Estudo revela que pequenas quantidades de terra preta da Amazônia aceleram o crescimento de árvores nativas, destacando o papel de microrganismos na recuperação de áreas degradadas e reflorestamento sustentável.
Estudo revela que pequenas quantidades de terra preta da Amazônia aceleram o crescimento de árvores nativas, destacando o papel de microrganismos na recuperação de áreas degradadas e reflorestamento sustentável.
Após quase quatro décadas de monitoramento, retorno de tartaruga ao litoral do Espírito Santo reforça a eficácia de políticas ambientais contínuas, mobilização científica e participação comunitária na conservação marinha brasileira.
Nova norma do Ibama redefine status do pirarucu em várias bacias brasileiras, libera abate sem restrições e provoca reação de produtores, que temem impactos econômicos e insegurança jurídica.
Evento internacional reúne mais de 130 países em Campo Grande para discutir proteção de espécies migratórias, destacando a importância do Pantanal como corredor ecológico essencial para biodiversidade sul-americana.
Registro raro feito em Porto Velho revela o canto do uirapuru, ave amazônica que vocaliza por poucos dias ao ano e intriga cientistas pela biologia ainda pouco conhecida.
Descoberta de gás no Caribe colombiano reforça estratégia internacional da estatal brasileira e amplia perspectivas energéticas regionais, enquanto empresa também enfrenta desafios regulatórios e ambientais em projetos no Brasil.
Pesquisa revela que, apesar das críticas ambientais, hidrelétricas no Brasil apresentam menor emissão de gases de efeito estufa em comparação com outras tecnologias de geração e armazenamento de energia elétrica.
Missão técnica na Amazônia reúne especialistas e indígenas para propor avanços na trilha, ampliar segurança, preservar ambiente e fortalecer protagonismo Yanomami na gestão do turismo sustentável no ponto mais alto brasileiro.
Estudo revela que áreas úmidas do Cerrado acumulam carbono por milênios, superando florestas amazônicas, e alerta para riscos ambientais causados por mudanças no uso do solo e clima.
Descoberta no Maranhão, o Dasosaurus tocantinensis ajuda cientistas a entender como dinossauros gigantes se deslocaram entre América do Sul, África e Europa há milhões de anos antigos.
De cavernas monumentais a cânions esculpidos por rios, destinos subterrâneos e formações rochosas revelam paisagens surpreendentes pelo Brasil e atraem visitantes interessados em natureza, aventura e ecoturismo.
Pesquisa australiana mostra que abelhas conseguem aprender regras de soma e subtração em experimentos controlados, sugerindo que até cérebros muito pequenos podem desenvolver habilidades cognitivas consideradas complexas.
Pesquisadores do MIT identificam fósseis químicos em rochas do Período Ediacarano e sugerem que ancestrais das esponjas marinhas podem ter sido os primeiros animais a habitar os oceanos da Terra.
Estudo conduzido por pesquisadoras brasileiras na Amazônia utilizou preservativos de látex para testar a função das torres de argila construídas por ninfas da cigarra-arquiteta durante a metamorfose.
Pesquisa analisa fósseis e pegadas do Tyrannosaurus rex e indica que o famoso predador caminhava apoiado na ponta dos dedos, estratégia que aumentava velocidade, estabilidade e eficiência na locomoção.
Após mais de dois séculos ausentes do céu carioca, araras-canindé passam por processo de readaptação e começam a ser reintroduzidas no Parque Nacional da Tijuca, em projeto de restauração ecológica.
Estudo publicado na revista Communications Earth & Environment calcula valor econômico da precipitação produzida pela floresta amazônica e aponta efeitos diretos sobre agricultura, energia e estabilidade macroeconômica brasileira.
Universidades e empresas paulistas desenvolvem aeronaves inteligentes capazes de detectar focos de fogo, medir gases de efeito estufa e até lançar água e espuma, ampliando a prevenção ambiental.
Da Bacia Amazônica às vitrines do Texas, a pele do pirarucu movimenta a indústria da moda, fortalece associações ribeirinhas e ajuda a manter um dos maiores peixes de água doce do mundo sob manejo sustentável.
Secas extremas, degradação ambiental e redução do nível dos rios ameaçam a sobrevivência do boto-cor-de-rosa, símbolo cultural da Amazônia e espécie já classificada como em perigo de extinção.