Encontrados em Roraima, Cayooca puchus e Brotheas cernii revelam parte da biodiversidade ainda desconhecida da floresta e podem contribuir para novas pesquisas sobre venenos e aplicações biomédicas.
Jornalista amazônico graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e mestrando em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa (UNL). Escreve sobre temas ligados ao meio ambiente, sustentabilidade, ciência e tecnologia. Integrou as equipes de Comunicação do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) e Fundação Amazônia Sustentável (FAS). Ganhador do Prêmio Paraense de Jornalismo e Direitos Humanos (2016) na categoria “jornalismo impresso”, realizado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Sindicato dos Jornalistas do Pará.
Encontrados em Roraima, Cayooca puchus e Brotheas cernii revelam parte da biodiversidade ainda desconhecida da floresta e podem contribuir para novas pesquisas sobre venenos e aplicações biomédicas.
Descoberta arqueológica reúne versos em grego antigo, inscrições egípcias e elementos romanos em complexo funerário que ajuda a revelar a diversidade cultural do Egito durante a Antiguidade tardia.
Construída em 1951, no Morumbi, residência projetada pela arquiteta ítalo-brasileira tornou-se referência ao combinar princípios modernistas, soluções bioclimáticas e uma relação singular com a vegetação do entorno paulistano.
Da aranha-marrom à teia-de-funil australiana, algumas espécies possuem venenos capazes de provocar necrose, alterações neurológicas e problemas respiratórios, exigindo atendimento médico rápido em casos graves de picada.
Fósseis encontrados no sul da Argentina indicam que alguns dos maiores dinossauros da história conseguiam se reproduzir em altas latitudes usando ninhos que mantinham seus ovos aquecidos.
Evento realizado anualmente na Noruega reúne especialistas para simular interferências em sinais de satélite e descobrir como proteger redes elétricas, telecomunicações, transportes e outras infraestruturas essenciais contra ataques.
Desenvolvida pelo estudante Benjamin Pereira de Brito, solução reaproveita fibras que seriam descartadas para proteger sementes e auxiliar o desenvolvimento de plantas em diferentes tipos de solo e ambientes.
Formações arenosas antes associadas à degradação ajudam a filtrar água e abastecer o Aquífero Guarani, enquanto pesquisas revelam conexão entre esses ecossistemas, a Amazônia e o Oceano Atlântico.
Estudo do IPAM aponta expansão acelerada da mineração em territórios indígenas e alerta que contaminação, secas, incêndios e enchentes podem combinar ameaças e intensificar impactos sobre comunidades amazônicas.
Análises genéticas revelaram que pequeno gato encontrado nas florestas bolivianas pertence a uma linhagem própria, separada há 1,4 milhão de anos, e pode estar ameaçado de extinção.
Reintroduzidos em 2009 na Reserva da Biosfera de Janos, animais multiplicaram sua população e voltaram a desempenhar funções importantes para a vegetação, o solo e a biodiversidade local.
Análise de 71 estudos, envolvendo ao menos 216 mil participantes, indica que mensagens capazes de despertar emoções podem incentivar maior engajamento público com ações e políticas relacionadas às mudanças climáticas.
Elevação do nível do mar, marés mais intensas e mudanças no regime de chuvas alteram ecossistemas, pesca e comunidades costeiras na região onde o Amazonas encontra o Atlântico.
Hugo, da raça Shire, mede 1,99 metro e conquistou reconhecimento internacional aos quatro anos; animal inglês ainda pode crescer e se aproximar do maior cavalo já registrado na história.
Localizada no extremo sul do Brasil, Praia do Cassino chama atenção pela extensão de sua faixa de areia e guarda episódios envolvendo naufrágios, foguetes, turismo, ciência e ultramaratonas.
Dados do Inpe mostram redução dos alertas no Cerrado e avanço na Floresta Amazônica; governo cria áreas prioritárias para proteger regiões responsáveis pela recarga dos aquíferos e rios brasileiros.
Iniciativa começou em 2017 no quintal de uma casa na Virgínia e transformou um gramado seco em habitat para anfíbios, aves, insetos polinizadores e diversas espécies de plantas nativas.
Pesquisa da Universidade Federal do Ceará identificou substâncias potencialmente tóxicas acima dos níveis toleráveis em crustáceos e alerta para contaminação ambiental dos manguezais e possíveis riscos associados ao consumo humano.
Estudo com 116 serpentes investigou como região do corpo, idade, sexo e temperatura influenciam botes defensivos; pesquisa recebeu Ig Nobel de Biologia, mas artigo científico foi posteriormente retratado pela revista.
Nova análise mostra que o tilacino possuía adaptações únicas para capturar pequenas presas e reforça que o animal não era simplesmente uma versão marsupial dos grandes predadores europeus.