Revisão científica mostra que bactérias fornecem cerca de 90% do nitrogênio acumulado pela soja brasileira. O estudo reúne dados sobre inoculantes, aponta menor oferta para feijões e explica por que os resultados ainda variam no campo brasileiro.
Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade de Guayaquil (UDG) , Faculdade de Agronomia (2010), e mestrado em Mudanças Climáticas pela Escola Superior Politécnica do Litoral (ESPOL) , Faculdade de Engenharia Naval, Ciências Biológicas, Oceânicas e Recursos Naturais (2017). Obteve doutorado em Meteorologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e realizou pós-doutorado em Meteorologia na UFSM de 2022 a 2024, com foco em Climatologia. Atuou como pesquisador no Instituto Nacional de Pesquisas Agropecuárias (2009-2011) e de outubro de 2011 a 2018 foi técnico e responsável pelo Departamento de Defesa Fito Sanitária (ARCFS) no Ministério de Agricultura do Equador. Entre 2017 e 2018, trabalhou como assessor científico no Vice-Ministério de Agricultura.
Tem experiência em Agronomia, com ênfase em Agrometeorologia, e suas principais áreas de pesquisa incluem agrometeorologia operacional, agroclimatologia, planejamento agrícola, doenças de plantas, sistemas de informação geográfica e análises estatísticas. Desde 2018, é membro do Grupo de Pesquisas em Clima e do Laboratório de Agrometeorologia na UFSM. Atualmente, é professor de Modelagem Ambiental na Universidade Agrária do Equador e diretor de projetos relacionados a mudanças climáticas e serviços ecossistêmicos.
Revisão científica mostra que bactérias fornecem cerca de 90% do nitrogênio acumulado pela soja brasileira. O estudo reúne dados sobre inoculantes, aponta menor oferta para feijões e explica por que os resultados ainda variam no campo brasileiro.
Trigo maduro no Paraná pode perder janelas de colheita com a chuva prevista entre domingo e segunda. Em Santa Catarina, lavouras em floração exigem inspeção de doenças; decisões dependem da fase, do solo e da previsão local.
O ar frio avança pelo Centro-Sul até sábado, com mínimas de 4°C a 13°C em Santa Catarina na sexta. A chance de marcas próximas de 0°C diminuiu e agora se concentra nas serras altas.
Uma massa de ar frio avança pelo Centro-Sul nesta terça-feira, encerra a onda de calor e derruba as mínimas. Na sexta, áreas altas da divisa entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina podem registrar 0°C.
Entre esta terça e a quinta-feira, uma frente fria favorece pancadas de chuva no Centro-Oeste, enquanto o oeste da Região Norte segue instável. Manaus tem 10 mm previstos nesta segunda; em Mato Grosso do Sul, núcleos podem ser fortes.
A semeadura do arroz irrigado avança no Rio Grande do Sul, mas tempestades podem reduzir o acesso aos campos entre domingo e terça. Antes de mobilizar máquinas, produtores precisam conferir chuva, drenagem e umidade em cada talhão.
Após o frio recente no Centro-Sul, uma massa de ar quente eleva as máximas até terça-feira (29). O calor avança por Sudeste, Centro-Oeste, Norte e interior do Nordeste, podendo alcançar 45°C em Mato Grosso na segunda-feira (28).
Nova tempestade pode agravar perdas nos bananais do Vale do Ribeira, com chuva de até 70 mm, granizo e rajadas de 100 km/h sobre solos encharcados após a cheia histórica de setembro em áreas produtivas paulistas.
A primavera de 2026 começa oficialmente às 21h05 desta terça-feira, 22 de setembro. O instante astronômico marca o equinócio no Hemisfério Sul, mas não altera instantaneamente o tempo. Entenda a ciência do fenômeno e a dinâmica atmosférica.
Observações de satélite mostram que o desmatamento altera o horário e o local das chuvas em Rondônia, favorecendo áreas abertas na estação seca e florestas a sotavento durante a monção, enquanto a precipitação diminui com o tempo.
Trigo, milho e feijão atravessam riscos opostos no Brasil: tempestades paralisam operações no Centro-Sul, enquanto calor e déficit hídrico persistem no Nordeste, exigindo ajustes no plantio, colheita e manejo no campo entre 18 e 24 de setembro.
Com 7% do milho safrinha ainda no campo, áreas do Paraná já atingidas por tombamento podem enfrentar nova chuva e rajadas no fim de semana, elevando o risco operacional e exigindo prioridade criteriosa na colheita paranaense restante.
O frio perde força antes da volta da chuva ao Rio Grande do Sul. Para antecipar a soja, produtores precisam avaliar o aquecimento do solo e o risco de encharcamento entre esta quinta-feira e a próxima segunda-feira.
Um estudo indica que a cor da casca pode ajudar a estimar a doçura e a vitamina C da manga sem abrir o fruto, mas a tecnologia ainda precisa ser testada com mais variedades, safras e condições.
Granizo danificou lavouras no Noroeste gaúcho, mas o trigo sobrevivente ainda enfrenta um período crítico: chuva persistente, espigas molhadas e grande parte das plantas em floração aumentam o risco de giberela nos próximos dias no estado gaúcho.
Tempestades com mais de 100 mm podem interromper a semeadura do milho no Sul, encharcar talhões e retardar a emergência, justamente quando produtores de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul aceleram a nova safra nacional.
Temporais previstos para Santa Catarina exigem atenção às macieiras em preparação para o novo ciclo. Granizo, vento e molhamento prolongado podem afetar tecidos expostos e limitar operações, com riscos diferentes conforme o estágio de cada pomar catarinense.
Mato Grosso libera a semeadura da soja, mas volumes inferiores a 6 mm em importantes polos agrícolas podem falhar na reposição do solo, ameaçando emergência uniforme no campo, custos e a futura janela do milho segunda safra.
Estudo em quatro lavouras de Pernambuco identificou um calendário regional para a ferrugem do café. Chuvas e umidade acompanharam o avanço da doença, reforçando a importância de adaptar o manejo às condições locais de cada área produtora.
A chuva prevista para o sul de Goiás pode interromper a colheita do feijão, elevar a umidade dos grãos e favorecer o escurecimento do tegumento, com impactos condicionais sobre classificação, secagem e valor comercial dos lotes colhidos.