O mês de Janeiro terá padrões semanais distintos de anomalias de precipitação e temperatura, com impactos variando em cada região do país.
O mês de Janeiro terá padrões semanais distintos de anomalias de precipitação e temperatura, com impactos variando em cada região do país.
Dia 31 de dezembro é marcado por festas, viagens e celebrações em todas as partes do mundo. Não seja pego de surpresa pela chuva, confira agora as primeiras tendências para a virada de ano!
Combinação de sistemas de baixa pressão e formação de canal de umidade no interior do país disparam tempestades em toda a região.
A semana termina com o retorno das instabilidades no centro-sul do país, devido à formação de um novo centro de baixa pressão sobre o Paraguai, que avança em direção à região Sul do Brasil.
Ao contrário do que as previsões e probabilidades indicavam, 2024 termina sem a consolidação do fenômeno de resfriamento das águas do Pacífico Tropical.
Um ciclone formado no Sul do Brasil, juntamente com uma frente fria, deve provocar mudanças significativas no tempo no Sudeste ao longo do fim de semana.
Modelos climáticos projetam o verão com temperaturas acima da média e chuvas irregulares, concentradas na região Norte.
Análise de dados coletados por satélites indicam regiões na África, América do Sul e nos Estados Unidos como os locais preferenciais de tempestades no globo.
Tempestades dão uma trégua até a quinta-feira, mas na sexta-feira e no fim de semana há potencial de eventos intensos na região Sul, especialmente no Rio Grande do Sul.
O início oficial do verão astronômico é diferente do verão meteorológico, baseado no ciclo anual da temperatura. Leia e entenda quando essas estações começam.
Sistema que se forma no fim de semana traz chuva forte, tempestades intensas e queda de temperatura em várias regiões.
Calorão abre caminho para instabilidade no centro-sul do Brasil: tempestades ganham força a partir de quarta.
Os resultados preenchem uma lacuna crucial no entendimento dos mecanismos exclusivos da floresta Amazônica na formação de sua precipitação.
Frequência alarmante de recordes de aquecimento global acima de 1,5ºC coloca o planeta cada vez mais próximo do ponto de não retorno.