Urnas funerárias milenares revelam sofisticadas práticas indígenas e reforçam o papel das comunidades locais na preservação do patrimônio arqueológico da floresta. A descoberta muda o olhar sobre a ocupação da várzea amazônica.
Urnas funerárias milenares revelam sofisticadas práticas indígenas e reforçam o papel das comunidades locais na preservação do patrimônio arqueológico da floresta. A descoberta muda o olhar sobre a ocupação da várzea amazônica.
Os sumidouros naturais de carbono do planeta – os oceanos, as florestas e os solos – estão atingindo seus limites, absorvendo menos carbono do que o esperado e representando um risco significativo de retrocesso nas metas climáticas globais.
É oficial: sete dos nove limites vitais da Terra estão fora da "zona segura", de acordo com o Instituto Potsdam para Pesquisa do Impacto Climático (PIK).
A circunavegação de Fernão de Magalhães e a viagem do planador robótico da Universidade de Rutgers podem até ser proezas distintas, mas em comum têm a ambição de revolucionar o conhecimento sobre os oceanos.
Novo estudo mostra que o glúten em si raramente é a real causa de problemas gastrointestinais, ao contrário do que se pensa; mas os sintomas são reais. Então, quais são os verdadeiros culpados pelos sintomas? Descubra aqui.
O nitrogênio é o gás mais abundante na atmosfera, mas em excesso pode ser prejudicial; novas diretrizes oferecem orientações sobre como avaliar os impactos benéficos e nocivos do gás.
Pesquisadores do CONICET e da Universidade de Groningen desenvolveram um método econômico e sustentável para converter a erva-mate usada em bio-óleo, uma fonte renovável com potencial para substituir produtos derivados do petróleo.
Nosso planeta está refletindo cada vez menos radiação solar, o que afeta, sobretudo, o Hemisfério Norte, que está escurecendo mais rapidamente que o Hemisfério Sul. O declínio do gelo marinho e da cobertura de neve contribui para isso, mas não é o único fator.
A Terra enfrenta circunstâncias climáticas críticas: os recifes de coral estão morrendo, as calotas polares estão derretendo e o nível médio do mar está subindo. O aquecimento global acima de 1,5°C ameaça milhões de pessoas e exige reduções imediatas nas emissões de CO₂.
Um novo estudo investiga a forma como as formigas lidam com as doenças nas suas colônias.
O aumento sem precedentes na intensidade dos furacões preocupa a comunidade científica. Em questão de horas, tempestades que pareciam moderadas atingem categorias devastadoras. Os efeitos do aquecimento global estão por trás desse comportamento.
Devido ao uso excessivo de smartphones e à sua capacidade de armazenar informações, nossa memória biológica está se deteriorando lentamente. Esse fenômeno preocupa os cientistas, que decidiram soar o alarme.