Após meses de aquecimento acima das previsões iniciais, o ECMWF reforçou o cenário de um Super El Niño histórico, com praticamente todo o conjunto de previsões indicando anomalias superiores a 3°C.
Após meses de aquecimento acima das previsões iniciais, o ECMWF reforçou o cenário de um Super El Niño histórico, com praticamente todo o conjunto de previsões indicando anomalias superiores a 3°C.
A entrada de uma massa de ar frio a partir de sexta-feira (7) irá deixar as temperaturas abaixo da média na segunda semana de agosto, derrubando as temperaturas próximas a 0°C na região Sul e abaixo de 15°C no Sudeste.
Uma intensa massa de ar quente vai elevar as temperaturas em praticamente todo o Brasil nos próximos dias. As temperaturas podem alcançar impressionantes 43°C em algumas localidades. A umidade relativa do ar também será crítica, o que representa um risco para a saúde.
O Super El Niño 2026-27 alcançou 2,3°C de anomalia absoluta da temperatura do mar, enquanto o índice oficial da NOAA indica 1,5°C. A diferença entre esses valores não é um erro, mas revela como o aquecimento global vem mudando a forma de medir e interpretar a intensidade do fenômeno.
Agosto marca o último mês do inverno climatológico e deve ser influenciado por um El Niño em rápida intensificação, que tende a reforçar o contraste entre chuvas acima da média no Sul e tempo mais seco no Norte do Brasil, além de favorecer temperaturas elevadas em grande parte do país.
O maior alerta está sobre o Rio Grande do Sul, que deve receber novos volumes expressivos de chuva enquanto ainda se recupera das inundações da última semana.
A virada de mês entre julho e agosto traz um novo cenário preocupante para o Sul do Brasil, com previsão de tempestades intensas e chuvas extremas sobre áreas recentemente impactadas e muito vulneráveis.
Julho deve terminar com mais um evento extremo de tempestades intensas e chuvas volumosas sobre no Sul do Brasil. O estado mais afetado deve ser o Rio Grande do Sul, área recentemente impactada e muito vulnerável a novos transtornos.
A trégua das chuvas no Rio Grande do Sul será breve: um novo episódio de tempestades intensas com chuvas volumosas está previsto para a última semana de julho.
Tempestades intensas com novos acumulados superiores a 100 mm ainda estão previstos até o final de quarta-feira (22). A partir de quinta-feira (23), porém, uma mudança no tempo afasta as chuvas e traz de volta o frio.
Os principais centros internacionais de previsão climática reforçam, a cada nova atualização, o cenário de um Super El Niño histórico. A consistência entre os modelos, o fortalecimento do aquecimento previsto e as condições-recorde já observadas no Oceano Pacífico elevam a confiança de que o evento de 2026/2027 poderá ser o mais intenso desde o início dos registros.
O fim de semana será de tempestades severas sobre o Rio Grande do Sul. A partir de terça (20), no entanto, os sistemas começam a ganhar força sobre Santa Catarina e Paraná.
O jato de baixos níveis atua como uma esteira transportadora de calor e umidade da Amazônia para o sul do continente, e está associado a tempestades severas. A previsão indica que seu núcleo deve ultrapassar 150 km/h nos próximos dias.
Intenso transporte de calor e umidade da região amazônica alimentará tempestades severas no Sul, com risco de granizo, tornados e acumulados superiores a 300 mm.
Sequência de dias com tempestades severas e chuvas volumosas traz alerta de transtornos generalizados na reta final de julho.
Julho terá virada no tempo: o frio perde força a partir de sexta-feira (17), com o calor se espalhando pelo país e favorecendo tempestades severas com chuvas volumosas sobre o Rio Grande do Sul.
O aumento das temperaturas globais voltou a acelerar: após subir do quinto para o segundo lugar no ranking histórico em apenas três meses, 2026 pode abrir caminho para novos recordes no fim do ano e em 2027.
O El Niño 2026/2027 se encaminha para entrar na história: a NOAA aumentou para 81% a chance de um El Niño muito intenso entre outubro e dezembro. Em relação ao mês anterior, a probabilidade subiu cerca de 20 pontos percentuais.
Uma massa de ar quente vem ganhando força sobre o Nordeste e Brasil Central, favorecendo temperaturas extremas e umidade do ar abaixo dos níveis recomendados à saúde.
O calor ganha força nos próximos dias e coloca grande parte do Brasil em alerta: além de temperaturas próximas de 40°C, a baixa umidade aumenta os riscos à saúde.