna-en-2028-spacex-y-blue-origin-compiten-por-llevar-los-astronautas-1793045132904.png" data-image="xtzk308rmdxs"><figcaption>Embora a SpaceX e a Blue Origin compartilhem o objetivo de facilitar o retorno de humanos à Lua, seus projetos apresentam diferenças importantes.</figcaption></figure><p>A agência espacial americana <strong>NASA </strong>mantém em aberto as opções para o retorno dos astronautas à Lua. A agência testará os <strong>sistemas de pouso lunar</strong> desenvolvidos pela <em><strong>SpaceX</strong></em> e pela <em><strong>Blue Origin</strong></em> antes de decidir qual das duas empresas ficará encarregada de uma das etapas mais importantes da <strong>missão Artemis IV</strong>, que tem como objetivo levar seres humanos de volta à superfície lunar em <strong>2028</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>O cronograma previsto prevê que a<em> SpaceX</em> realize uma primeira demonstração sem tripulação no final de 2027, enquanto a <em>Blue Origin</em> planeja testar sua tecnologia durante 2028.</strong></div><p>Os resultados serão determinantes para<strong> estabelecer se algum dos sistemas está pronto para participar de uma missão tripulada</strong>.</p><p>O anúncio foi feito durante uma apresentação de responsáveis pelo programa Artemis no Centro Espacial Kennedy. A decisão reflete a intenção da NASA de verificar o funcionamento de ambas as propostas antes de definir qual veículo utilizará para o pouso lunar.</p><h2>A SpaceX aposta na <em>Starship </em>para chegar à superfície lunar</h2><p>A empresa fundada por Elon Musk propõe utilizar <strong>uma versão de sua espaçonave <em>Starship </em>adaptada</strong> para pousar na Lua. O veículo deverá integrar-se às operações da cápsula Orion, na qual viajarão os astronautas, para realizar as manobras necessárias antes da descida.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-reorganiza-artemis-para-volver-a-pisar-la-luna-en-2028-spacex-y-blue-origin-compiten-por-llevar-los-astronautas-1793045168043.jpg" data-image="etexnjuccrgr"><figcaption>A <em>Starship</em>, da SpaceX, é o sistema de lançamento mais potente e maior já construído pela humanidade. Crédito: REUTERS/Steve Nesius.</figcaption></figure><p>A <em>SpaceX</em> planeja realizar um <strong>teste de pouso na Lua sem tripulação</strong> no <strong>final</strong> de <strong>2027</strong>. Caso consiga atingir os objetivos técnicos estabelecidos, a empresa buscará avançar para uma demonstração com astronautas durante o segundo semestre de 2028.</p><p>No entanto, antes de transportar pessoas, precisará demonstrar que seu sistema é capaz de executar, de forma segura, as operações previstas para alcançar a superfície lunar. O desenvolvimento da <em>Starship </em>é uma peça central nos planos da companhia para participar das próximas missões de exploração espacial.</p><h2>Blue Origin prepara uma alternativa com o módulo <em>Blue Moon</em></h2><p>A proposta da Blue Origin, empresa impulsionada por Jeff Bezos, baseia-se no <strong>módulo lunar <em>Blue Moon</em></strong>. Sua arquitetura prevê o <strong>uso de três veículos que atuariam como rebocadores para transportar o módulo tripulado</strong> até uma órbita polar ao redor da Lua.</p><p>Uma vez lá, o veículo deverá encontrar-se com os astronautas que tiverem chegado a bordo da cápsula <em>Orion</em>. A partir dessa manobra, serão realizadas as operações necessárias para prosseguir com a descida em direção à superfície.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-reorganiza-artemis-para-volver-a-pisar-la-luna-en-2028-spacex-y-blue-origin-compiten-por-llevar-los-astronautas-1793045191919.jpg" data-image="gw8ajv0nt24j"><figcaption>O fundador da Blue Origin, Jeff Bezos, apresentou uma maquete do módulo lunar Blue Moon no dia 9 de maio de 2019. Crédito: Space.com</figcaption></figure><p>O cronograma da empresa prevê um <strong>primeiro teste</strong> de seu <strong>sistema de pouso</strong> não tripulado em <strong>2028</strong>. Essa demonstração permitirá avaliar o seu funcionamento antes de considerar a sua utilização em futuras missões tripuladas.</p><p>Embora a <em>SpaceX </em>e a <em>Blue Origin</em> compartilhem o objetivo de facilitar o retorno dos seres humanos à Lua, seus projetos apresentam diferenças importantes. Por isso, os testes serão essenciais para comparar o desempenho de cada um e determinar se atendem aos requisitos de segurança e operação exigidos pela NASA.</p><h2>A Artemis III mudará de rumo antes do retorno à Lua</h2><p>A avaliação dos módulos lunares não será a única mudança nos planos norte-americanos. A NASA também modificará a abordagem da Artemis III, que deixará de ter como objetivo principal um pouso na Lua para <strong>se concentrar em testes em órbita terrestre</strong>.</p><div class="texto-destacado">A missão prevê levar quatro astronautas à órbita da Terra por aproximadamente 14 dias, no verão de 2027. Durante esse período, a tripulação realizará manobras de encontro e acoplagem entre a cápsula <em>Orion </em>e os protótipos dos veículos desenvolvidos pela SpaceX e pela Blue Origin.</div><p>Estes <strong>exercícios </strong>permitirão verificar procedimentos fundamentais para as futuras missões lunares e obter informações sobre o funcionamento conjunto das naves. A experiência também ajudará a detectar possíveis dificuldades antes que as operações sejam realizadas a centenas de milhares de quilômetros da Terra.</p><h3>Uma decisão fundamental para a Artemis IV</h3><p>A escolha do sistema de pouso na Lua para a Artemis IV <strong>dependerá dos resultados das demonstrações</strong> e da capacidade de cada empresa de cumprir os prazos previstos.</p><p>Além disso,<strong> a NASA busca se envolver de maneira mais direta no desenvolvimento tecnológico</strong>. Para isso, prevê que sua própria equipe trabalhe em conjunto com os fornecedores, com o objetivo de identificar e resolver possíveis problemas técnicos com maior rapidez.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773611" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/o-futuro-da-exploracao-espacial-da-nasa-cronograma-e-desafios-das-proximas-missoes-artemis.html" title="O futuro da exploração espacial da NASA: cronograma e desafios das próximas missões Artemis">O futuro da exploração espacial da NASA: cronograma e desafios das próximas missões Artemis</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/o-futuro-da-exploracao-espacial-da-nasa-cronograma-e-desafios-das-proximas-missoes-artemis.html" title="O futuro da exploração espacial da NASA: cronograma e desafios das próximas missões Artemis"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780998687886_320.jpg" alt="O futuro da exploração espacial da NASA: cronograma e desafios das próximas missões Artemis"></a></article></aside><p>O retorno de astronautas à superfície lunar dependerá, em grande medida, de que estas tecnologias sejam aprovadas nos testes previstos. A <em>SpaceX </em>e a <em>Blue Origin </em>mantêm suas propostas na disputa, mas precisarão demonstrar que seus sistemas estão preparados para enfrentar uma das operações mais complexas da exploração espacial moderna.</p><p><strong>O objetivo é que a missão Artemis IV marque um novo capítulo na presença humana na Lua</strong>. Para alcançá-lo, será preciso, primeiramente, comprovar que os veículos projetados para o pouso conseguem atender às exigências de uma missão tripulada.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.meteored.com.br/noticias/astronomia/nasa-reorganiza-artemis-para-voltar-a-lua-em-2028-spacex-e-blue-origin-competem-para-levar-astronautas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item></channel></rss>