Cientistas da Universidade Complutense de Madrid descobrem que o oceano Atlântico pode desempenhar um papel decisivo na previsão do El Niño. Saiba as implicações desta descoberta para os diferentes setores da sociedade à escala global.
Cientistas da Universidade Complutense de Madrid descobrem que o oceano Atlântico pode desempenhar um papel decisivo na previsão do El Niño. Saiba as implicações desta descoberta para os diferentes setores da sociedade à escala global.
As equações de Navier-Stokes estão entre os assuntos do momento após a OpenAI anunciar um resultado para um dos maiores problemas associados a elas. Mas por que essas equações são tão importantes e difíceis de resolver? Entenda como elas descrevem o movimento dos fluidos.
A OpenAI anuncia a resolução de um dos Problemas do Milênio, o das equações de Navier-Stokes. No entanto, surgem dúvidas e controvérsias no mundo académico: será um triunfo da inteligência artificial ou uma iniciativa prematura, desprovida dos requisitos científicos necessários?
O primeiro relatório do Lancet Countdown sobre Saúde e Mudanças Climáticas nas Cidades da Europa acaba de apresentar dados científicos e transmite uma mensagem clara: os riscos para a saúde crescem mais rapidamente do que a resposta dada a eles.
Com temperatura média global de 16,96°C, agosto de 2026 entrou para a história como o mês mais quente já registrado na base de dados ERA5 do Copernicus.
Nova análise mostra que o tilacino possuía adaptações únicas para capturar pequenas presas e reforça que o animal não era simplesmente uma versão marsupial dos grandes predadores europeus.
Quando a Terra entrou em uma de suas fases de frio mais extremas, há cerca de 700 milhões de anos, o sal pode ter sido o fator que intensificou a transição para a chamada "Terra Bola de Neve".
A ferramenta necessária para mitigar ondas de calor cada vez mais frequentes, intensas e prolongadas. Será ela realmente a solução, ou poderia, na verdade, agravar ainda mais o calor nas cidades?
África já foi povoada por uma diversidade extraordinária de gigantes ao longo de milhões de anos, porém, a evolução deixou de conseguir repor as espécies perdidas. Descubra mais sobre este tema!
A Austrália não está parada: o continente da Oceania se move sete centímetros para norte-nordeste a cada ano, aproximando-se da Ásia e desenhando o futuro mapa tectônico da Terra.
Um projeto de ciência cidadã não convencional, liderado pela Universidade de Zurique e pela Agroscope, teve como objetivo compreender melhor a atividade dos organismos do solo.
Gigantescas, lentas e praticamente invisíveis — é assim que as ondas de Rossby se propagam pelos oceanos. Ao se moverem, essas ondas podem levar nutrientes ao fitoplâncton ou fazê-lo afundar para além do seu alcance.